Enquete do PL 3179/2012

Resultado

Resultado parcial desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 418 57%
Concordo na maior parte 40 5%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 20 3%
Discordo totalmente 257 35%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado parcial desde 06/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 72 95
Discordo 4 5

O que foi dito

Pontos mais populares

Um grande passo para o desenvolvimento da educação, pois os pais tem o direito de optarem pelo método de ensino oferecidos a seus filhos. Preservando valores da família e conservando valores. As crianças de socializam em todos os lugares e não somente na escola.

Natalia 20/02/2019
50

Escola vai muito além da transmissão do conhecimento. A escola exerce um papel fundamental no convívio social, importantíssimo ao desenvolvimento humano, favorecendo a interação entre os pares, o aprendizado da cooperação e o fortalecimento de vínculos afetivos. Essa PL é absurda .

Rosana Cartelli 17/03/2021
24

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 97 encontrados.

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  • Ponto positivo: Acho um absurdo as pessoas me falarem que é obrigatório colocar uma criança de apenas 4 anos de vida na escola. Deveria ser optativo, o meu filho mais velho coloquei nesta idade e me arrependo muito, vivia doente, não tem nada de socialização pois ele ficou muito tímido, professores e coordenadores que vivam gritando com aquele monte de aluno. Pelo menos na educação infantil e fundamental I deveria ser opcional. O discurso é um, mas a realidade que as crianças passam na escola é outra.

    SIDEANE MATTOS DE NADAI 08/05/2024
    1
  • Ponto positivo: São inúmeros os pontos positivos dessa modalidade de ensino para quem quer, que seus filhos tenham qualidade de ensino, uma vez que os pais não precisam ser os professores de seus próprios filhos, a inovação da internet, modificou o mundo como conhecíamos, e a liberdade de escolher os professores, é única. Também vejo uma possibilidade de liberdade no direcionamento das atividades extracurriculares, uma vez que se pode escolher o que a criança fará a qualquer tempo, dança, jogos pedagógicos etc.

    Patricia Campos 28/01/2023
    3
  • Ponto positivo: O conhecimento nos leva a LIBERDADE e não ao confinamento.

    Joao Silva 25/01/2023
    3
  • Ponto positivo: SabemNão é de hoje que vemos a escola convencional e impositiva cair aos pedaços, essa possibilidade liberta os pais aflitos para que possam ensinar seus filhos de maneira livre, limpa e clara, o compromisso escolar em conjunto com as arbitrariedades e ainda o descaso com os alunos que sofrem bullyng, descriminação de classe social, cor, avanço ou atraso intelectual, são coisas que os defensores da suposta escola socializavel não falam, pois assim conseguem destruir qualquer possivel destaque...

    DENISE THOBER 09/01/2023
    5
  • Ponto positivo: Não é de hoje que vemos a escola convencional e impositiva cair aos pedaços, essa possibilidade liberta os pais aflitos para que possam ensinar seus filhos de maneira livre, limpa e clara, o compromisso escolar em conjunto com as arbitrariedades e ainda o descaso com os alunos que sofrem bullyng, descriminação de classe social, cor, avanço ou atraso intelectual, são coisas que os defensores da suposta escola socializavel não falam, pois assim conseguem destruir qualquer possivel destaque...

    Oberdan Nascimento 09/01/2023
    4
  • Ponto negativo: A falta de divulgação da possibilidade de escolher esse modelo de educação(homescholling) , as secretaria de educação deveriam reunir todos os pais e informar melhor sobre uma noticia tão significante que essa pl nos traz, dar condições para os pais que assim quisessem fazer e fiscalizar. Outro dia vi uma politica num palanque falando que isso é coisa de rico e que os pobres seriam prejudicados, não é assim . Sabemos que essa lei é uma possibilidade e não uma obrigação.

    Daniela de Freitas Borges 02/08/2022
    3
  • Ponto positivo: Vim até aqui ter alguma luz pois ontem depois de tantas coisas que ja´ouvi , ontem foi com minha filha, a professora dela recusou que ele fosse ao bebedouro encher a garrafa d'agua e disse que o bebedouro só abriria as 16 horas... o que ela fez foi desumano, fora outras coisas que não caberiam aqui. Estou cansada de deixar minha filha com pessoas sem preparo ou no mínimo empatia. Gostaria muito de mais informações, as secretarias de educação deveriam auxiliar a população nessa escolha.

    Daniela de Freitas Borges 02/08/2022
    4
  • Ponto positivo: Os pais devem ter direito de educar os seus filhos! Cada família, cada ser humano é único e não cabe ao Estado definir o que é melhor para essas famílias. A educação SEMPRE foi homeschooling, desde o início, escola é um fenômeno recente! Além disso, não existe nenhuma evidência de que há algum tipo de prejuízo social ou cognitivo em crianças em educação doméstica, muito pelo contrário! São muito mais inteligentes e sociais do que as que vão para a escola.

    Rian Fagundes 30/06/2022
    4
  • Ponto positivo: O projeto trata de ampliar a educação. Ninguém será obrigado a tirar o filho da escola para ensinar-lhe em casa. Esta é uma possibilidade para as famílias que querem. Não é prerrogativa principal da escola socializar. Ademais, há muitos grupos para se praticar atividades sociabilização.

    Renata Maria Souza Vasconcelos 17/06/2022
    5
  • Ponto positivo: O Estado Democrático deve oferecer alternativas para a educação escolarizada que não se restrinja aos muros da escola. Socialização acontece em todos os ambientes sociais! Escola não é, por si só, garantia de sociabilidade adequada: situações de bullying, segregação, violências, podem mais isolar a criança/adolescente do que promover a interação. Sim ao direito de ensinar com atenção exclusiva, de promover a socialização em casa (tão necessária hoje) e fora dela, em todos os ambientes saudáveis

    leandro gomes dos santos 27/05/2022
    5
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição

  5. PL 5942/2025

    Dispõe sobre a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Turismo - SENATUR e do Comitê Intersetorial de Investimento no Turismo

  6. PL 2531/2021

    O Projeto de Lei 2531/21 institui o piso salarial nacional para os profissionais que trabalham nos setores técnico e administrativo das escolas de educação básica, que será inicialmente de R$ 2.164,68 mensais. O texto tramita na Câmara dos Deputados. Pela proposta, o piso será pago para jornada de trabalho de 40 horas semanais, garantindo-se a proporcionalidade do valor para jornadas diferentes. O projeto prevê ainda a atualização anual do piso, no mês de janeiro, com base nos índices oficiais de inflação. A autora do projeto é da deputada Rose Modesto (PSDB-MS). “Uma nação que pretenda priorizar a educação não pode esquecer do papel fundamental que a gestão escolar, exercido por profissionais dos quadros de pessoal técnico e administrativo, tem para garantir que a escola funcione em harmonia e alcance seus objetivos”, disse. Ela afirma ainda que o valor proposto equivale a 75% do piso nacional para o magistério público da educação básica (hoje de R$ 2.886,24). Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Educação; Trabalho, de Administração e Serviço Público; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei