Enquete do PL 4742/2001

Resultado

Resultado parcial desde 04/05/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 65 95%
Concordo na maior parte 2 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 1 1%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado parcial desde 04/05/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 3 100
Discordo 0 0

O que foi dito

Pontos mais populares

Muitos servidores públicos e trabalhadores são vítimas de assédio moral e merece ser tipificado como crime para inibir condultas abusivas!

João Paulo Alves 28/02/2019
12

infelizmente, a PL tramita desde 2001, duas décadas. Trabalhadores e servidores públicos necessitam de respostas.

Natanael Gonçalves 18/11/2020
5

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Desde 2001 é muito tempo. O Senado deve dar exemplo e não repetir os 20 anos na Câmara.

    JOAO GILBERTO RIBEIRO 27/03/2025
    0
  • Ponto positivo: Deve-se punir o agressor porque ele precisa ser, de uma ou outra forma, retido. Conforme estudos, ele é um psicopata corporativo e tem campo livre se ainda tiver subordinados. Empresas devem ser punidas e agressores presos.

    JOAO GILBERTO RIBEIRO 27/03/2025
    0
  • Ponto negativo: Lamentável, a PL esse ano de 2024 vai completar 23 anos. Quantas vítimas ainda aguardam uma posição daqueles que as representam? Milhares. Espero estar viva, para ver a inserção dessa tipificação no Ordenamento Jurídico Brasileiro. Que o Senado não postergue na votação, pois o agressor não poupará as próximas vítimas.

    IZABEL FERREIRA DE SOUZA BARBOSA 30/04/2024
    1
  • Ponto positivo: Lídima causa apresentada. Há muitas vítimas aguardando a conclusão desse PL, mas o lembrar, mesmo que tardio, acalenta os feridos. Parabéns ao autor pela sensibilidade desse fenômeno social, que ainda hoje a Justiça Trabalhista é sobrecarregada de demanda referente ao assunto, sendo que em 2023, recebeu em média, 6,4 mil ações relacionadas a assédio moral no trabalho por mês.

    IZABEL FERREIRA DE SOUZA BARBOSA 30/04/2024
    0
  • Ponto positivo: Assédio Institucional no serviço público federal e pratica constante e de descriminaçåo,despretigio, falta de ética e moral com servidores e mais comum que se imagina e no ministerio que trata da saûde dos servidores federais prática politica longe de ser coibida infelimente!por falta de legislação especifica.

    Glauco Cavalcante 19/03/2023
    2
  • Ponto negativo: 22 anos de trâmite. Por que a Apreciação pelo Senado Federa ainda não aconteceu?

    Mariana Lobato De Carvalho Martins 10/03/2023
    3
  • Ponto positivo: Faz se necessário e de grande valia, e preciso coibir esse tipo de prática.

    francy Carneiro 24/01/2022
    1
  • Ponto negativo: infelizmente, a PL tramita desde 2001, duas décadas. Trabalhadores e servidores públicos necessitam de respostas.

    Natanael Gonçalves 18/11/2020
    5
  • Ponto positivo: É de grande valia a tipificação do assédio moral como crime, visando a inibição do terror psicológico.

    Natanael Gonçalves 18/11/2020
    2
  • Ponto positivo: Cada dia aumenta o número de vítimas de assédio moral tanto nos setores públicos quanto privados. É urgente a aprovação da proposta

    Lourivaldo Aguiar 07/03/2020
    3
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.