Enquete do PL 117/2011

Resultado

Resultado parcial desde 11/04/2018

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O que foi dito

Pontos mais populares

Os custos de um isdoso ou deficiente são altos, gastos com remédios e equipamentos que os ajudam a ter viver e tentar ter uma vida de qualidade muitas das vezes esse valor ainda não da.

Felipe Lacerda 02/09/2019
14

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Exibindo resultados 1 a 9 de 9 encontrados.

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  • Ponto positivo: Ajudará pessoas com deficiência, muitas mães precisam parar de trabalhar, para cuidar de seus filhos. E só com o salário do esposo é muito difícil, pois tem muitos gastos.

    Barbara Maria Medeji Rosa 04/02/2020
    1
  • Ponto positivo: Vai ajudar pessoas com deficiência, que além de não ter condições em muitos casos de trabalhar e ter vários gastos a mãe também sofre com falta de inclusão.

    Juliana Marques 04/02/2020
    2
  • Ponto positivo: O antigo valor beneficiava somente pessoas à beira da miséria.

    Melody 16/01/2020
    2
  • Ponto positivo: Precisei parar de trabalhar para cuidar do meu filho com má formação no cérebro e tem somente a renda de meu marido que não é muito. Essa renda me ajudaria muito com meu filho pois temos gastos e com falta de renda, pois não tem como eu trabalhar.

    Denise T Medeji Brizante 21/12/2019
    3
  • Ponto positivo: precisamos pois os gastos sao muitos ter crianças especial e muito gastos fraldas remedios e ter que pagar aluguel agua luz gaz

    Misma Da Silva Freitas Freitas 17/11/2019
    2
  • Ponto positivo: Tenho uma irmã com paralisia cerebral grave,hoje ela tem 42 anos, minha mãe tem 63. Agora imagine um idoso que cuidou de seu filho por toda a vida ter esse direito negado. SOU A FAVOR, A LEI É JUSTA! PARABÉNS.

    LEANDRO 12/11/2019
    6
  • Ponto positivo: Vai dar diginidade a pessoas com deficiência e idosos. Isso ainda é pouco deveria nem se quer existir renda nenhuma. Mais ja é uma grande Vitória esse pl.

    Elisangela leite silva 11/11/2019
    3
  • Ponto positivo: Os custos de um isdoso ou deficiente são altos, gastos com remédios e equipamentos que os ajudam a ter viver e tentar ter uma vida de qualidade muitas das vezes esse valor ainda não da.

    Felipe Lacerda 02/09/2019
    14
  • Ponto positivo: Ajudar os mais desprovidos

    Marcos Valencio 23/05/2019
    10
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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