Enquete da PEC 219/2012

Resultado

Resultado parcial desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 180 98%
Concordo na maior parte 2 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 1 1%

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Resultado parcial desde 06/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 3 100
Discordo 0 0

O que foi dito

Pontos mais populares

Corrige inúmeras injustiças no país, além de promover a valorização dos profissionais dedicados à Educação.

Matias Oliveira 13/12/2018
23

Enquanto muitos auxiliares administrativos e professores tiveram que optar por um dos cargos, outros permanecem trabalhando no meu estado colegas que ocupam cargos de auxiliar Administrativo no TJ e são professores já retornaram as suas atividades. Não entendo porque alguns conseguem retorno e para outros isso não é permitido.

JOELVAN BRITO DE ANDRADE 24/05/2024
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 54 encontrados.

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  • Ponto positivo: A aprovação da PEC 219/2012 resolve as contradições da legislação infraconstitucional que têm impedido que servidores(as) qualificados e devidamente habilitados exerçam a docência em instituições públicas.

    AIRTON CARVALHO REIS JUNIOR 10/09/2025
    0
  • Ponto negativo: Enquanto muitos auxiliares administrativos e professores tiveram que optar por um dos cargos, outros permanecem trabalhando no meu estado colegas que ocupam cargos de auxiliar Administrativo no TJ e são professores já retornaram as suas atividades. Não entendo porque alguns conseguem retorno e para outros isso não é permitido.

    JOELVAN BRITO DE ANDRADE 24/05/2024
    2
  • Ponto positivo: Espero que esta PEC 219/12 seja aprovada. Sou auxiliar administrativo desde 1.994 e professora desde 1.997 exercia os dois cargos na educação, mas em 2020 tive que optar por um dos cargos. Muito difícil, pois se trata de mais de vinte anos de trabalho, estou na luta por um retorno.

    JOELVAN BRITO DE ANDRADE 24/05/2024
    2
  • Ponto positivo: Aí quando um administrativo, acumula outro cargo de concurso de professor, vão falar que é errado. Mas será errado ganhar uma aposentadoria baixa. Querer trabalhar em outro concurso público, é errado? Para o funcionário administrativo que ganha menos. O médico, Enfermeiro e Professor que é permitido eles ganham muito mais. Isso é muito desigual. Porquê demora tanto? O que podemos fazer para ajudar nessa concretização dessa PEC 219/2012. Gratidão.

    Vera 25/01/2024
    3
  • Ponto positivo: Gente por favor, como precisam da gente nas eleições, precisamos de vocês para a aprovação dessa PEC 219/2012, irão beneficiar todos administrativos eu por exemplo tenho 30 anos de serviço público no administrativo, prestes a me aposentar. Com um diploma de Pedagogia com Especialização em Educação Especial para exercer a minha missão, agora para assumir um concurso me falaram que tenho que abandonar a aposentadoria do administrativo, vocês não acham isso injusto? Com um salário baixo.

    Vera 25/01/2024
    1
  • Ponto positivo: PEC com muita Equidade, pois o servidor administrativo está no LIMBO, não tendo salário digno e aumento condizente com suas funções, são os esquecidos dos vários cargos da administração pública, e são os que muito fazem para o bom funcionamento da máquina pública. Com salário indigno, necessário outros recursos para subsistência, dar aulas como professor seria dar mais dignidade e respeito às categorias...

    Rodrigo Souza 20/07/2023
    4
  • Ponto positivo: Esta PEC seria um alivio diante da remuneração defasada de professores e servidores administrativos , mas pelo visto foi engavetada e cairá no esquecimento.

    Alessandro Monte de Oliveira 24/05/2023
    3
  • Ponto positivo: Em muitos casos essa PEC vai demonstrar que o conhecimento do servidor administrativo também é de grande importância, sem falar na igualdade de oportunidades a todos.

    Leonardo Ramos Leite 13/02/2023
    4
  • Ponto positivo: perfeita essa PEC, agora teremos um profissional sabendo dar aulas e com conhecimento burocrático. a escola vai ganhar um profissional completo.

    Emanuel Wanghon 09/10/2022
    4
  • Ponto positivo: Vai ajudar muitas pessoas que estão nos serviços administrativos e se formam como professores. Ganhamos tão pouco, vamos agilizar essa votação!

    Kelly Cristine Rocha Albuquerque Bonaparte 07/10/2022
    6
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.