Enquete do PL 618/2022 (Nº Anterior: PL 6042/2005)

Resultado

Resultado parcial desde 30/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 87 91%
Concordo na maior parte 3 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 4 4%
Discordo totalmente 2 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

Regulamentação da Podologia ????

sara lisa zeni 31/03/2022
4

O profissional técnico tem que ter toda autonomia para assinar como responsável técnico. O curso técnico é tão ou mais completo que o tecnologo. Dando o aluno todo conhecimento e mais prática que o aluno do tecnologo, onde a maioria são cursos online.

Podólogo Roberto Melo 18/03/2022
5

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 9 de 9 encontrados.

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  • Ponto positivo: Graças a Deus !!!! Pra mim o positivo é que vão acabar com a prostituição da profissão , pq tá precário demais , sendo que a saúde dos pés tem msm que estudar bastante!!!!!

    CINTIA DOS SANTOS REIS RUBIM 18/12/2024
    0
  • Ponto positivo: Não parece havê-los, pois, além de proibir o exercício da profissão por quem já a exercia, submeterá os Podólogos aos Biomédicos, pois não poderão fazer parte como dirigentes deste Conselho. Caso aprovado, o correto seria retomar o texto aprovado no Senado Federal, no mínimo.

    José Guilherme 02/05/2023
    0
  • Ponto negativo: A profissão existe há 40 anos. Impedir aqueles que já são Podólogos de continuar trabalhando, pois não possuem nível superior (nunca foi exigido) é inconstitucional. Deve-se permitir que os que já estão trabalhando assim continuem. Deveriam restituir o texto aprovado no Senado, pois é constitucional e faz justiça com os que já trabalhavam antes. O PL como está trará o desemprego imediato para mais de 30 mil pessoas e interessa apenas aos grandes grupos de faculdades. Espero que percebam isso.

    José Guilherme 02/05/2023
    0
  • Ponto negativo: Com a ementa, do 5° Parágrafo. Esses podólogos antigos, que deram curso livre de 40hrs, vão poder certificar seus alunos a serem podologos. Sendo que o mínimo que é exigindo, são 1200 horas, curso técnico. Sobre o respaldo do conselho de biomedicina: pra aplicar a técnica abrasão manual, vamos ter que pedir autorização para o conselho? Com essa ementa, os podologos docentes, soberbos, vão poder dar curso livre de 40hrs, e finalmente triunfar economicamente, sobre a decadência da podologia.

    Djalma S. Junior 29/05/2022
    1
  • Ponto positivo: Sou a favor do reconhecimento, tratamento da saúde dos pés, diferenciando do embelezamento das manicures, chega de ser considerada como manicures melhoradas,não desmerecendo a classe que é reconhecida, trata-se de tratamento preventivo para não chegar amputar os membros inferiores em casos graves de Diabetes. Tratamento prevenção e diminuição de amputados

    Carla Assis 12/05/2022
    2
  • Ponto positivo: Que seja logo aff ja passou sa hora de sermos regulamentados

    Valeria Silva 06/04/2022
    0
  • Ponto negativo: 1) No Art. 4º ...... , será exigida como condição essencial a apresentação de carteira profissional expedida pelo Conselho Federal de Biomedicina (CFBM). 2) Art. 7º Os profissionais de podologia serão inscritos no Conselho Federal de Biomedicina. - estes dois artigos ferem a Constituição Federal Artigo 5º - Os Podólogos terão direito a VOTO e poderão SER VOTADOS no Conselho de Biomédica???

    Assinante Milton Alves dos Santos 06/04/2022
    2
  • Ponto positivo: Regulamentação da Podologia ????

    sara lisa zeni 31/03/2022
    4
  • Ponto negativo: O profissional técnico tem que ter toda autonomia para assinar como responsável técnico. O curso técnico é tão ou mais completo que o tecnologo. Dando o aluno todo conhecimento e mais prática que o aluno do tecnologo, onde a maioria são cursos online.

    Podólogo Roberto Melo 18/03/2022
    5
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.