Enquete do PL 6699/2002

Resultado

Resultado final desde 10/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 394 94%
Concordo na maior parte 16 4%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 9 2%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado final desde 10/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 7 70
Discordo 3 30

O que foi dito

Pontos mais populares

A Engenharia tem alto poder lesivo a sociedade, os diversos acidentes, cada vez mais recorrentes, demonstram claramente a necessidade de se ter legislação condizente com tais riscos com capacidade de inibir o exercício ilegal, garantindo que somente engenheiros com a devida formação e atribuição possam desenvolver as atividades da Engenharia

Rogerio Moreira Lima Silva 12/02/2021
25

Maior valorização do profissional da área, que já sofre com o compartilhamento de serviços com profissionais de outras áreas.

Selma Alves de Oliveira 12/02/2021
5

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 32 encontrados.

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  • Ponto positivo: Acredito que devemos valorizar as profissões devidamente registradas e acompanhadas por seus Conselho de Classe. Pois não é aceitável que pessoas inescrupulosas se utilizem do exercício profissinal sem o devido registro e o que é pior, sem nenhuma habilitação para o exercício.

    Abelar Santana Morais 11/10/2022
    1
  • Ponto positivo: Execelente iniciativa!!! Devemos valorizar a dedicação e comprometimento de anos de estudo para exercer de modo seguro e eficiente a profissão de engenheiro, tirando assim curiosos da área que visam somente o financeiro da profissao sem passar pelas abdicações que a profissão exige!!!

    Fabio Ximenes 07/07/2022
    0
  • Ponto positivo: Excelente proposta. Chega de ver serviços executados por outro grupo que não o própria com registro CREA

    Enoque Sobrinho Silva de Queiroz 31/05/2022
    0
  • Ponto positivo: O exercício ilegal da profissão causa prejuízo, muitas vezes irreparáveis, para a população. Francisco de Assis Souza Dantas - Engenheiro Civil. 21/03/2022

    FRANCISCO DE ASSIS SOUZA DANTAS 21/03/2022
    2
  • Ponto positivo: Ótima iniciativa. Recomendo alterar conotação para "Saúde e segurança pública". Incluir também as demais áreas técnicas/tecnológicas da construção civil.

    Was CaGo 21/03/2022
    2
  • Ponto positivo: Cada modalidade da Engenharia exige vários anos de especialização no curso de graduação. É irresponsabilidade um profissional de uma determinada modalidade da Engenharia exercer a função de outra modalidade sem ter cumprido uma graduação completa dessa outra modalidade. Isto é básico, é lógico e é óbvio.

    Carlos Simões de Campos 20/03/2022
    2
  • Ponto positivo: Infelizmente temos muitas modalidades de engenharia que sem saber assumem a engenharia elétrica onde são os causadores dos vários acidentes e incêndios. Já pensaram se engenheiros eletricistas assumissem a engenharia civil? Pois esse é o maior problema presente.

    Aureovaldo Barros Junior 22/02/2022
    6
  • Ponto positivo: O Engenheiro Eletricista precisa de respeito, pois a enormidade de acidentes que são causados devido a outros que não são da área, intervir e venderem serviços é grande.

    VITOR BONATO PACHECO 10/12/2021
    5
  • Ponto positivo: Este projeto é bem vindo. Existem uma série de conselhos que procuram burlar a legislação que estabelece as atribuições profissionais dos engenheiros concedendo as mesmas atribuições de engenharia para técnicos de segundo grau e outros profissionais de formação científica e não afim com a engenharia.

    Antonio Carlos Caetano 09/12/2021
    8
  • Ponto positivo: A modalidade predominante num hospital é a engenharia elétrica ja que temos nos hospitais alimentação elétrica em media tensão, distribuição em baixa tensão, fontes alternativas(geradores e baterias),automação, deteção e alarme, no entanto o gerenciamento são de civis ou arquitetos que na maioria dos casos não tem o menor conhecimento técnico.

    ANTONIO CARLOS SOUTELLINO DA COSTA 08/12/2021
    2

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

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