Enquete do PL 7419/2006

Resultado

Resultado parcial desde 10/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 22 30%
Concordo na maior parte 5 7%
Estou indeciso 2 3%
Discordo na maior parte 4 5%
Discordo totalmente 40 55%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado parcial desde 10/04/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 9 12
Discordo 65 88

O que foi dito

Pontos mais populares

É fundamental temos uma participação para o que seja aprovado para ajudar pessoas que necessitam de ajuda né esse suporte essa área é fundamental para educação física exercício vamos parar com clareza as emendas parlamentares seus parlamentares deputados presta apoio para vocês construtivo um texto em Vicente a todo cidadão brasileiro acredita no plenário título senado a força do poder judiciário impactará no reforço

Felipe Gonçalves Marinho 06/08/2021
0

Permitirá o aumento do plano de saúde para idosos

Beatriz Almeida 07/12/2021
6

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 11 encontrados.

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  • Ponto positivo: É notória a abusividade dos planos de saúde que estão "expulsando" os beneficiários de forma unilateral, vinculados a planos coletivos por adesão, não respeitando o prazo de 60 dias e sequer se atentando sobre o Tema 1.082. pacificado no STJ de que se o paciente estiver em tratamento, o plano deverá ser mantido até a alta médica. Vamos nos unir para que essa PL que tramita há 17 anos seja aprovada, vez que a sociedade é quem vota naqueles que esperamos que defendam os nossos direitos!

    Karyna Almeida 17/05/2024
    0
  • Ponto positivo: Regulamentar os aumentos dos planos de saúde coletivos.

    MARIA DE FATIMA RIBEIRO 10/03/2024
    0
  • Ponto negativo: favorece apenas aos planos de saude

    JOAO CARLOS SALDANHA 21/04/2022
    0
  • Ponto negativo: As margens de lucros dos planos de saúde suportam os custos operacionais, além de não proteger os consumidores contra aumentos indiscriminados pelas operadoras de saúde

    EDSON VICENTE FERREIRA 21/04/2022
    1
  • Ponto negativo: Já é mais um ônus o cidadão precisar de plano de saúde porque o SUS não dá conta e ainda um deputado apresenta uma proposta para encarecer e dificultar aqueles, que não são a maioria, a fazerem uso do plano em suas necessidades, como idosos e doenças especiais. Há que ter mais humanidade e menos ganância!

    Jussara kruger mariano 21/04/2022
    1
  • Ponto negativo: Os planos de saúde têm retorno muito bom pois ganham durante muito tempo com as faixas etárias mais baixas que podem compensar o gasto com idosos, e doentes que precisam de tratamento mais especializado. Esse projeto é nítidademente um projetos dos empresarios para diminuir suas despesas e aumentar lucros.

    Luiz Claudio Martins Venerando 18/04/2022
    2
  • Ponto negativo: Necessidade de perícia para concessão de liminar.

    Mônica Almeida Pena 19/12/2021
    1
  • Ponto negativo: Permitirá o aumento do plano de saúde para idosos

    Beatriz Almeida 07/12/2021
    6
  • Ponto positivo: É fundamental temos uma participação para o que seja aprovado para ajudar pessoas que necessitam de ajuda né esse suporte essa área é fundamental para educação física exercício vamos parar com clareza as emendas parlamentares seus parlamentares deputados presta apoio para vocês construtivo um texto em Vicente a todo cidadão brasileiro acredita no plenário título senado a força do poder judiciário impactará no reforço

    Felipe Gonçalves Marinho 06/08/2021
    0
  • Ponto negativo: Se esse projeto for aprovado pessoas como meus filhos perderão o direito do tratamento tão necessário e eficiente para autismo. Após iniciarem intervenção adequada já estão saindo do grau severo e caminhando para o leve. Sem tratamento não haveria essa evolução.

    Ana Paula Miranda de Lima 26/12/2018
    3
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.