Enquete do PL 4198/2012

Resultado

Resultado parcial desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 9 38%
Concordo na maior parte 1 4%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 4%
Discordo totalmente 13 54%

O que foi dito

Pontos mais populares

Aumenta turismo no litoral catarinense de Florianópolis e Bombinhas, especialmente no ramo hoteleiro e de alimentação.

Anderson Nazário 24/07/2019
1

Diminuir a restrição de uma UC é um retrocesso, especialmente quando as ferramentas de gestão estão funcionando (a maioria das UCs no Brasil são instituídas somente no papel, isso quando estão instituídas) ... Na minha opinião somente dará brechas para interesses específicos de partidários e seus aliados, e eles não dão ponto sem nó!

Hanna Carolina 13/07/2021
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 10 encontrados.

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  • Ponto negativo: A ReServa Marinha Arvoredo foi criada com o objetivo principal de preservar um dos maiores berçários aquáticos no sul do Brasil, é inadmissível mudar uma categoria ambiental somente em virtude de uma legislação falha, que não usa conhecimentos técnicos ambientais. Audiências públicas sem a participação de todas as sociedades interessadas. Falam do turismo e da economia pesqueira da região, mais do que adiantaO lobby petrolífera e construção civil contra meio ambiente, quem serão responsáveis?

    Claire Aquino 06/10/2021
    0
  • Ponto negativo: É uma proposta que extingue uma das unidades de conservação mais importantes do Atlântico Sul. Na comissão o assunto não permitiu trazer informações técnicas das universidades locais que acompanham o assunto de perto e há anos. Hoje já existe um projeto de lei tramitando na ALESC para a criação de recifes artificiais, iniciativa que com certeza fortalecerá o turismo permitindo com que se conserve a Reserva Marinha e a sua área de amortecimento.

    Eduardo 26/07/2021
    1
  • Ponto negativo: Penso que o esforço deveria ser feito em ajustar as falhas que estão sendo pontuadas, como na fiscalização, do que alterar a categoria de uma unidade de conservação que tem mostrado bons resultados de gestão e preservação. Nosso oceano, claramente precisa de maiores esforços para serem mais conservados.

    Bianca Parizotto 14/07/2021
    2
  • Ponto negativo: Diminuir a restrição de uma UC é um retrocesso, especialmente quando as ferramentas de gestão estão funcionando (a maioria das UCs no Brasil são instituídas somente no papel, isso quando estão instituídas) ... Na minha opinião somente dará brechas para interesses específicos de partidários e seus aliados, e eles não dão ponto sem nó!

    Hanna Carolina 13/07/2021
    4
  • Ponto negativo: Temos apenas duas Reservas Biológicas Marinhas no Brasil, sendo que a manutenção da Reserva do Arvoredo contribui diretamente para a riqueza dos estoques pesqueiros no seu entorno, além de possibilitar visitação com fins educativos e de pesquisa. Enquanto um Parque, que possibilita visitação também com fins turísticos, pode trazer impactos negativos e estes estoques pesqueiros e a biodiversidade, especialmente pela dificuldade de gestão de uso público em que passam as Unidades de Conservação.

    Rosemeri Carvalho Marenzi 13/07/2021
    3
  • Ponto negativo: O momento político atual talvez não seja o mais adequada para a recategorizaçao da Rebio Arvoredo à Parque, já que a gestão dessa área está sendo feita atualmente de forma conjunta com outras unidades de conservação pelo NGI-Florianópolis. O ideal é que o futuro Parque tivesse uma gestão voltada unicamente para a implementação da UC, garantindo a elaboração do Plano de Manejo e do Plano de Uso Público de forma participativa e ágil.

    Adriana Carvalhal 13/07/2021
    0
  • Ponto positivo: A Recategorização para Parque Nacional só é positiva com a manutenção do Art 2º do PL, que delimita a ZA do futuro Parque. Esse instrumento é fundamental para minimizar o impacto das atividade humanas no entorno do Parque, garantindo uma área mais preservada e mais atrativa para o turismo como um todo!!!

    Adriana Carvalhal 13/07/2021
    1
  • Ponto negativo: A mudança de categoria de uma Unidade de Conservação não deveria ser feita de forma alguma em um projeto do Legislativo, complete te desvinculado dos motivos técnicos e científicos deram suporte a decisão pela categoria atual. Essa mudança, se viável, deve ser proposta pelo órgão gestor consonância com o conselho da UC e tendo como base uma análise técnica aprofundada dos prejuízos possíveis à conservação da biodiversidade. Pior ainda, alterar sua ZA, cuja fundamentação técnica é crucial.

    Alexandre Krob 22/05/2021
    4
  • Ponto positivo: Acredito que com a visitação (embora controlada) aumentará em muito a conscientização quanto á preservação; e com os meios tecnológicos atuais, os próprios visitantes se transformarão também em fiscais contra a pesca predatória e o lixo no mar.

    Sérgio Alexandre Sodré 19/05/2021
    1
  • Ponto positivo: Aumenta turismo no litoral catarinense de Florianópolis e Bombinhas, especialmente no ramo hoteleiro e de alimentação.

    Anderson Nazário 24/07/2019
    1
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  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  6. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.