Enquete do PL 4157/2019 (Nº Anterior: PL 7512/2014)

Resultado

Resultado final desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.233 98%
Concordo na maior parte 12 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 3 0%
Discordo totalmente 14 1%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado final desde 06/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 220 100
Discordo 1 0

O que foi dito

Pontos mais populares

ANULAÇÃO DE UM ERRO COMETIDO CONTRA A CLASSE CONTÁBIL DE TODO O PAÍS, POIS AS MULTAS FORAM APLICADAS PASSANDO POR CIMA ATÉ DO PRÓPRIO MANUAL DA GFIP, QUE FALA DA DENUNCIA ESPONTÂNEA, E QUE NÃO HAVERIA MULTA ANTES DE QUALQUER AÇÃO FISCAL. E MULTARAM MESMO ASSIM!!!

Josealexandre P Lopes 11/07/2019
53

esta demorando demais

Edinei Criado 09/03/2020
21

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 176 encontrados.

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  • Ponto negativo: Mais uma vez a tendência é terminar em pizza. Não é novidade, estamos no Brasil. Vejam só que ironia: O PL 7512/2014 que trata dos interesses dos Contadores para anular uma MULTA injusta, levou 8 anos para ser analisado e provavelmente será arquivado. Já o PL 32/ 2021 que trata dos interesses dos Estados para regular a cobrança de impostos (Difal), levou 5 meses para se tornar Lei 190/2022. Pergunto: Onde está o interesse público? Infelizmente, não existe veto ou multa para os nobres políticos

    Carolina Eccker Tonatto 05/01/2022
    5
  • Ponto negativo: PONTO NEGATIVO FOI O VETO DO NOSSO PRESIDENTE. EMBORA EU APOIE A MAIORIA DE SUAS DECISÕES, ESSA FOI UM ERRO LAMENTÁVEL. AINDA MAIS CONTRA UMA DAS CLASSES QUE MAIS CONTRIBUI EM SERVIÇOS PARA A RECEITA FEDERAL.

    Mauro Reis Nogueira 03/01/2022
    1
  • Ponto negativo: Dentre outros PLs, esse parece ficar para trás, queremos uma atenção especial do Presidente Artur Lira nesta questão!

    Vladimir santos 14/12/2021
    1
  • Ponto positivo: Foi o deputado Laércio e outros se empenharem, lutarem pelos microempresários e o reconhecimento da classe contábil que vem sofrendo com esses absurdos, mas ainda esperamos maior atenção, porque a demora é prejudicial.

    Vladimir santos 14/12/2021
    1
  • Ponto negativo: Infelizmente os políticos não se deram por conta que o dinheiro que entra nas contas públicas saem dos contadores de todo Brasil, pois se não fosse os contadores, servidores públicos não teriam salários, pois é nós que lançamos toda parte tributária do Brasil, seja em impostos federais, estaduais e municipais, são destes lançamentos que o governo arrecada todo dinheiro para movimentar a máquina pública, deveriam dar mais valor para os contadores, darem mais incentivos e não massacrarem assim.

    JACKSON CHARAO DA SILVA 02/12/2021
    1
  • Ponto positivo: O ponto negativo é que quando ela entra em pauta nunca é discutida ou votada, existe uma má vontade para com os contadores do Brasil Salve-nos por Deus

    Nivaldo Dedemo 25/11/2021
    1
  • Ponto negativo: A demora inexplicável de levar a proposta ao plenário. Se já é urgente, já deveria demonstrar o caráter da necessidade da votação, enfim... meandros da política! Triste!

    Carlos Magno Borges 25/11/2021
    1
  • Ponto positivo: Seguimos um manual que dizia que a entrega antes de qualquer notificação seria considerado como denuncia espontânea e fomos pegos de surpresa. Nesse caso não deveria constar no manual de entrega e agora temos que arcar com essa dívida para honrar nosso nome e não onerar o cliente. Pura injustiçca

    Eleni Cristina Espadin Canelada 22/11/2021
    1
  • Ponto positivo: Está na hora de votar este projeto de lei e acabar com estas multas, principalmente as que não geraram nenhum prejuízo ao fisco, pois o tributo foi recolhido

    Pedro Henrique Fontes Fornasaro 19/11/2021
    3
  • Ponto positivo: Uma coisa tao simples para decisao, uma vez que este projeto ja passou por esta camera e ja esteve no senado. Sendo uma questao de vida ou morte para muitas empresas que geram milhoes de empregos e pagam milhoes de impostos, pelo amor de deus, aprovem isso de uma vez.

    Nilton Hilario Martins 14/10/2021
    3

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  6. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei