Enquete do PL 5056/2013

Resultado

Resultado final desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 217 92%
Concordo na maior parte 11 5%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 6 3%

O que foi dito

Pontos mais populares

Valorização da profissão dos Técnicos em Nutrição e Dietética no Brasil.

Lo-Ruama Mendes dos Reis Santos 26/04/2019
24

Deveria ser possível, aproveitar as matérias do curso Técnico em Nutrição e Dietética para concluir a faculdade de Nutrição.

Kely josé pereira 28/05/2022
12

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 49 encontrados.

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  • Ponto positivo: Sou Bianca, técnica em nutricao há mais de 10 anos , amo o que eu faço, amo ser técnica, ser técnica me abriu muitas portas e oportunidades que jamais teria se não fosse técnica. Ser parceira de nutricionistas para que os alimentos cheguem a mesa dos clientes com segurança é um prazer e uma paixão!

    Bianca Rodrigues de Castro 13/07/2022
    1
  • Ponto positivo: Sou técnico em nutrição é uma área muito importante para a saúde cuidamos dos alimentos para chegar nos clientes com a maior quantidade Mais a profissão de técnico em nutrição tem que ser mais valorizada, o salário é baixo vocês tem que aumentar o piso do técnico em nutrição.

    Kássio Mendes Lourenço salviano 12/07/2022
    1
  • Ponto positivo: Sou Beatriz, técnica há 4 anos e estudante de nutrição do 6 semestre O fato de ter estudado o técnico fez com que eu entrasse na faculdade decidida da minha profissão. Nós técnicos merecemos ser reconhecidos, merecemos espaços e MAIS OPORTUNIDADES no mercado de trabalho!

    Beatriz 11/07/2022
    1
  • Ponto negativo: Sou Beatriz, sou técnica em nutrição há 4 anos, infelizmente a primeira e única oportunidade de atuação na área não deu certo pois, segundo a empresa, eu não tinha experiência suficiente. Quando me contrataram sabiam desse detalhe e mesmo assim não me ensinaram como deveriam. Deveria ser exigência um técnico em cada estabelecimento alimentício, e deveriam dar oportunidades para que se aperfeiçoassem na prática!

    Beatriz 11/07/2022
    1
  • Ponto positivo: Ola Sou técnica a mais de 10 anos e ser reconhecida é uma esperança para nós. Onde quando alguma empresa posta uma vaga, vemos quantas funções nos delega, gerente,estoquista,RH,cozinheiro,ajudante etc

    andreasoares11 11/07/2022
    2
  • Ponto positivo: Sou TND há 9 anos, conheço pessoas que seguem a profissão há mais de duas décadas. Fico impressionado em que algo que já deveria ser de direito ainda esteja em discussão. Nós técnicos existimos, nos hospitais, nos hotéis, asilos, fundações, fundações penitenciária, indústria. Juntos na maioria sobe a supervisão de um nutri, atuamos de forma clara contra os maus hábitos alimentares, levando segurança alimentar, inspirando, e lutando diariamente. Mesmo com salário baixo. Nós existimos! Sim a PL

    Jonas Feitosa 11/07/2022
    2
  • Ponto positivo: Sou Janaica Vieira, sou técnica em nutrição e atuo na área há 16 anos. Essa PL irá nos proporcionar mais valorização e segurança na profissão. Além de regularizar mais vagas de emprego. Somos profissionais essenciais para que as políticas contra a fome sejam executadas.

    Janaica Cristina Vieira 11/07/2022
    3
  • Ponto positivo: Sou Gilvania , formada no curso técnica de nutrição a dez anos. Estou na frente de trabalho a 6 anos . Porém a profissão não é reconhecida , somos desvalorizadas. Falta apoio do nosso Órgão. Salários e condições trabalhistas a baixo nível. Somos fundamentais para segurança alimentar Com a votação a nosso favor,Seremos reconhecido. Todas empresas deverão unificar o salário digno a nossa profissão e nossa dedicação. E sim precisa ser divulgado no diário oficial. Mídia em todo país.

    Gilvania 08/07/2022
    4
  • Ponto positivo: Olá, Sou técnica de nutrição. Estou a procura de oportunidade. Porém a profissão não é reconhecida e não pouco valorizada. Falta apoio do nosso Órgão. Salários e condições. Somos fundamentais para segurança alimentar. Com a votação a nisso favor. Seremos reconhecido. Todas empresas deverão unificar o salário. E sim precisa ser divulgado no diário oficial. Mídia em todo país.

    Aline soares 08/07/2022
    5
  • Ponto positivo: Nossa profissão promove saúde, e segurança. Nossa atuação é importante em várias empresas que promovem a alimentação coletiva, priorizamos o controle de qualidade. Queremos a regulamentação e que a PL 5056/ 2013 seja aprovada, para existir ainda mais oportunidades dentro da nossa área. Somos profissionais que atuamos dentro da ética e seguindo legislações da nossa área, beneficiando o bem estar da população.

    Juliana Aps 07/07/2022
    3

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  6. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.