Enquete do PL 4086/2012

Resultado

Resultado parcial desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
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Discordo totalmente 12 46%

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Opção Participações Percentual
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O que foi dito

Pontos mais populares

Teremos uma grande redução nas emissões de poluentes e ao mesmo tempo garantiremos que o nosso parque industrial esteja competitivo com o mercado internacional, apesar de algumas ressalvas não podemos nos dar ao luxo de ficarmos pra trás nessa tendência mundial.

Mauricio Kushima 27/05/2021
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O valor de veículos elétricos e muito auto até para países de primeiro mundo e o preso das baterias de um veículo eletrico e de 30 a 60% do valor do veiculo

Lucas Antunes Da Silva 28/01/2021
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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

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  • Ponto positivo: Excelente iniciativa para o Brasil, sugiro um ponto polêmico que é o aumento incremental dos impostos para Carros a Combustíveis fosseis e com essa arrecadação extra podemos financiar a infraestrutura necessária para os carros elétricos.

    Mauricio Kushima 08/08/2024
    0
  • Ponto negativo: É necessária várias alterações, por exemplo, a continuidade dos carros híbridos. Pelo que entendi, o projeto visa a proibição dos motores a gasolina, mas sabemos que os carros híbridos com o passar do tempo estão evoluíndo e utilizando os motores apenas para gerar energia. Sobre o desemprego, isso é fato! Mas gente, é evolução, não existe mais telefonista, mensageiro, etc e nem vai existir taxista, atendente de banco, caixa de supermercado. Estude, capacite-ce, o mercado não vai ter pena de vc

    Silas Ramos 02/09/2021
    0
  • Ponto positivo: Acredito que seja um ponto positivo em relação à proteção para o meio ambiente. Não devemos pensar no individual e no presente e sim na coletividade e no futuro das próximas gerações.

    Silas Ramos 02/09/2021
    0
  • Ponto negativo: Não é sobre motores. É sobre liberdade. Era errado interferir na liberdade de escolha do consumidor. Continua errado pelo mesmo motivo. Deixem para o mercado e a consciência individual enterrar o motor à diesel. Se não ocorrer, é a vontade popular. Políticos, parem de impor suas convicções pessoais para a sociedade.

    Alexandre Grandi 24/06/2021
    0
  • Ponto negativo: Em contrapartida para a aprovação dessa PL, eu não vi até agora nenhum projeto que visa a repor as perdas tanto de arrecadação quanto as perdas para os trabalhadores que vão ser afetados por essa mudança de cenário devido a eletrificação dos veículos. Por exemplo, incentivar a capacitação dos trabalhadores e no caso da cadeia de produção do etanol, ajudar a transição para a produção de alimentos.

    Mauricio Kushima 27/05/2021
    0
  • Ponto positivo: Teremos uma grande redução nas emissões de poluentes e ao mesmo tempo garantiremos que o nosso parque industrial esteja competitivo com o mercado internacional, apesar de algumas ressalvas não podemos nos dar ao luxo de ficarmos pra trás nessa tendência mundial.

    Mauricio Kushima 27/05/2021
    1
  • Ponto positivo: Muito bom, principalmente os modelos híbridos, porque devido a maior autonomia teríamos menor consumo, tornando esses veículos viáveis para o consumidor em geral, tem potencial de forçar o mercado a reduzir o preço de combustíveis e consequentemente ajudar a girar o dinheiro na economia. Isso forçaria o carro usado a ficar mais barato e também, com maior acesso a tecnologia, surgiriam novas tendência de eletrificação dos usados, ou até mesmo de tecnologias para redução de consumo destes.

    Andre Oliveira 22/05/2021
    0
  • Ponto negativo: DESEMPREGO PARA VÁRIOS PROFISSIONAIS, MECANICOS, AGRICULTORES (ETANOL, BIODIESEL, BIOGÁS). QUEREM ISENTAR O PAGAMENTO DE IMPOSTOS PARA IMPORTAÇÃO DE VEÍCULOS ELETRICOS, MAS NÃO ISENTÃO OS CARROS HIBRIDOS NACIONAIS.

    REGINALDO ADRIANO RODRIGUES 31/01/2021
    1
  • Ponto positivo: SE PERMITIREM A CONTINUAÇÃO DOS CARROS HIBRIDOS, MUITOS EMPREGOS CONTINUARAM A EXISTIREM, NA CIDADE E NO CAMPO!

    REGINALDO ADRIANO RODRIGUES 31/01/2021
    0
  • Ponto negativo: O valor de veículos elétricos e muito auto até para países de primeiro mundo e o preso das baterias de um veículo eletrico e de 30 a 60% do valor do veiculo

    Lucas Antunes Da Silva 28/01/2021
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).