Enquete da PEC 59/2007

Resultado

Resultado parcial desde 03/05/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.286 98%
Concordo na maior parte 11 1%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 3 0%
Discordo totalmente 8 1%

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Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 4 100
Discordo 0 0

O que foi dito

Pontos mais populares

Corrige uma injustiça histórica

Marcio Fernandes Trocado 01/04/2019
400

A guarda portuária sempre foi atuante fazendo um trabalho preventivo e repressivo foram poucas vezes reconhecido

Renato Sergio Alonso 01/07/2020
18

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 94 encontrados.

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  • Ponto positivo: Segurança jurídica e reconhecimento a uma corporação mais antiga que a própria Policia Federal.

    Priscilla Morozetti 24/08/2023
    1
  • Ponto positivo: É de suma importância a Guarda portuária , constituir o rol de polícias do artigo 144 , tornando-as como polícia Portuária Federal (PPF) ajudar no combate ao tráfico de drogas , tráfico armas ,contrabando e o descaminho. Pois sabemos da dificuldade de proteção das nossas fronteiras aquaviarias. Assim tornan-se uma força federal a mais para desafogar a polícia federal.

    Josivan silva 30/03/2023
    0
  • Ponto negativo: A proposta só tende a afetar positivamente, o seu ponto negativo seria apenas a morosidade para a aprovação.

    Big Foot 22/02/2023
    0
  • Ponto positivo: Ótima proposta, que, não só traria mais segurança aos portos, como também, daria mais autonomia para os servidores no combate ao tráfico, contrabando e descaminho. Sabendo que o impacto desses ilícitos afeta diretamente a sociedade em diversas áreas, essa proposta se mostra de suma importância para a segurança pública, e também, para a sociedade como um todo.

    Big Foot 22/02/2023
    0
  • Ponto positivo: Realmente excelente proposta o reconhecimento desta instituição tão importante para segurança portuária. O Congresso precisa urgentemente aprovar essa PEC pois o escoamento de drogas pelo crime organizado em área portuária é milionário . Precisamos de guerreiros para combater isso só a polícia federal não dá conta de cuidar de tudo .

    Hernandes Henrique 29/08/2022
    0
  • Ponto positivo: Otima iniciativa para que o Estado apresente de fato a fiscalização sobre as atividades portuárias com isenção, evitando tendências à pessoalidade, de acordo com interesses excusos, bem como permitindo que esta força contribua na atividade-fim dos portos, que é também prevenir e impedir que por suas instalações saiam ou cheguem drogas e ocorram outros tipos de tráfico e ilicitos.

    Fabiano da conceição costa boeira 08/03/2022
    0
  • Ponto positivo: É o reconhecimento Legal do poder de Polícia que a Guarda Portuária pratica de fato nos portos públicos.

    Paulo Borges 22/11/2021
    2
  • Ponto positivo: Em primeiro lugar seria um direito aos guardas portuarios que atuam nos portos há décadas...e que agora com a política de privatização do governo federal estão com seus empregos que foram investidos através de concurso público ameaçados de demissão.....em segundo lugar os pontos são pontos de fronteira e devem ser guarnecidos permanentemente por uma corporação organizada e bem aparelhada..as guardas portuárias atum há décadas nos portos de concessao federal ... lidam com isso em seu dia a dia...

    gerson alves da silva junior 04/11/2021
    3
  • Ponto negativo: Nenhum ponto negativo, somente a morosidade de aprovar a proposta

    Moreno Batist 20/07/2021
    4
  • Ponto positivo: Uma polícia preparada para atuar contra o tráfico de drogas e outros produtos ilícitos em portos e fronteiras.

    Moreno Batist 20/07/2021
    2
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  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PDL 849/2026

    Susta, em sua integralidade, os efeitos da Resolução nº 491, de 4 de maio de 2026, do Conselho Nacional de Seguros Privados - CNSP, que estabelece as normas gerais aplicáveis às operações de proteção patrimonial mutualista.

  4. PL 4806/2025

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  5. PL 2188/2026

    O Projeto de Lei 2188/26 estabelece o valor máximo de R$ 250 para a anuidade cobrada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A proposta também fixa limites para as contribuições arrecadadas pelos demais conselhos profissionais. Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, as anuidades não poderão passar de R$ 250 para profissionais de nível superior e R$ 125 para nível técnico. Para empresas, os valores vão de R$ 250 a R$ 2.000, conforme o capital social. A proposta altera o Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94) e a Lei 12.514/11, que trata das contribuições para conselhos profissionais. Todos os valores poderão ser corrigidos anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Cobrança e disparidade O Estatuto da Advocacia hoje não prevê teto para as anuidades. A Lei 12.514/11 fixou R$ 500 para o nível superior e R$ 250 para o nível técnico – valores que, corrigidos pelo INPC até julho de 2026, chegam a R$ 1.135,61 e R$ 567,81. Segundo o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), autor do projeto, a ideia é evitar cobranças excessivas sobre trabalhadores. Na justificativa apresentada, ele afirmou que reduzir e limitar tributos e contribuições é uma medida de justiça social. Kataguiri disse ainda que a ausência de teto legal gerou distorções na advocacia após o Supremo Tribunal Federal (STF) entender que a OAB não precisa seguir a regra dos demais conselhos, com seccionais cobrando anuidades próximas a R$ 1.000. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PLP 439/2017

    Altera a Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, para disciplinar o processo de equacionamento de planos de previdência complementar deficitários, e dá outras providências.