Enquete do PL 2680/2011

Resultado

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O que foi dito

Pontos mais populares

Com a redução da carga horária de trabalho diária é possível os Fibromiálgicos cumprirem a jornada, reduzindo significativamente o número de afastamentos e de licença saúde.

Izabel Gadelha 26/06/2019
31

Acredito que a carga horária semanal no trabalho, não deveria ultrapassar as 20h (4h/dia). O dispêndio de tempo/energia não se dá apenas com a atividade física, temos médicos, fisioterapeutas, acupunturistas, cuidados pra preparar uma alimentação adequada e etc. Além disso, tarefas cotidianas são demasiadamente desgastantes para nós, devido às características degenerativas e limitantes da sindrome. Tenho afastamentos profissionais constantes, por não trabalhar em carga horária compatível.

Abdalla Lima 20/04/2021
15

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 23 encontrados.

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  • Ponto positivo: Ao meu ver, a diminuição da carga horária seria um benção, descobri que tenho fibromialgia à 5 meses, tem dias que mal consigo trabalhar, já faltei ao trabalho várias vezes porque não conseguia levantar da cama de tanta dor. Tenho 28 anos e pra mim está sendo um grande desafio, tem dias que nem vontade de viver tenho mais, não lembro quantas vezes já pedi à Deus pra Ele tirar minha vida que não estava aguentando de dor. Trabalho 9h por dia só Deus sabe como estou no final do expediente.

    SAMARA PEREIRA DE ASSIS 07/08/2025
    0
  • Ponto positivo: Como professora e fibromiálgica há anos, me sinto muitas vezes sem energia, em pânico por não corresponder ao que eu acho que seria o ideal. Essa redução de carga horária seria muito importante, pois poderia cuidar de mim, e ainda assim continuar na minha profissão que tanto amo e sei que posso me dedidar.

    Jaqueline Stobienia Gonçalves 11/07/2023
    7
  • Ponto positivo: A redução da jornada de trabalho para o/a portador/a de fibromialgia é fundamental e necessária, considerando a dificuldade para desenvolver seus trabalhos, uma vez que a dor e a fadiga os acompanha diariamente. Uma jornada de 8h por dia é massacrante para quem convive com essa síndrome, pois não resta tempo para a realização de atividade física e terapias que levam a uma melhor qualidade de vida! Não queremos deixar de trabalhar, queremos trabalhar, mas com qualidade de vida!

    Petha Lima Costa 03/08/2022
    7
  • Ponto positivo: Deveríamos ter direito a redução da carga horária principalmente no caso dos professores.

    JOCILDA RODRIGUES DA SILVA 13/04/2022
    3
  • Ponto positivo: A redução de carga/horaria de trabalho possibilita melhor qualidade de vida aos portadores da doença, no entanto redução de apenas 4h semanais para exercícios físicos nao diz muito, tendo em vista a dificuldade que a pessoa encontra para realizar todas as suas atividades e cuidar de sua saúde e ainda trabalhar se torna algo quase impossível!!!!!! Os fibromialgicos merecem respeito!!

    MICHELE GULAO DA SILVA E SILVA 14/12/2021
    6
  • Ponto positivo: Essa Lei viria a agregar à sociedade, uma vez que o trabalhador teria melhor condiçoes de se tratar e melhorar, ainda que pouco, sua qualidade de vida. Da maneira como vivemos atualmente, revezamos entre atestados médicos e presenteísmo, pois temos que escolher entre nos tratar ou trabalhar. Ou seja, nunca produzimos para sociedade! Como já relatado por outros, para termos certa qualidade de vida precisamos de vários acompanhamentos médicos e holísticos, o que demanda tempo e dinheiro.

    Roseli Hijo 27/07/2021
    6
  • Ponto positivo: Eu ainda trabalho com dor mas vou

    Joice Ramosbuenopereira 13/06/2021
    0
  • Ponto positivo: É preciso reabilitação e avaliar cada caso. Eu por.exemplo sou portadora de Fibromialgia refratária ( sem tratamento medicamentoso) pois sou alérgica as medicações. Tenho que fazer fisioterapias, hidroginástica, exercícios físicos adequados e estou desempregada. Como posso pagar por todo esse tratamento?

    Elaine D P Moura 28/04/2021
    5
  • Ponto positivo: É preciso garantir atividade física como parte do tratamento multidisciplinar para todos os pacientes com fibromialgia. O que este PL propõe é efetivamente uma garantia e dá esperança de continuidade de tratamento e respeito aos pacientes que sofrem com essa doença invisível e difícil de suportar diariamente. Sofro com fibromialgia há mais de dez anos e o passar do tempo não nos favorece.

    Flávia Felipe 20/04/2021
    10
  • Ponto negativo: Acredito que a carga horária semanal no trabalho, não deveria ultrapassar as 20h (4h/dia). O dispêndio de tempo/energia não se dá apenas com a atividade física, temos médicos, fisioterapeutas, acupunturistas, cuidados pra preparar uma alimentação adequada e etc. Além disso, tarefas cotidianas são demasiadamente desgastantes para nós, devido às características degenerativas e limitantes da sindrome. Tenho afastamentos profissionais constantes, por não trabalhar em carga horária compatível.

    Abdalla Lima 20/04/2021
    15
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei