Enquete do PL 7081/2010

Resultado

Resultado final desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 34 94%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 2 6%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado final desde 06/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 175 93
Discordo 14 7

O que foi dito

Pontos mais populares

O TDAH atinge várias crianças e adolescentes os quais ainda não conseguem receber o tratamento adequado. Para que estas crianças possam ter uma vivência social saudável, precisam de diagnóstico, tratamento e adequação do sistema educacional de ensino.

Daniele Oliveira 01/04/2019
5

Deve conter no cadastro do senso do MEC a relação destes estudantes. Escolas públicas e privadas.

Gilmar de Marchi 01/03/2019
0

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 13 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Sou professora, acho muito triste ter que promover o aluno sem adquirir o aprendizado necessário, isso é negligência do sistema de educação em geral, é subestimar a capacidade do aluno. Por isso, essa Lei vem para agregar e beneficiar os estudantes, e quanto mais cedo for detectado, mais cedo a criança tem oportunidade de receber ajuda. É difícil para apenas uma professora ajudar todos os alunos durante o período de aula mas, como a ajuda dos Agentes de apoio, podemos dar maior atenção p/ eles

    ROSEMEIRE DE JESUS GALVAO DIAS 21/12/2022
    0
  • Ponto positivo: Essa Lei me trouxe muito apoio, segurança, é apoio na busca dos direitos do meu filho e tantas outras crianças e adolescentes que sofrem com esses transtornos e são marginalizados no próprio ambiente escolar por professores e donos de escola. Obrigada meu Deus. É todos que votaram a favor.

    Geane 09/12/2021
    0
  • Ponto positivo: Tendo em vista que a Constituição Federal garante que todos sejam tratados iguais na medida de sua igualdade, a sanção desta lei possibilitará minimizar as disparidades e até mesmo a limitação dos profissionais que promove a "educação" destes cidadãos. É de suma necessidade que as escolas olhem seus educandos com outros olhos, e deixem de tratar como preguiça o que na verdade é um transtorno de aprendizagem, o que diminuirá a evasão escolar, e possibilitará um sentimento de equidade!

    Josivony Tiago 25/11/2021
    1
  • Ponto positivo: Equidade entre as pessoas. Inclusão das pessoas com a limitação. No japão, já existe essa lei aprovadA, com diversos direitos para as pessoas com o TDHA.

    falecomcarlosalberto1@gmail.com 27/04/2019
    2
  • Ponto positivo: É de extrema importância que seja diagnosticado o mais rápido possível para que os prejuízos sejam menores ao aprendizado e comportamento da criança, ao convívio no ambiente escolar e ao professor. A demora em tratar, causa uma demanda desnecessária a escola.

    Lidiane Costa 02/04/2019
    3
  • Ponto positivo: É extremamente necessário que o poder público busque identificar esses alunos e tratá-lo respeitando suas diferenças

    Gabriela De Freitas Alves 02/04/2019
    0
  • Ponto positivo: Crianças com TDAH precisam de cuidados pedagógicos mais individualizados. Muitas crianças fazem acompanhamento multidisciplinar e uso de medicamentos, mas se a escola não estiver preparada para lidar com esses alunos, o esforço acaba sendo nulo.

    Rosangela Soares 02/04/2019
    0
  • Ponto positivo: tenho um filho de 10 anos tdah e com dislexia tive que largar o trabalho pra fazer o acompanhamento neurologico e psicólogo, os remefios são caros nas escolas e tudo muito dificil por que quase ninguem entende

    Tereza Maia 02/04/2019
    1
  • Ponto positivo: As crianças necessitam de ajuda, orientação e acompanhamento.sem eles dificilemte consegue e ainda pode gerar ou aumentar a depressão, pois se acham BURROS

    Ana Keli Linhares Rangel 02/04/2019
    1
  • Ponto positivo: Quanto mais cedo as crianças tiverem acesso ao suporte para suas dificuldades, melhor será o desenvolvimento dela como ser humano capaz de conviver e ser um profissional de sucesso!

    Priscila Galon 02/04/2019
    3

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.