Enquete do PL 7270/2014

Resultado

Resultado parcial desde 23/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 94 63%
Concordo na maior parte 1 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 2%
Discordo totalmente 51 34%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado parcial desde 23/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 63 67
Discordo 31 33

O que foi dito

Pontos mais populares

Com o Estado produzindo e comercializando a cannabis, haverá mais oportunidades de emprego e a economia terá uma alta surpreedente.

joao.e.s.neto@gmail.com 28/05/2019
20

O BRASIL NAO PRECISA DE TRAFICANTES SOLTOS E SIM PRESOS.

Djalber Sii 14/10/2019
7

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 23 encontrados.

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  • Ponto positivo: A GUERRA AS DROGAS É UM COMPLETO FRACASSO, SÓ CAUSA A ENCARCERAÇÃO E MORTE EM MASSA DAS PESSOAS PERIFÉRICAS E MAIS POBRES, TODO DINHEIRO "INVESTIDO" EM FORÇA POLICIA E ARMAMENTOS PODERIA SER REDIRECIONADO A ACOLHER ESSAS PESSOAS QUE FAZEM USO DE SUBSTÂNCIAS NO SISTEMA DE SAÚDE E CONCIENTIZAR DOQUE SE FAZ CONSIGO MESMO, SENDO A MACONHA A DROGA MAIS UTILIZADA NO BRASIL A PROIBIÇÃO DELA ALIMENTA O CRIME ORGANIZADO, E SENDO REGULAMENTADA O PAIS PODRIA COBRAR IMPOSTOS A GARANTIR A QUALIDADE DO PROD..

    Orivaldo antônio de andrade filho 09/03/2023
    0
  • Ponto positivo: - Fuma quem gosta , e não fuma quem não gosta.

    Carlos Santana Luz 14/12/2022
    1
  • Ponto negativo: Visita uma mãe que tem um filho viciado pra ver o quanto ela e sua família passa

    Norival 24/10/2022
    1
  • Ponto negativo: Trabalhamos diretamente, com pessoas dependentes químicos, e todos eles começaram com cigarro logo em seguida maconha e logo em seguida cocaína e logo após muitos chegam até o crack, e para cuidarmos dessas pessoas, cada dia mais difícil eles conseguirem sair desse círculo vicioso, imaginou com a liberação, o que seria das famílias, e da própria pessoa que luta para sair dessa situação, que leva a cada um se afundar dia a pós dia, Deus tenha misericórdia.

    Daniel & Valquíria Unigrejas 12/10/2022
    2
  • Ponto negativo: Já vivemos uma desordem social e altos indices de violência, como homicidios, assaltos, latrocinios devido ao uso de drogas, tinham era que criar politicas para combater tanto o consumo, tráfico e produção de drogas.

    Lisangela Vieira 03/10/2022
    4
  • Ponto negativo: Vocês que são a favor já pararam pra imaginar a dor dos pais ao tentar tirar um filho que é viciado nas drogas, claro que não!

    Loany Dias 27/09/2022
    4
  • Ponto negativo: Vejam o modelo do estado da California, nos EUA, a degradação moral, aumento de violência... A venda ilícita continua existindo mesmo com a liberação. JAMAIS acredite que um traficante vai resolver pagar imposto. O nome já diz: "droga", faz mt mal. Tanta pesquisa mostra a degeneração neuronal com a maconha, além da propensão a distúrbios psicosociais, pois ela é uma droga psicoativa. O óleo pode ser bom, mas ele pode ser produzido nos países vizinhos e comprado barato.

    Abelmon Bastos 16/09/2022
    2
  • Ponto negativo: O crime organizado agradece!

    Edson Costa Boamorte 10/09/2022
    2
  • Ponto negativo: Isso é um escárnio para a sociedade. Fazer bolinhos e maquiagem com maconha, veja só!! Além da liberação do plantio. Não haverá fiscalização, os jovens é que mais sofrerão.

    Lucyane Costa 22/06/2021
    4
  • Ponto negativo: O Brasil com o histórico de violência, de morte e de degradação humana trazida pela conercialização e uso de drogas isso sem mecionar os aspectos mais intrínsecos presentes não tem a menor condição de se permitir cair numa armadilha como esta. O lobby que pessoas nas Sombras estão fazendo não sairá de graça pra eles. Porém que irá pagar a conta somos nós: pais, mães, filhos e todo e qualquer cidadão de bem. Tudo isso pra algum distinto sujeito fumar um baseado. É o cumulo do Escárnio esse PL.

    Alisson L. C. Freitas 17/05/2021
    5
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  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  2. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PL 1005/2026

    Extingue a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), criada pela Lei nº 8.029, de 12 de abril de 1990, e dispõe sobre a transferência de suas funções.

  6. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição