Enquete do PL 7364/2014

Resultado

Resultado final desde 25/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 88 88%
Concordo na maior parte 7 7%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 4 4%

O que foi dito

Pontos mais populares

esse projeto vai trazer um pouco de respiro para nós mulheres que FINALMENTE vamos ter ALGUM poder sobre nossos corpos, será completo e perfeito qdo tivermos o TOTAL, que seria como os homens de decidir se estão prontos ou não para ser pai. obrigada, por mais mulheres na política que REALMENTE trabalha pelos NOSSOS interesses.

Ana Padilha 09/03/2022
17

Ainda falta garantir esses direitos na prática. Como serão punidos os planos de saúde que exigem termo de consentimento até para colocar DIU? E os profissionais de hospitais públicos que negam laqueadura para mulheres jovens e solteiras com dois filhos pq elas podem ainda "arrumar outro homem e ele querer um filho"?

Veronica Santos 09/03/2022
10

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 16 encontrados.

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  • Ponto negativo: A "esterilizaçao volutaria" só traz mais uma lacuna para o planejamento familiar, num caso, um retrocesso. Na verdade o planejamento familiar ja nao contempla todas as mulheres de maneira igualitaria, ex: as mulheres pcd e as mulheres pretas e pobres! Agora mais essa?

    Jacilene Batista de souza Batista 05/09/2022
    0
  • Ponto negativo: discordo com a esterilizaçao em massa! porque voces nao falam dos impactos da laqueadura para saude da mulher? dos danos que esse procedimento pode causar para uma mulher de 21 anos? é importante as mulheres refletir sobre essa lei e quais os reais beneficios que ela traz para o governo? sera que o governo nao esta pensando em esterilizaçao para ganhos economicos e sociais? enfim, bora pensar mulherada.

    Jacilene Batista de souza Batista 05/09/2022
    0
  • Ponto positivo: Ao meu ver so tem um ponto positivo, a autonomia feminina, sem a necessidade da permissao do marido ou qualquer outra criatura.

    Jacilene Batista de souza Batista 05/09/2022
    0
  • Ponto positivo: Excelente Por mais Leis que Beneficiam os mais carente em incentivo ao planejamento familiar

    Jean Gabriel S.M 28/08/2022
    0
  • Ponto positivo: Essa lei é mais que necessaria principalmente no mundo em que vivemos,com governo e governantes que nao se importam com a sociedade. Vejo isso como um dos primeiros passos para dizermos que somos e temos liberdade verdadeira para com o nosso corpo...

    Shirley santos de jesus 27/08/2022
    0
  • Ponto positivo: Eu tenho 21 anos e 4 filhas eu queria fazer a ligadura meus parto foi tudo Cesário e tudo de alto risco

    Gleice Kelly 19/08/2022
    0
  • Ponto positivo: O projeto é bom. Pena que não atualiza outros pontos na seara dos direitos reprodutivos que possuem regramento retrógrado e ultraconservador.

    Geovani Reis 11/08/2022
    0
  • Ponto positivo: Poder decidir sobre seu corpo sem precisar de consentimento de uma outra pessoa é formidável! Mas para ficar melhor ainda, precisa tirar a exigência da quantidade de filhos nascidos vivos.

    Gleice 11/07/2022
    5
  • Ponto negativo: Acho que devo ser a mais retrógrada em minha opinião,mas acredito que para quem não está casado esta decisão com o parceiro não é necessária, mas para quem é casado esta decisão precisa ser de pleno acordo, com a participação.do conjuge. Aí o cara faz a vasectomia e a mulher sonha em ter outro bebê... Ou ele teve 2filhos com outra mulher com quem não permaneceu e casou novamente, e essa ainda não tem filhos e ele faz a vasectomia...(e aí?) Acho que a participação do conjuge deveria permanecer.

    Joy S souza 18/06/2022
    0
  • Ponto positivo: Ao meu ver o ponto positivo é que as mulheres poderão escolher o que querem para sí. Pois os homens nunca pariu e nem saberá a dor que é ter um filho.

    Carolanne Santos 02/06/2022
    8

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  3. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.