Enquete do PL 6579/2013

Resultado

Resultado final desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 241 33%
Concordo na maior parte 12 2%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 12 2%
Discordo totalmente 455 63%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado final desde 06/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 2 100
Discordo 0 0

O que foi dito

Pontos mais populares

Discordo completamente, o sistema prisional está super lotado , se não tiver semi aberto tem que colocar tornozeleira e mandar os presos pra casa. E aproveitando a oportunidade,porque não prendem a metade desses ladrões de dinheiro público que estão votando a favor.. hipocrisia isso sim!

glice Santos 03/08/2022
33

As saídas temporárias são insersões de caráter gradual e terapêutico. Queiram primeiro ressocializar com humanidade. Tratam o preso pior que bicho e esperam que o msm volte como p a sociedade? Trabalhem na raiz do problema. Vcs tentam fazer a limpeza fora da casa e espera que ela fique limpa sozinha por dentro? Algumas consequências negativas são só reflexo de torturas e maus tratos no sistema penitenciário. Não ao fim das saídas temporárias! Direito não é regalia!

Aline lima 03/08/2022
21

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 88 encontrados.

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  • Ponto positivo: Todos os dias existem casos inequívocos de reincidência criminal de criminosos em período de saidinha. O cidadão de bem que deveria comemorar feriados livre e sem medo de ser assaltado ou morto. Totalmente a favor, seria um grande passo para reduzir a sensação de insegurança!

    André Santos 08/08/2022
    2
  • Ponto negativo: Tenho familiar preso e sou contra a o que estão querendo fazer com o cancelamento dá saidinha, é um direto do preso e dos familiares, nem todos os presos saem para cometer novos crimes vocês estão generalizando, cortar a saída temporária não vai resolver nada pelo contrário, Deixa o que já está feito quieto já estão pagando pelos seus crimes, Essa Lei não pode ser aprovada

    Patrícia Marquês 08/08/2022
    0
  • Ponto negativo: Não acho correto essa lei pois os presos precisam progredir sim de regime pra as adequar a sociedade,pois acho correto essa lei em estrupo filho que mata pais e pais que mata filho ? Pois tráfico não usa drogas quen quer? Aonde vai abrigar os presos se não tem trabalho pra nós quem dirá pra eles

    Cleomara Lima 08/08/2022
    1
  • Ponto negativo: Só sabe quem passa todos erram etodos temos direito a segunda chance o governo tem para de tratá-los como lixo. Eles são seres humanos também precisam investir mais na regeneração dos presos porque quando saem de lá poucos têm a oportunidade de ir um emprego de carteira assinada e de ter uma vida digna não querer deixar eles mais tempo lá dentro que todos sabemos que o sistema não funciona como na teoria na prática é totalmente diferente chega até se desumano.

    MARIA SAMARA DE SOUSA MENDONCA 08/08/2022
    1
  • Ponto positivo: Em todas saidinha de preso, aumenta o índice de criminalidade. Basta ver as estatísticas. Preso não tem que ter benefício algum. Só no Brasil que existe esse tipo de benéfico para preso. Em países serios, preso cumpre a pena total e sem regalias. O povo brasileiro está cansado de ser assaltado e perder entes queridos para bandidagem. Saidinha não ressocializa preso, apenas da a oportunidade dele sair da prisão, sem pagar por seus crimes, pelas portas da frente e não voltar mais.

    Amanda Coimbra Bolsonaro 05/08/2022
    3
  • Ponto negativo: O Estado precisa investir muito mais na prevenção primária, ou seja, preparar as crianças para que não entrem no mundo do crime.

    Edilson Rufino de Oliveira 05/08/2022
    0
  • Ponto positivo: Não a REVOGAÇÃO DA SAIDA TEMPORÁRIA É UM DIREITO DO PRESO TER SAIDINHA , Pos a SAIDA é o PRIMEIRO passo para a SOCIALIZAÇÃO deles

    Tay Sena 05/08/2022
    5
  • Ponto positivo: A proposta é boa. Todos devem saber que o crime não compensa.

    MAXIMIANO HENRIQUE REBEQUI DOS SANTOS 05/08/2022
    8
  • Ponto positivo: Positivo. Chega de mordomia para presos. E a mordomia pras vítimas? Onde está?

    LUIZ GUILHERME GOMES DE OLIVEIRA 04/08/2022
    10
  • Ponto positivo: É um direito de cada privado de liberdade e uma forma de se ressocializar na sociedade.

    Rosangela Silva 04/08/2022
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PDL 849/2026

    Susta, em sua integralidade, os efeitos da Resolução nº 491, de 4 de maio de 2026, do Conselho Nacional de Seguros Privados - CNSP, que estabelece as normas gerais aplicáveis às operações de proteção patrimonial mutualista.

  4. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 2188/2026

    O Projeto de Lei 2188/26 estabelece o valor máximo de R$ 250 para a anuidade cobrada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A proposta também fixa limites para as contribuições arrecadadas pelos demais conselhos profissionais. Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, as anuidades não poderão passar de R$ 250 para profissionais de nível superior e R$ 125 para nível técnico. Para empresas, os valores vão de R$ 250 a R$ 2.000, conforme o capital social. A proposta altera o Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94) e a Lei 12.514/11, que trata das contribuições para conselhos profissionais. Todos os valores poderão ser corrigidos anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Cobrança e disparidade O Estatuto da Advocacia hoje não prevê teto para as anuidades. A Lei 12.514/11 fixou R$ 500 para o nível superior e R$ 250 para o nível técnico – valores que, corrigidos pelo INPC até julho de 2026, chegam a R$ 1.135,61 e R$ 567,81. Segundo o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), autor do projeto, a ideia é evitar cobranças excessivas sobre trabalhadores. Na justificativa apresentada, ele afirmou que reduzir e limitar tributos e contribuições é uma medida de justiça social. Kataguiri disse ainda que a ausência de teto legal gerou distorções na advocacia após o Supremo Tribunal Federal (STF) entender que a OAB não precisa seguir a regra dos demais conselhos, com seccionais cobrando anuidades próximas a R$ 1.000. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei