Enquete do PL 580/2007

Resultado

Resultado parcial desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 258 11%
Concordo na maior parte 13 1%
Estou indeciso 11 1%
Discordo na maior parte 11 1%
Discordo totalmente 1.848 86%

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Resultado parcial desde 06/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 1 100
Discordo 0 0

O que foi dito

Pontos mais populares

União civil não é "casamento" - termo de cunho religioso. Quem delibera deve pensar nos direitos colaterais ou subjacentes de crianças e adolescentes sob adoção de famílias LGBTQIAP+ regulamentadas pelo novo código civil. E pensar, também, na regulamentação do direito humano relacionado a organização de núcleo familiar enquanto conjunto de sujeitos de direitos.

Movimentos Sociais VACARIA-RS 05/09/2023
41

A argumentação totalmente desprovida de embasamento, por parte do relator, ao qual se compõe a sociedade brasileira. Causa temor ao enviesar a laicidade do estado brasileiro argumentando que o país é cristão apenas, em total desencontro a constituição. Utiliza-se a leitura da constituição apenas em favor da visão pessoal do relator, ignorando quaisquer leituras claras do contexto geral. Obviamente tentando direcionar a opinião a uma leitura fechada em uma redação que visa dividir a sociedade

Tiago Cardoso 05/09/2023
171

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 32 encontrados.

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  • Ponto positivo: Por que os parlamentares não deixam os homossexuais em paz? O que eles fazem a sociedade que deve chegar a um plenário? Isso é pura homofobia, transfobia e afins. Deveriam estar discutindo mesmo sobre a fome, empregos, saúde e educação,

    Michelle 15/08/2024
    6
  • Ponto negativo: O casamento civil (instituto jurídico) deve estar à disposição de todos os cidadãos que possam casar (ou seja, aqueles que não incorrem em qualquer das proibitivas dos arts. 1.521 e 1.523 do Código Civil dentre as quais, aliás, NÃO se encontra a união homoafetiva). Portanto, creio que a regulamentação legal deve ter o efeito de fazer com que casamentos homoafetivos e homoafetivos sejam idênticos, sem qualquer distinção. Esse tipo de discussão chega a ser pré-cambriano de tão ultrapassado...

    Rafael da Silva Leite 12/01/2024
    5
  • Ponto negativo: Se você é contra o casamento igualitário, não faça, mas deixa as pessoas que querem fazer o casamento igualitário em paz. Isto é inconstitucional e injusto com a população querer impor regras de gênero oposto no casamento. Não podemos permitir que a ditadura predomine.

    OTAVIO AUGUSTO SANTOS ARAUJO 08/12/2023
    7
  • Ponto negativo: Primeiramente, faço uma distinção entre o PL 580/2007 e o voto do relator. O primeiro visa garantir um status legal e patrimonial ao casamento homoafetivo, no qual sou totalmente favorável. O segundo, mostra-se um completo desserviço para a sociedade contemporânea, uma verdadeira afronta aos princípios constitucionais consagrados na CF, tendo em vista que fere a dignidade da pessoa humana, o princípio da igualdade perante a lei. Votos com viés religioso não devem estar nos palanques políticos

    EDUARDO JUNGES AMARAL SOARES 28/11/2023
    3
  • Ponto negativo: A União de pessoas do mesmo sexo é um ato de amor, diferente dos atos daqueles que rejeitam este ato e que praticam diversos atos sem amor, apenas pela busca da satisfação pessoal. O ato de se unir a outra pessoa é um ato de assumir responsabilidade, dividir seu caminho, cooperar no caminho alheio - não é um ato de obscenidade como são aqueles atos de pessoas que só buscam a satisfação pessoal. Há muita maldade no mundo que chega através das ações destes falsos moralistas.

    Paula Gurgel Filgueiras 24/10/2023
    4
  • Ponto negativo: Negativo eu vejo vários pontos eles querem com essa proposta burlar a lei para prejudicar os direitos da União de oessoas do mesmo sexo . Proposta fascistas e fundamentalista das igrejas pentecostais que se metem em tudo principalmente o que não é da conta deles .

    Ariam Adanaref 16/10/2023
    14
  • Ponto negativo: O Deputado, destila seu ódio e preconceito sobre pessoas que sequer sabem de sua vã existencia, maculando a PL legitima do Nobre Clodovil para esconder suas intenções. Utiliza para tanto, pesquisas que versam a respeito do comportamento humano em uma época que quase tudo era resolvido no fio da espada, o que é inconcebível nos dias atuais. Socrates: "Poderia objetar-se: com que propósito deveria ocupar-me comigo mesmo? Porque é o caminho que me permite ter acesso à verdade".

    Lucineia Oliveira 12/10/2023
    5
  • Ponto negativo: Metodologia fundamentalista para burlar o estado laico. Os argumentos são embasados em achosmos sem qualquer fundamento! Uniões homoafetivas devem ser respeitadas!

    Caio Fornari 12/10/2023
    7
  • Ponto positivo: Não ha ponto positivo em cercear direitos civis. Nossa constituição garantista e nele só se ampliam direitos. Dessa forma é inconstitucional retirar direitos: Art. 5º caput: Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.

    Katia Janine Alves Santana 12/10/2023
    5
  • Ponto negativo: O projeto de Lei original de autoria do deputado Clodovil foi completamente deturpado. O fundamentalismo religioso dos parlamentares apensaram a proibição do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Como está agora o texto, relega a população LGBTQIA+ ainda mais para a sub-civilidade, retirando direitos adquirido e interferindo em sua liberdade. Sendo aprovado, teremos na nossa constituição um texto discriminatório e contrário as cláusulas pétreas de igualdade de nossa constituição.

    Rafael dos Reis Ferreira 11/10/2023
    22
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  3. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição

  6. PL 2531/2021

    O Projeto de Lei 2531/21 institui o piso salarial nacional para os profissionais que trabalham nos setores técnico e administrativo das escolas de educação básica, que será inicialmente de R$ 2.164,68 mensais. O texto tramita na Câmara dos Deputados. Pela proposta, o piso será pago para jornada de trabalho de 40 horas semanais, garantindo-se a proporcionalidade do valor para jornadas diferentes. O projeto prevê ainda a atualização anual do piso, no mês de janeiro, com base nos índices oficiais de inflação. A autora do projeto é da deputada Rose Modesto (PSDB-MS). “Uma nação que pretenda priorizar a educação não pode esquecer do papel fundamental que a gestão escolar, exercido por profissionais dos quadros de pessoal técnico e administrativo, tem para garantir que a escola funcione em harmonia e alcance seus objetivos”, disse. Ela afirma ainda que o valor proposto equivale a 75% do piso nacional para o magistério público da educação básica (hoje de R$ 2.886,24). Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Educação; Trabalho, de Administração e Serviço Público; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei