Enquete do PL 3661/2012

Resultado

Resultado parcial desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 874 91%
Concordo na maior parte 62 6%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 9 1%
Discordo totalmente 17 2%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado parcial desde 06/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 1.468 81
Discordo 335 19

O que foi dito

Pontos mais populares

É uma forma de valorizar os técnicos e tecnólogos em radiologia que estudaram para trabalhar nessa área, é um absurdo profissionais alheios poderem atuar na área.

Lethycia Macedo 06/12/2018
66

não adianta aprovar a lei se não tem fiscalização.

Leandro Baptysta 14/12/2018
29

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 37 encontrados.

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  • Ponto positivo: São anos de incerteza, finalmente uma luz no fim do túnel. Essa PL é de suma importância para profissionais da radiologia.

    IURY CARDOSO SOARES 06/05/2026
    0
  • Ponto negativo: É necessário atenção às alterações relacionadas à jornada especial dos profissionais das técnicas radiológicas, considerando os riscos ocupacionais envolvidos na exposição à radiação ionizante.

    SAMUEL MOREIRA GOMES 04/05/2026
    0
  • Ponto positivo: Após mais de 14 anos de tramitação, é importante garantir segurança jurídica e critérios técnicos mais claros para atividades que envolvem radiação ionizante

    SAMUEL MOREIRA GOMES 04/05/2026
    0
  • Ponto negativo: Vejo como ponto negativos a falta de definição de um piso salarial em lei para esta categoria. Por conta disso, vivemos uma desvalorização da profissão por parte dos empresários e prefeituras do Brasil que sujeitam esta categoria a trabalhar por um salário mínimo e sem insalubridade. Como se ver em vários editais de concurso pelo Brasil, principalmente na região do nordeste. Então, essa falta de definicão do piso em lei leva a essa desvalorização da categoria que esta em exposição ocupacional.

    NILTON BOAES BARBOSA 05/04/2026
    0
  • Ponto positivo: A profissão de tecnólogo (técnicos) em radiologia carece da regulamentação com maior celeridade para que os direitos deste profissionais sejam respeitados, definir atuação, delimitar limites e guardar preceitos éticos.

    NILTON BOAES BARBOSA 05/04/2026
    0
  • Ponto positivo: A Lei trará segurança jurídica para os Tecnólogos que investiram na Educação Profissional na esperança de valorização e reconhecimento! Entrará mais um campo de trabalho que é a RADIOINSPEÇÃO. Em anexo tem a solicitação do piso nacional! Nós profissionais sabemos que muito ainda tem que ser feito. Só a concientização de se interar do que corresponde a nossa profissão trará mudanças! Estamos sem mudanças significativas desde 1985, ta na hora de mudar. ACORDA RADIOLOGIA! PATRICIA DIAS/PARÁ

    PATRICIA DIAS FERNANDES 05/12/2025
    0
  • Ponto positivo: O PL 3661/12 moderniza e regulamenta a profissão dos técnicos e tecnólogos em radiologia, garantindo segurança para profissionais e pacientes, reconhecimento legal e melhores condições de trabalho. A proposta fortalece o setor, impactando positivamente a saúde pública e a qualidade dos serviços de imagenologia no Brasil..

    TARCISO MEYRA GALVAO DA COSTA FILHO 29/04/2025
    1
  • Ponto positivo: Com aprovação dessa lei, é o começo para a valorização dos profissionais das técnicas radiológicas, muita coisa deve ser revisada, porém precisamos de um começo, é um absurdo imaginar que os tecnólogos não estão na legislação.

    FERNANDA JESUS DOS SANTOS 28/04/2025
    3
  • Ponto positivo: Vislumbro pela aprovação com urgência de uma PL 3661/2012 que já se arrata desde 2012. Cerca de 13 anos estamos lutando por um direito profissionais de Tecnólogo em Radiologia, onde conseguimos através deste governo atual e dos parlamentares. Creio pela aprovação imediata de deputados federais comprometido pela causa

    ELENIR MARTINS NOBRE 17/04/2025
    6
  • Ponto negativo: Faltou incluir na proposta a obrigatoriedade para que o setor Privado e o Setor Público, paguem no mínimo a referência de 2 salários mínimos mais insalubridade de 40%. Férias anuais de 20 dias a cada 6 meses - Carga horária de 24 horas semanais.

    PATRICIA JUNGBLUTH THOMPSON FLORES 16/04/2025
    6
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.