Enquete do PL 6299/2002

Resultado

Resultado final desde 24/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 41 6%
Concordo na maior parte 13 2%
Estou indeciso 4 1%
Discordo na maior parte 28 5%
Discordo totalmente 516 86%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado final desde 24/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 2.184 8
Discordo 23.703 92

O que foi dito

Pontos mais populares

Nenhum, so vai aumentar o número de agrotóxicos.

Pedro Vilarinho 29/04/2020
27

Falha na fiscalização O carácter político posto de forma superior ao carácter técnico na hora de fiscalizar Aumento dos problemas ambientais e sanitários devido a liberação de produtos , comprovadamente, tóxicos

Mikaele Epifanio 28/03/2019
45

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 69 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Em 2018, o Ibama e a Anvisa apontaram que a proposta aprovada é inconstitucional e possui falhas que prejudicariam a fiscalização dos produtos, colocando em risco a saúde da população.

    Glycon CardosoFilho 13/02/2023
    1
  • Ponto positivo: não existe nenhum ponto positivo em aprovar uma lei dessas que contribui para a morte do Meio Ambiente e severos prejuízos a vida humana

    Denise Oliveira Dias 12/10/2022
    3
  • Ponto negativo: Veneno é veneno, não adianta maquiar o nome se os danos são tão severos, precisamos de mais pesquisas e incentivar medidas alternativas de produção ao invés de apoiar o que comprovadamente é prejudicial ao Meio Ambiente e saúde humana. Essa proposta apenas beneficia os produtores, um absurdo.

    Denise Oliveira Dias 12/10/2022
    2
  • Ponto negativo: Chega de venenos que já são recusados na maioria dos países.

    Matheus Raddi 10/10/2022
    5
  • Ponto negativo: Até que ponto os produtos agrícolas precisam de agrotóxicos? E até que ponto, existe um limite de dose que não venha prejudicar os consumidores? E o cultivo familiar, até que ponto o governo investe, contempla e a produção orgânica. Desde que esse governo assumiu até que ponto nos prejudicou nesse sentido? O número de caso de câncer nas pessoas aumentando a cada dia. Amanhã poderá ser você, ou u familiar, ou o próprio político que está aprovando esses projetos.

    Jonhson Silva 04/08/2022
    6
  • Ponto negativo: É sabido e comprovado pela ciência, esse tipo de produto químico é altamente prejudicial à vida numa relação que afeta as próximas gerações incluindo principalmente a espécie humana. O uso de agrotóxicos é preocupante até mesmo com acompanhamento metodológico, no entanto, pior que isso, o que se vê é a aprovação, importação, comércio e uso indiscriminado no Brasil, onde mais de 250 tipos diferentes desses produtos foram permitidos p comercialização nos últimos anos, precisamos mudar esse erro.

    arnaldo dos santos rodrigues 11/07/2022
    6
  • Ponto negativo: os latifundiários que irão se beneficiar disso não moram no brasil, vamos deixar contaminar o solo e o povo Brasileiro. aprovamos mais de mil agrotóxicos nesse período, como se fosse necessário mais flexibilidade nesse ponto.

    Cézar Augusto 26/03/2022
    5
  • Ponto negativo: Este povo só pensa em lucro! Não pensam na vida de ninguém! Principalmente na população pobre ou de baixa renda. Que é a maioria da nossa população brasileira. Porque quem tem "dinheiro", pode comprar os produtos sem estes venenos. Estes cidadãos que aprovam estas barbaridades esquecem que nem todos de suas famílias são privilegiados como eles e que também terão que se submeter a consumir estes venenos. O nosso Governo não pensa no Povo não! Só pensam em quem pode lhes dar lucros!!

    Rosely Barba 11/03/2022
    4
  • Ponto negativo: Alimentação deve ser natural e benéfica a saúde. sem ácidos artificiais e cancerígenos.

    Janaina Cardozo 11/03/2022
    3
  • Ponto positivo: Precisamos saber mais sobre defensivos agrícolas para que a palavra agrotóxico seja usada da forma correta.

    Luís Salgado 16/02/2022
    2

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1904/2024

    O Projeto de Lei 1904/24 equipara o aborto realizado após 22 semanas de gestação ao crime de homicídio simples, inclusive no casos de gravidez resultante de estupro. Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta altera o Código Penal, que hoje não pune o aborto em caso de estupro e não prevê restrição de tempo para o procedimento nesse caso. O código também não pune o aborto quando não há outro meio de salvar a vida da gestante.  Com exceção desses casos em que não há punição, o código prevê detenção de um a três anos para a mulher que aborta; reclusão de um a quatro anos para o médico ou outra pessoa que provoque aborto com o consentimento da gestante; e reclusão de três a 10 anos para quem provoque aborto sem o consentimento da gestante.  Caso o projeto seja aprovado pelos parlamentares, o aborto realizado após 22 semanas de gestação será punido com reclusão de seis a 20 anos em todos esses casos e também no caso de gravidez resultante de estupro. A pena é a  mesma prevista para o homicídio simples.  Justificativa O texto foi apresentado pelo deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e outros deputados. Segundo os parlamentares, quando o Código Penal foi promulgado, “se o legislador não colocou limites gestacionais ao aborto, não foi porque teria querido estender a prática até o nono mês da gestação”.  “Em 1940, quando foi promulgado o Código Penal, um aborto de último trimestre era uma realidade impensável e, se fosse possível, ninguém o chamaria de aborto, mas de homicídio ou infanticídio”, apontaram os autores da proposta. O projeto foi apresentado no mesmo dia em que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou a suspensão da resolução aprovada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para proibir a realização da chamada assistolia fetal para interrupção de gravidez após 22 semanas de gestação. A técnica utiliza medicações para interromper os batimentos cardíacos do feto, antes de sua retirada do útero. Circunstâncias individuais De acordo com o projeto de lei, o juiz poderá mitigar a pena, conforme o exigirem as circunstâncias individuais de cada caso, ou poderá até mesmo deixar de aplicá-la, se as consequências da infração atingirem o próprio agente de forma tão grave que a sanção penal se torne desnecessária. Tramitação A proposta ainda não foi distribuída às comissões da Câmara, mas poderá ser votada diretamente pelo Plenário caso requerimento de urgência do deputado Eli Borges (PL-TO) e outros seja aprovado.  Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. DTQ 1 => PL 1904/2024

    Destaque para Votação em Separado - PL 1904/2024

  3. PLP 229/2023

    Regulamenta a aposentadoria especial dos Agentes Comunitários de Saúde e de Agentes de Combate às Endemias definida no §10 do art. 198 da Constituição Federal.

  4. PL 478/2007

    O aborto passará a integrar a lista de crimes hediondos, se for aprovado o Projeto de Lei 478/07, dos deputados Luiz Bassuma (PT-BA) e Miguel Martini (PHS-MG). A proposta cria o Estatuto do Nascituro. Segundo o texto, nascituro é o ser humano concebido, mas ainda não nascido, aí incluídos os seres humanos concebidos "in vitro" e os produzidos por meio de clonagem, ou por outro meio científica e eticamente aceito. O projeto proíbe a manipulação, o congelamento, o descarte e o comércio de embriões humanos, de onde hoje são extraídas células tronco para serem transplantadas em adultos doentes, prática considerada "atrocidade" pelos autores da proposta. Eles defendem que o estatuto vai garantir ao nascituro direito à vida, à saúde, à honra, à integridade física, à alimentação e à convivência familiar. Início da vida O projeto ganha mais importância neste momento, porque o Supremo Tribunal Federal (STF) está promovendo, durante todo o dia de hoje, a primeira audiência pública de sua história. O STF se propõe a decidir em que momento tem início a vida humana, com base nos subsídios oferecidos pela comunidade científica. Os especialistas estão divididos sobre o tema. Está em análise a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3510, proposta pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que contesta o uso de células tronco em pesquisas científicas, garantido pela Lei de Biossegurança (Lei 11105/05). A PGR entende que não há permissão constitucional para o uso dessas células. O relator da ADI, ministro Carlos Ayres Britto, acredita que a suprema corte "poderá formular um conceito operacional da vida, do início da vida, da própria dignidade da pessoa humana, para tornar a Constituição eficaz". Casos de estupro Além de transformar o aborto em crime hediondo, o projeto retira o direito da mulher, hoje garantido por lei, de abortar em caso de estupro. Hoje, a lei permite o aborto apenas em casos de estupro e de risco de vida para a mãe. No caso de estupro, o projeto em tramitação dá direito à pensão alimentícia de um salário mínimo, até a criança completar 18 anos. A pensão deverá ser paga pelo estuprador e, caso ele não seja identificado, pelo Estado. O projeto também garante ao nascituro sua inclusão nas políticas sociais públicas que permitam seu desenvolvimento sadio e harmonioso, e seu nascimento em condições dignas. Ao nascituro com deficiência, o projeto garante todos os métodos terapêuticos e profiláticos existentes para reparar ou minimizar sua deficiência, haja ou não expectativa de sobrevida extra-uterina. Quem causar a morte do nascituro - por imperícia, imprudência e negligência - terá pena de detenção de um a três anos, podendo ser aumentada em 1/3 se o crime for resultado da inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício. Esse é o conceito de aborto culposo. Nesse caso, o estatuto prevê pena de um a dois anos de detenção e multa para quem prescrever substância ou objeto destinado a provocar aborto; e pena de um a três anos e multa para quem congelar ou utilizar nascituro como material de experimentação. Retrocesso A deputada Luciana Genro (Psol-RS) acredita que o projeto do Estatuto do Nascituro é um retrocesso. É de sua autoria o projeto de lei que permite o aborto em caso de fetos sem cérebro. "Não se trata de ser contra ou a favor do aborto. O aborto é uma realidade", argumenta. Segundo a deputada, as mulheres que têm condições financeiras pagam até R$ 5 mil para abortar em clínicas com boas condições. "Essas abortam com segurança. Já as que não têm recursos o fazem das formas mais cruéis. Utilizam medicamentos e até agulhas de tricô. Essas mulheres morrem ou ficam com seqüelas de saúde seríssimas", diz. Luciana Genro é a favor da descriminalização total do aborto. Na Câmara, um projeto nesse sentido tramita desde 1991. Tramitação O projeto será votado pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania; e pelo Plenário.

  5. PL 434/2021

    Institui o Estatuto do Nascituro, que dispõe sobre a proteção integral do nascituro e dá outras providências.

  6. PEC 18/2022

    Acrescenta o § 9º-A ao art. 198 da Constituição Federal, para criar piso salarial diferenciado para os agentes comunitários de saúde e os agentes de combate às endemias detentores de formação técnica, nos termos que especifica.