Enquete da PEC 206/2012

Resultado

Resultado parcial desde 03/05/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 46 70%
Concordo na maior parte 1 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 5%
Discordo totalmente 15 23%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado parcial desde 03/05/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 3 100
Discordo 0 0

O que foi dito

Pontos mais populares

Em tempos de fake news e inteligência artificial, é necessário ter um jornalista formado na faculdade de jornalismo, capaz de identificar e diferenciar fatos reais de desinformação. Além disso, somente com jornalistas formados na área, poderemos estruturar uma forma de responsabilizar eticamente esses profissionais, punindo aqueles que forem irresponsáveis na disseminação de informações falsas.

Eric Rodrigues 29/10/2023
3

Fere a livre manifestação do pensamento, a liberdade de expressão e de comunicação. Justamente um governo progressista irá trazer de volta o elitismo e o autoritarismo? Além do mais, as fake news de hoje não são consequência do fim do diploma, mas justamente o contrário, por causa dos anos de monopólio e concentração dos meios de comunicação para poucos bem nascidos. Há de se pluralizar a comunicação profissional no Brasil por meio do incentivo à prática jornalística sem amarras do mercado.

Dsr Notícias 31/03/2023
3

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

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  • Ponto positivo: A decisão do STF em 2009 foi deficitária, na medida em que se limitou a responder com sim ou não uma pergunta tão complexa. Com isso, desde tal decisão, instaurou-se uma crise de identidade no jornalismo brasileiro que não possui precedentes. Hoje, não são poucos os casos que chegam ao judiciário de pessoas que, ao verem suas falas em redes sociais alvo de processo, recorrem à terra sem lei, alegando: "é jornalismo". Concordo com a PEC, mas vejo necessidade de maior detalhamento no texto.

    VINICIUS APARECIDO DA SILVA MACIA 26/09/2024
    1
  • Ponto positivo: Um comunicador sem formação superior não é jornalista. É uma das únicas profissões em que qualquer pessoa pode atuar como jornalista. Precisamos regulamentar a profissão de jornalista da mesma forma que são regulamentadas a OAB, CRM, CRC e tantas outras que exigem registro profissional para exercer. Apoiado! PEC do Diploma Já!

    CARLOS AUGUSTO DA SILVA ALMEIDA 19/05/2024
    1
  • Ponto negativo: É inacreditável que um projeto desse leve mais de uma década e ainda não tenha sido votado.

    CARLOS AUGUSTO DA SILVA ALMEIDA 19/05/2024
    1
  • Ponto positivo: Em tempos de fake news e inteligência artificial, é necessário ter um jornalista formado na faculdade de jornalismo, capaz de identificar e diferenciar fatos reais de desinformação. Além disso, somente com jornalistas formados na área, poderemos estruturar uma forma de responsabilizar eticamente esses profissionais, punindo aqueles que forem irresponsáveis na disseminação de informações falsas.

    Eric Rodrigues 29/10/2023
    3
  • Ponto negativo: Outra inverdade dita ai justamente por alguém que se intitula jornalista é que jornalismo não tem a ver com liberdade de expressão e / ou não imprimi sua opinião quando noticia algo. Concordo que esse seria o ideal, mas, a realidade não é essa, até pq, o povo, infelizmente, se sente carente de "notícia de opinião", porém, informação e opinião deviam ser muito bem separadas e não são, até mesmo por profissionais "qualificados".

    Leonel Cordeiro 27/10/2023
    0
  • Ponto negativo: O diploma não garante alguém irá falar a verdade. Fato é que muitos jornalistas diplomados espalham fakenews gratuitamente e outros até por serem muito bem pagos. Enquanto que o cidadão comum ou aquele sem diploma pode também coletar informação verídicas.

    Leonel Cordeiro 27/10/2023
    0
  • Ponto negativo: Fere a livre manifestação do pensamento, a liberdade de expressão e de comunicação. Justamente um governo progressista irá trazer de volta o elitismo e o autoritarismo? Além do mais, as fake news de hoje não são consequência do fim do diploma, mas justamente o contrário, por causa dos anos de monopólio e concentração dos meios de comunicação para poucos bem nascidos. Há de se pluralizar a comunicação profissional no Brasil por meio do incentivo à prática jornalística sem amarras do mercado.

    Dsr Notícias 31/03/2023
    3
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.