Enquete da PEC 446/2009

Resultado

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Opção Participações Percentual
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O que foi dito

Pontos mais populares

Com um piso salarial nacional não haveria risco de paralisação das PM's do país.

Robson Alves Quintanilha 20/05/2020
2

Muito descaso com um assunto importante como esse há 17 (DEZESSETE) anos parado, e que valorizaria quem deixa a sua família para cuidar da vida e proteger outras, a discriminação entre os estados não é justa pois as missões são as mesmas em qualquer ente federativo. Coloquem em pauta e votem, assim como a PEC 317/2022, valorizem as forças de segurança deste País.

FABIO MIRANDA GOMES 26/04/2026
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Exibindo resultados 1 a 10 de 13 encontrados.

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  • Ponto negativo: Muito descaso com um assunto importante como esse há 17 (DEZESSETE) anos parado, e que valorizaria quem deixa a sua família para cuidar da vida e proteger outras, a discriminação entre os estados não é justa pois as missões são as mesmas em qualquer ente federativo. Coloquem em pauta e votem, assim como a PEC 317/2022, valorizem as forças de segurança deste País.

    FABIO MIRANDA GOMES 26/04/2026
    0
  • Ponto positivo: Vamos apoiar quem te protege!

    denyson anderson assis lira 18/08/2022
    0
  • Ponto positivo: Senhores políticos desse país!...nada mais justo para uma força de trabalho que trava uma guerra diária dia após dia. Contra os transgessores da lei. Profissionais esses que estão sempre na linha de frente; mesmo em período de pandemia sem saber se irão voltar para os seus lares. Piso Nacional pra ontem já!

    MARIO RODRIGUES DA SILVA NETO 08/08/2022
    1
  • Ponto positivo: Iria corrigir uma dívida histórica com a categoria que trabalha diariamente para proteger é a sociedade e são má remuneradas pela maioria dos estados.

    weldson reis lima 13/05/2022
    0
  • Ponto positivo: Acredito que o fortalecimento da classe policial no que se trata da melhoria e garantia de piso salarial consiste no melhor bem estar dos profissionais e suas famílias; mais que perecido já que se trata da tripa de frente ao enfrentaremos da criminalidade. É justa e notória essa necessidade!

    Lucas Emanuel 12/05/2022
    0
  • Ponto positivo: Os policiais cada dia mais enfrentam uma criminalidade mais cruel, alem disso, foi uma das poucas categorias que trabalhou todo dia durante a pandemia, mesmo sem vacina. Perdemos muitos policiais. Essa PEC vem corrigir uma dívida histórica com os nossos policiais, remunerando melhor, já que a realidade nos Estados é de baixos salários e péssimas condições de trabalho.

    Luciano Livio 29/03/2022
    0
  • Ponto positivo: Se faria justiça à uma classe que há anos é injustiçada, e que é fundamental para a manutenção da ordem pública, principalmente hoje em dia, diante dessa violência desenfreada! Senhores deputados, senadores e etc...,coloquem a mão na consciência de vcs,e façam o que é justo. Grato!

    ROMUALDO DE SOUSA SANTOS FILHO 15/03/2022
    0
  • Ponto positivo: Seria justo, mais que justo, policiais no Brasil sofre em vários aspectos, salários, não são reconhecido, são discriminados,são condenados antes de serem julgados, põe sua vida em risco pra defender uma sociedade que os condenam. São julgados, e tem que custear sua defesa com os mísero salários . Tem que fazer bico pra tentar ter uma vida mais digna. São incansável, não fogem da batalha, sangram até a morte para proteger o desconhecido. Merecem um bom salário, URGENTE.

    Demolidor vanhells 23/02/2022
    0
  • Ponto positivo: Uma classe essencial, essa dos policiais, mais que merecido um piso nacional salarial, pra não ficar nas mãos de políticos que ora paga como bem quer e entende. Mais que merecido, é justo dá um pouco de dignidade a esses profissionais que trabalham diuturnamente, de sol a sol, de chuva a chuva, não tem dia, não tem hora, não tem feriado, arriscando a própria vida, da sua família, sacrificam sei lazer. Uma vida muito sofrida. Que pelo menos tenham um salário e condições mais dignos.

    sirleide maria da silva silva 06/02/2022
    0
  • Ponto positivo: Nada mas justo termos nosso piso salarial assim como outras classes, citando os professores que recentemente teve um grande reconhecimento no aumento do seu piso salarial por parte do Governo Federal. cabe ressaltar que a anos nós policiais estamos nessa batalha a qual foi adormecida e nada se comenta.

    Jocenildo Costa 02/02/2022
    1
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  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PLP 439/2017

    Altera a Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, para disciplinar o processo de equacionamento de planos de previdência complementar deficitários, e dá outras providências.

  4. PL 2332/2022

    Altera a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (Estatuto do Servidor Público Federal), para permitir que servidor público possa ser microempreendedor individual (MEI).

  5. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  6. PL 3015/2025

    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei