Enquete da PEC 179/2012

Resultado

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O que foi dito

Pontos mais populares

Aproxima mais o policial da comunidade jovem, e ainda mais tira o policial do bico informal e trás para um acúmulo legal

Alan Alencar 02/04/2019
17

OS LEGISLADORES NÃO DÃO A DEVIDA ATENÇÃO A PROJETOS DE LEI COMO ESTE. NO DF BOMBEIROS MILOITARES E POLICIAIS JÁ PODEM ACUMULAR COM CARGO DE PROFESSOR, ENGRAÇADO, A EMENDA 101 /19 DEU AOS MILITARES E BOMBEIROS O DIREITO A ACUMULACAO MAS, DEIXARAM OS GUARDAS MUNICIPAIS DE FORA... POLÍTICA...

Paulo 27/07/2022
3

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 27 encontrados.

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  • Ponto negativo: Infelizmente pelo que eu vejo esta PEC já era. Não vi salvo engano nenhum deputado policial se manifestar; sequer os policiais da ativa pressionarem . Acho que a grande maioria desconhece ou não tem interesse nela . Pena porque a PM conseguiu e agora tbm os professores, enfim....

    JOAO ALFREDO CHUFFE 20/12/2025
    0
  • Ponto positivo: Em algumas cidades o agente de trânsito recebe o insuficiente salário mínimo e as vezes tem habilidades em outras categorias a qual fica impossibilitado exercer por conta da atual legislação. Seria uma boa para todas as categorias a qual estão citadas na pec179/12 e a pec 211/16. Agora só falta andar, pois engavetou de vez. 20 poucos anos.

    Djjean Carlos 28/05/2024
    0
  • Ponto negativo: Referida PEC esta parada, não anda. Cadê os policiais deputados?? Os militares estaduais já podem , mas os demais policiais não !

    joao alfredo chuffe 03/03/2024
    0
  • Ponto positivo: A pec se encontra parada? Quando dará prosseguimento? É importante a aprovação da mesma

    Alisson Santos 06/02/2023
    4
  • Ponto negativo: OS LEGISLADORES NÃO DÃO A DEVIDA ATENÇÃO A PROJETOS DE LEI COMO ESTE. NO DF BOMBEIROS MILOITARES E POLICIAIS JÁ PODEM ACUMULAR COM CARGO DE PROFESSOR, ENGRAÇADO, A EMENDA 101 /19 DEU AOS MILITARES E BOMBEIROS O DIREITO A ACUMULACAO MAS, DEIXARAM OS GUARDAS MUNICIPAIS DE FORA... POLÍTICA...

    Paulo 27/07/2022
    3
  • Ponto positivo: Essa PEC aprovada seria um gesto de reconhecimento e gratidão pelas polícias estaduais, uma vez que se abrirá uma oportunidade singular para se complementar a renda e mostrará que esta nobre casa não aprova só matéria de militares como a PEC que permite a acumulação de cargo pelos militares que já foi aprovada.

    Assinante 05/06/2022
    2
  • Ponto positivo: Ponto positivo: temos milhares de profissionais médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem nas polícias estaduais e os mesmos poderiam auxiliar na saúde pública ao invés de fazer bico de segurança para complementar a renda

    Assinante 05/06/2022
    1
  • Ponto positivo: Ponto positivo: isonomia entre as polícias militares e civis. A PEC que permite as polícias militares e corpo de bombeiros militares a acumularem cargos na polícia e área privativa da área de saúde já foi aprovada faz tempo. Por que o tratamento discriminado entre as polícias militares e civis?

    Assinante 05/06/2022
    1
  • Ponto positivo: Essa PEC garante a igualdade entre os agentes de segurança pública, já que os Militares já conquistaram a acumulação de cargos, poderiam estender às demais categorias o mesmo direito. Muitos Policiais dependem desta PEC para desempenhar suas funções.

    Michele Cabral 04/05/2022
    1
  • Ponto positivo: Referida PEC corrige injustiça feita com as demais polícias, haja vista seus integrantes serem de extrema qualificação, podendo serem úteis à sociedade tb em outras esferas.

    joao alfredo chuffe 21/10/2021
    0
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  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    Altera a Lei nº 9.503, de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), para tipificar como contravenção penal a reincidência na condução de veículo com modificação destinada à emissão maior de ruído.

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).