Enquete do PL 7180/2014

Resultado

Resultado parcial desde 12/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.244 17%
Concordo na maior parte 62 1%
Estou indeciso 10 0%
Discordo na maior parte 333 5%
Discordo totalmente 5.570 77%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado parcial desde 12/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 536.531 49
Discordo 564.514 51

O que foi dito

Pontos mais populares

Professor deve ensinar o conhecimento didático, não pensamento de partidos

Mary brinks 04/12/2018
77

A escola e local de debates , pesquisa, aprendizado e cultura. nao se ensina nem aprende calando os questionamentos . Vamos deixar a educação para quem entende de educação!

Sueli Baldan 04/12/2018
99

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 454 encontrados.

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  • Ponto positivo: A Escola sem partido é um modelo a ser seguido, existe muita gente com carência de inteligência ou mal intencionada dizendo que o movimento prega o ódio, o que é uma mentira de pessoas que se quer leram o movimento, na verdade ele prega a pluralidade ideológica na sala de aula e também a imparcialidade do professor em assuntos políticos, religiosos, sócio-culturais sem o direito de doutrinar, e ainda mais ele defende o direito de educar seus filhos conforme suas opniões.

    Lucas 08/12/2021
    2
  • Ponto positivo: A Educação tem problemas mais sérios para serem discutidos. E precisa urgentemente de um modelo de ensino que melhore o desempenho das nossas crianças. Precisamos de livros didáticos mais objetivos e atrativos para o público infantil.

    Loiana lobo 18/05/2021
    0
  • Ponto positivo: ESCOLA é lugar de produção de conhecimento integral e atualizado sempre, a partir da observação, análise crítica e experimentações através dos fenômenos e fatos que são produzidos pela sociedade e no mundo. Neste quesito, a ESCOLA é política, sim. POLÍTICA porque produz transformações subjetivas para ampliação da consciência.

    Anna 27/04/2021
    3
  • Ponto positivo: Concordo a escola devem ensinar atividades de formacao curricular ,e nao ideologia de genero ou partido.

    souza Souza 20/04/2021
    2
  • Ponto negativo: Não existe ideologia de gênero, mas violência e desigualdade de gênero sim. A principal função da escola é fomentar o pensamento crítico e isso nada tem a ver com desrespeito às liberdades individuais. Não deve existir assunto tabu nas escolas, que devem ser local de livre pensamento e construção de conhecimento. A ideia desconsidera ainda ser a escola local de acolhimento de muitos dos jovens expostos à violência de gênero, contradizendo, por isso, o exposto no ECA e demais textos citados.

    Lorena de Oliveira 09/04/2021
    7
  • Ponto positivo: A escola é lugar para educação formal: português, matemática, ciências, educação moral e cívica, história, geografia, etc e não ambiente para fomentar ideias exdrúxulas de mentes e pessoas doentias, com graves perturbações e deturpações de sexualidade, que devem ser restritas a psicanalistas e não à salas de aula.

    Shalimar 12/01/2021
    2
  • Ponto negativo: Acabar terminantemente a doutrinação de crianças e jovens, que arrebenta seu psicológico ao tratarem de sexualidade e inserirem em suas mentes ideias doentias de pessoas perturbadas. Não é sem razão que o índice de suicídios de jovens LGBT tem aumentado exponencialmente nos últimos anos. A escola é o local onde se ministra educação básica formal e os índices de analfabetismo básico e jovens que não sabem sequer falar ou escrever tem aumentado assustadoramente.

    Shalimar 12/01/2021
    2
  • Ponto negativo: Escola é o ambiente do conhecimento amplo e irrestrito. Criminalizar conteúdo é um retrocesso que só interessa aqueles que têm medo de um povo bem e mais esclarecido.

    Marcos Luis Lopes 28/11/2020
    11
  • Ponto positivo: As escolas devem focar apenas no estudo das ciências.

    Flávia Cristina Almeida 24/11/2020
    2
  • Ponto positivo: Escola deve se ater as ensinar disciplinas curriculares sem abordagem ideológica.

    Hortência Marques Correia Lima Vaz 22/08/2020
    3
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  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

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    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

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  5. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição