Enquete do PL 5019/2013

Resultado

Resultado parcial desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 17 68%
Concordo na maior parte 2 8%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 6 24%

O que foi dito

Pontos mais populares

Ajudar as mulheres vítimas de violência doméstica como eu, a ter a chance de ter um lar.

Maria Aparecida Santos 08/08/2020
4

Mulheres tem acesso a trabalho e estudo; incentivos pra isso e prevelegios. Não faz sentido essa lei e o Brasil está quebrado, mais uma lei desnecessária que irá gerar gastos de dinheiro público. E vão perder o voto dos homens CONSCIENTES!

Juca 15/09/2019
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 10 encontrados.

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  • Ponto positivo: Concordo em partes. Sabemos que existe muitas mulheres sofrendo com relacionamentos abusivos e são obrigados a submeter por não ter condições financeiras de gerir o sustento. Mas por outro lado vemos pessoas desonestas entrando na brexa para tirar aproveito e banalizar uma lei tão que surgiu com objetivo de proteger. Infelizmente o sistema judiciário no Brasil ainda é muito falho e deixa muito a desejar.

    MARIA LOURDES DE CARVALHO 04/01/2025
    0
  • Ponto positivo: Sou completamente a favor do benefício continuado para estas mulheres sairem desta situação, pois somente a mulher que passa por todas estas agressões físicas, mentais, patrimoniais sabem o que é e em um mundo completamente machista neim sempre é fácil a recolocação profissional para o pagamento de uma moradia, alimentação e principalmente um amparo emocional. Os homens que tem estas atitudes com as mulheres simplesmente debocham da cara da justiça pois tem a certeza de que nada será feito!

    Sirley 08/08/2023
    0
  • Ponto negativo: O ponto negativo desse projeto é que não está claro oque quer dizer violência doméstica, visto que existe várias formas silenciosas de violência doméstica, não é só a agressão física, a violência psicológica de forma dissimulada, hora te trata bem, ora te faz ter medo, sem nunca saber oque esperar da pessoa, talvez seja a pior de todas, descaracterizando a personalidade da mulher, que está sendo agredida indiretamente, com socos na mesa, pratos jogados na parede, e submissão financeira.

    Maria das Graças Tavares Lunardini 17/04/2022
    1
  • Ponto positivo: Aprovação deste projeto vai ajudar as mulheres que precisam se separar e não tem opção, por não ter onde morar, e acabam tendo que se sujeitar e ficar sendo tratada com descaso e sob um sistema conjugal ultrapassado e arcaico depois de ter aguentado violência psicológica a ponto de hoje depender de remédios controlados para criar e educar seus filhos sem o separarem do pai, e só enxergar isso em um momento que não consegue trabalhar mais, e ter que continuar se sujeitando a isso.

    Maria das Graças Tavares Lunardini 17/04/2022
    0
  • Ponto positivo: De fato muitas mulheres vivem em situação de risco , por medo de se separar e deixar os filhos passar necessidades, muitas mulheres vivem relacionamentos tão abusivos que se quer podem sair para trabalhar fora isso cria uma dependência financeira e depois de anos fora do mercado do trabalho é muito mais dificil a pessoa de recolocar. acredito que essa ajuda pode ser uma luz no fim do túnel para quem não sabe se quer por onde começar. Apoio

    Lia Costa 05/04/2022
    0
  • Ponto positivo: Ira contribuir muito, pois tem tantas mulheres que sofre há anos por esses covardes e continuam....principalmente por dependência financeira.

    renata queiroz nogueira 31/08/2021
    1
  • Ponto positivo: Eu e meu bb so queremos viver em paz . de tais montros camuflados na sociedade

    Sheila Soza Koneko 14/03/2021
    0
  • Ponto positivo: Ajudar as mulheres vítimas de violência doméstica como eu, a ter a chance de ter um lar.

    Maria Aparecida Santos 08/08/2020
    4
  • Ponto negativo: Mulheres tem acesso a trabalho e estudo; incentivos pra isso e prevelegios. Não faz sentido essa lei e o Brasil está quebrado, mais uma lei desnecessária que irá gerar gastos de dinheiro público. E vão perder o voto dos homens CONSCIENTES!

    Juca 15/09/2019
    1
  • Ponto negativo: Não tem nada sobre falsas acusações.

    Luiz Filipe 15/08/2019
    0
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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