Enquete do PL 4742/2012

Resultado

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O que foi dito

Pontos mais populares

Corrige uma injustiça com esses pessoas que trabalham dioturnamente de domingo a domingo, muitos tem sua saúde prejudicadas pela tensão e jornada excessiva de trabalho.

Damiao 03/09/2021
4

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Exibindo resultados 1 a 9 de 9 encontrados.

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  • Ponto positivo: A categoria dos vigilantes dos institutos federais e afins há anos está sendo alijado do processo de incremento e expansão da educação tecnológica no brasil onde se nota publicamente o aumento da violência nos Campi e a a falta de investimentos para para melhoria da segurança. O descaso com esses servidores engloba a supressão de seus direitos como adicional noturno, periculosidade, treinamento, aposentadoria especial.

    ADEILTON CASTAO PEREIRA 25/09/2024
    0
  • Ponto positivo: Sou esposa de servidor vigilante da UFRJ, e acompanho a luta dele e seus colegas há muitos anos. A atividade desenvolvida por eles envolvem bastante riscos, já que percebo no meu esposo o nível de tensão, inclusive porque trabalham armados. Logo, a aprovação do PL 04742 seria um reconhecimento de uma justa reinvindicação.

    SIMONE DOS SANTOS VINHAS 11/09/2024
    1
  • Ponto positivo: Nós, servidores vigilantes da UFRJ, atuamos no patrulhamento do câmpus do Fundão (4,5 milhões de metros quadrados), uniformizados, armados, em viaturas caracterizadas, em turnos de 24h, todos os dias da semana. Esse PL reconhece a perigosa atividade a que são expostos os operadores e segurança (vigilantes). Bastante oportuna e digna sua aprovação.

    EDSON GOMES VINHAS 10/09/2024
    1
  • Ponto positivo: sabemos que os vigilantes em toda federação brasileira já recebe esse ADICIONAL bem assim a polícia civil (100%) policia judiciária não podemos entender porque somente os vigilantes lotados nas I.Fes (MEC) ainda não recebem adicional de risco de vida. ALUIZIO BEZERRA DA SILVA - vigilantes ex Demec PE/Ufpe

    aluizio bezerra da silva 25/04/2022
    1
  • Ponto positivo: Nada mais justo pois estão espostos a vários riscos de periculosidade dioturnamente.

    Marli visentini 04/09/2021
    1
  • Ponto positivo: Os servidores vigilantes das IFES São injustiçados quando não fazem jus a esse adicional, visto que grande parte dos servidores com função similar nos Estados e municípios de todo o Brasil já recebem o referido benefício.

    Gilberto Jorge Pinheiro Cardoso 04/09/2021
    2
  • Ponto positivo: São trabalhadores (as), que executam seus serviços, muitos com mais de trinta anos arriscando suas vidas para "dar" segurança para a comunidade universitária federal, sem nunca ter ganho (todos estes anos) o adicional de risco de vida, mesmo com o risco da própria vida, este projeto de lei, visa corrigir está injustiça com estes profissionais. Infelizmente não vai poder reparar a injustiça com aqueles que faleceram sem poder receber o benefício!

    Mozarte Sim?es da Costa Junior 04/09/2021
    1
  • Ponto positivo: Vem corrigir uma divida de décadas com esses trabalhadores que fazem a segurança das universidades federais brasileiras.

    antonio augusto da silva azambuja 03/09/2021
    1
  • Ponto positivo: Corrige uma injustiça com esses pessoas que trabalham dioturnamente de domingo a domingo, muitos tem sua saúde prejudicadas pela tensão e jornada excessiva de trabalho.

    Damiao 03/09/2021
    4
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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  5. PL 1229/2026

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  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.