Enquete do PL 5320/2009

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O que foi dito

Pontos mais populares

Por não termos no Brasil industrias de aparelhos de radioamadores, somos obrigados a recorrer ao exterior , mas não temos condições financeiras para pagarmos impostos de importação um absurdo para nossa atividade que importante pRA EMERGÊNCIAS E EDUCACIONAIS

NELSON ANTONIO Martins 21/07/2019
2

Deveria ser para todos radioamadores licenciados, visto que há muitos veteranos que já prestaram, grandes serviços a nação e tb por não existir fabricação de equipamentos radiotransmissores equivalentes no Brasil , e mais é um serviço de utilidade pública e sem nenhum interesse financeiro.

Sydney Martins Farrajota 16/07/2020
0

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Exibindo resultados 1 a 10 de 17 encontrados.

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  • Ponto positivo: Radioamadores voluntários da RENER prestam serviços relevantes para a sociedade, quando solicitados pela Defesa Civil, em eventos extremos que interrompem os meios tradicionais de comunicação. Portanto, nada mais justo que possam importar os equipamentos com isenção tributária.

    FERNANDO SAKAE IZUZU 17/12/2023
    0
  • Ponto positivo: Equipamentos para radioamadorismo não são mais produzidos pela indústria brasileira. Portanto, a isenção de impostos atrelados a importação de equipamentos de radioamadorismo é plenamente justificável.

    FERNANDO SAKAE IZUZU 17/12/2023
    0
  • Ponto positivo: Quando tudo o mais falha, o Radioamador entra em cena!

    Cássio Elias de Sousa Figueiredo 11/03/2023
    0
  • Ponto positivo: Os radioamadores são muito importante para sociedade

    BRITEL Radiocomunicação 28/07/2022
    0
  • Ponto positivo: O radioamador é reserva das forças armadas da Brasil, a isenção de impostos, possibilitará que muitos Radioamadores equipem suas estações

    Wellington Carolino Coimbra 02/12/2021
    1
  • Ponto positivo: Bom concordo plenamente com esta PL porque sou de um grupo de rádio amadorismo também prestamos serviços comunitário de interesse público peço por gentileza que designe um relator para esta PL .5320/2009

    Benedito Oliveira 12/08/2021
    1
  • Ponto positivo: Os radioamadores precisam desse apoio. Seremos úteis em situação de calamidade pública.

    João Carlos Vieira 09/03/2021
    1
  • Ponto positivo: Com a isenção dos impostos na compra de transceptores, equipamento e acessórios, que são destinados a prática do radioamadorismo, com certeza essa modalidade será mais difundida em todo território nacional.

    Aps Aps 05/03/2021
    0
  • Ponto negativo: Infelizmente o princípio da celeridade, não é observado por parte de nossos legisladores, quando o projeto de lei é favorável a sociedade.

    Aps Aps 05/03/2021
    0
  • Ponto positivo: Obs no Brasil não fábrica estes equipamentos e o nosso uso pode concidera um meio de utilidade pública e prestação serviço em calamidade.

    juarez Gomes de soua 03/03/2021
    0
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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