Enquete da PEC 22/2011

Resultado

Resultado final desde 03/05/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 498 98%
Concordo na maior parte 4 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 5 1%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado final desde 03/05/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 9 100
Discordo 0 0

O que foi dito

Pontos mais populares

E desumano vermos esses profissionais trabalhando dia adia, por baixo de sol chuva, enfrentando áreas alagadas, áreas de ressacas em pontes em becos em todos os lugares. Mas não deixa de desempenhar seus papéis. Muitas das vezes não tem aparo jurídico e profissional através de qualificação, de cursos, etc.. Mas mesmo assim eles não se acordaram e enfrentam todos os problemas para que a população tenha saúde de qualidade. O Brasil deve exaltar essa profissão tão honrosa e amiga

cleucio palheta pantoja 16/06/2021
18

Os profissionais precisam desse valor e tambem precisam tambem do suporte das prefeituras na questao de epi e epc.Esperamos que os depultados olhem com bons olhos para essas pautas

Wagner Pessoa 20/07/2021
14

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 65 encontrados.

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  • Ponto positivo: Categoria a qual é o pilar de sustentação do SUS. Mais do que merecido, são verdadeiros heróis!

    Wesley Douglas Pereira 03/05/2022
    0
  • Ponto positivo: Trabalham arduamente, muitas vezes enfrentando condições insalubres.

    Regiane Marques 22/04/2022
    1
  • Ponto positivo: Uma das categorias de trabalho mais importantes do Brasil.

    Regiane Marques 22/04/2022
    1
  • Ponto positivo: Essa valorização é mais que justa, a maioria dos ACS(s) são procurados em casa fora do horário de trabalho e não recebem hora extra, utilizam veículo próprio com gastos com combustível isto nas Zonas Rurais para manterem suas produções em dia, recebem ligações até aos finais de semana e feriados e atendem a todos respondendo sobre o trabalho. Quase sempre estão em contato direto com pacientes com doenças transmissíveis como tuberculose, hanseníase, COVID, etc.

    FRANCISCO DE ASSIS SILVEIRA JUNIOR 10/04/2022
    2
  • Ponto positivo: Vai valorizar muito essa categoria , que nunca irá deixar de ser importante na promoção da saúde no Brasil.

    JOSE AUGUSTO VENANCIO DA SILVA 08/04/2022
    2
  • Ponto positivo: Merecimento e reconhecimento

    MONIQUE PEREIRA DO NASCIMENTO 07/04/2022
    1
  • Ponto positivo: Concordo plenamente pela aprovação desta pec, pois os agentes de saude merecem ser reconhecidos justamente. É necessario que sejam aprovados e já de antemão, repassem esse salario corretamente ás contas dos mesmos. Seria ótimo se esse repasse fosse direto para a conta, mas passa para os municipios. Aguardemos os nobres Senadores aprovarem ainda neste mes!

    MONIQUE PEREIRA DO NASCIMENTO 07/04/2022
    1
  • Ponto negativo: Demora pela aprovação, a categoria é merecedora e a anos tem essa luta por melhorias.

    Michelle Dayane 01/04/2022
    1
  • Ponto positivo: A favor da pec, pois esta categoria é merecedora pelo serviço prestado ao cidadãos brasileiros seja na zona urbana ou rural, sol ou chuva. Estes sempre esteve trabalhando em favor da saúde.

    Michelle Dayane 01/04/2022
    1
  • Ponto positivo: RESISTENCIA SEMPRE OBJETIVO DE ORIENTAR E DIVULGAR A VIDA.

    marcelo campos 31/03/2022
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei