Enquete do PL 96/2011

Resultado

Resultado parcial desde 03/05/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 21 53%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 3%
Discordo totalmente 17 44%

O que foi dito

Pontos mais populares

Reduzir riscos de manipulação das eleições.

Diego C Fracasso 19/10/2022
2

Estranho : 12 dias da eleição mais importante do Pais.

CELIO CHAVES 19/10/2022
0

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

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  • Ponto positivo: O projeto de lei precisa IMPEDIR pesquisas de voto. Se não fosse a tendência que as pesquisas causam na população, jamais haveria polarização, e nós veríamos candidatos menores mais bem colocados. Isso precisa acabar urgentemente. Isso não é censura, isso é poder libertar as amarras do povo com as tendências indicadas pelas pesquisas, as quais são fraudulentas, fraudes feitas com cautela de modo que não pareça, mas está dando méritos a determinado candidato. Isto precisa ser impedido logo!!

    Rafael Schimanski Gwadera 21/10/2022
    0
  • Ponto negativo: Condenar o profissional a 10 anos de cadeia porque o eleitor mudou de opinião é sinistro e absurdo! Censura! Contra a democracia!

    Cheryl Berno 19/10/2022
    0
  • Ponto negativo: Os candidatos conservadores foram muito prejudicados pela manipulação nas pesquisas eleitorais neste ano de 2022. Mas perseguir e censurar não pode ser a solução. Precisamos de mais liberdade, mais concorrência nas pesquisas eleitorais e menos burocracia para que cada pesquisa seja julgada pelos eleitores, com base em suas performance. Liberem para que as pesquisas e suas divulgações sejam LIVRES. LIBERDADE!

    António César Júnior 19/10/2022
    0
  • Ponto positivo: Combater a desinformação. Ficou claro nas ultimas pesquisas o quão tendenciosas elas estavam e como errou completamente.

    Guilherme Miranda 19/10/2022
    2
  • Ponto negativo: Essa discussão acontece durante a eleição, claramente com viés eleitoreiro. O resultado ainda precisa ser compreendido estatisticamente e os dados possuem mais variáveis não mapeadas.

    Francisco Abranches Martins Martins 19/10/2022
    0
  • Ponto negativo: Esse assunto não é emergencial e poderia ser discutido sem vies politico eleitoreiro.

    Valter Abranches 19/10/2022
    0
  • Ponto negativo: Arbitrariedade do congresso, motivado por interesse próprio e não por benesses popular.

    Paulo Andre Galo 19/10/2022
    0
  • Ponto negativo: Os resultados negativos ou não identificado em uma pesquisa são a base de aprimoramento de qualquer método.

    Valter Abranches 19/10/2022
    0
  • Ponto positivo: Reduzir riscos de manipulação das eleições.

    Diego C Fracasso 19/10/2022
    2
  • Ponto negativo: Isso vai servir para intimidar os institutos de pesquisa,prisão aos estatisticos ,onde já se viu isso, que pais é esse.

    Jorge Luis de oliveira Vargas 19/10/2022
    0
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  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  2. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

  3. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 1001/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas à política fundiária e à reforma agrária, extinguindo o INCRA, e dá outras providências.