Enquete do PL 7762/2014

Resultado

Resultado final desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 586 99%
Concordo na maior parte 7 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 1 0%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado final desde 06/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 3 100
Discordo 0 0

O que foi dito

Pontos mais populares

Prevenção á saúde, acesso á cidadania, direitos básicos garantidos e assistidos, além de significar visibilidade para uma população minoritária porém inegavelmente existente no país.

Mell Oliveira 22/06/2020
14

Não consigo identificar o que poderia ser negativo na adoção da proposta.

Mell Oliveira 22/06/2020
5

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

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  • Ponto positivo: Muito importante para dar visibilidade e melhorar a qualidade de vida das pessoas albinas garantindo direitos básicos que infelizmente hoje muitos albinos de baixa renda não tem assesso.

    PATRICIA GONCALVES DE ALMEIDA 25/07/2023
    4
  • Ponto positivo: Humanidade, esse é um ponto positivo, pensar no outro, nas famílias que precisam. Isso faz bom uso do dinheiro público, criando uma sociedade empática.

    Vinicius 24/07/2023
    3
  • Ponto positivo: Sou uma pessoa com albinismo, e ter finalmente leis como estas, não tem como não ser um ponto positivo, finalmente teremos nosso merecido espaço, lutando cada vez mais por ele na verdade, mas esse pequeno/grande passo, já faz uma enorme diferença.

    Gisele Fernandes Ferreira 24/07/2023
    3
  • Ponto positivo: Importante para cuidar dessas pessoas e protegê-las de tudo a ajudar elas ficar melhor

    Isa 24/07/2023
    2
  • Ponto positivo: Imporatante para cuidar dessa pessoas

    Isa 24/07/2023
    4
  • Ponto positivo: Muito importante pois trata-se de um projeto que visa melhorar a saúde das pessoas com albinismo por isso acredito em sua real significância. Visando assegurar direitos tão necessários para nós.

    Maria Santos 23/07/2023
    6
  • Ponto positivo: Nós pessoas com albinismo temos uma condição genética rara. Somos raros mas não invisíveis.

    Samara Besserte Schereder 23/07/2023
    5
  • Ponto positivo: Sem sombra de dúvida será de grande importância para todos os portadores de albinismo, principalmente no que diz respeito à saúde que por ser algo muito importante . E com uma grande carência para nós que precisamos de cuidados diários.

    Maria Santos 23/07/2023
    4
  • Ponto positivo: Essa lei ajudarar todos (as) albininos (as), a ter visibilidade, além de ter por exemplo direito à saúde, que é de alta importância!

    Maria Graça 23/07/2023
    3
  • Ponto positivo: Garantia de melhorias para a população Albina, maior visibilidade e Acessibilidade. Tendo em vista que a Saúde é um direito de todos constitucionalmente.

    Rosane Silva Sampaio 22/07/2023
    3

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  4. PL 252/2024

    Dispõe sobre a imposição de cláusula de barreira nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos da Administração Pública Direta, Autárquica e Fundacional da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

  5. PL 1214/2019

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  6. PL 8107/2017

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8107/17, do Poder Executivo, que desmembra 26,45% da área da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim para criação da Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, ambas localizadas em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. Em florestas nacionais, são permitidas apenas atividades de pesquisa e exploração sustentável, como as praticadas por comunidades tradicionais de ribeirinhos e extrativistas. Já áreas de proteção ambiental possuem regras de exploração menos rígidas, permitindo sua ocupação e exploração. Segundo o projeto, a área da floresta sairá dos atuais 1,32 milhão de hectares (pouco mais do dobro do tamanho do Distrito Federal) para 953 mil hectares. E a APA terá outros 349 mil hectares (26,45% da área original da Flona, pouco acima de duas vezes o município de São Paulo), dividida em quatro áreas diferentes. A proposta permite a desapropriação de todo imóvel rural privado na área da Flona do Jamanxim pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ocupação da APA O morador que estiver na APA deve comprovar ocupação e exploração da área antes de 13 de fevereiro de 2006. O texto condiciona a propriedade do imóvel à ausência de desmatamento ilegal na área regularizada e preservação de pelo menos 80% da área como floresta – como previsto no Código Florestal (Lei 12.651/12). A floresta preservada na área da APA terá uso prioritário para manejo florestal sustentável. A área de proteção será administrada pelo ICMBio, que deverá adotar as medidas necessárias para sua conservação. De acordo com a exposição de motivos assinada pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, a área da Flona do Jamanxim tem sido palco de conflitos fundiários e extração e garimpo ilegais, além de grilagem de terra. “A criação da APA busca proteger a diversidade biológica, disciplinar a ocupação da região e fomentar o manejo florestal sustentável e a conservação dos recursos hídricos”, afirma o ministro. Segundo Sarney Filho, um projeto de lei permitirá maior discussão do assunto, com a sociedade em geral e com a comunidade local, através de consultas públicas. APA menor O percentual de floresta transformado em APA é menor que o previsto na Medida Provisória 756/16, que foi vetada pelo presidente Michel Temer em 20 de junho, após críticas de organizações ambientais. O texto original da MP estabelecia que 41% da floresta viraria área de preservação, enquanto o texto alterado pelo Congresso transformava 37% da floresta em APA. Na mensagem de veto à MP, o governo argumentou que as alterações do Congresso na medida provisória poderiam comprometer e fragilizar a preservação ambiental da região. Tramitação O texto será analisado por uma comissão especial, antes de seguir para o Plenário. A proposta tramita em regime de urgência constitucional e, assim, poderá ir diretamente para o Plenário e lá ter o parecer da comissão especial analisado.