Enquete do PL 4149/2004

Resultado

Resultado parcial desde 06/04/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 24 3%
Concordo na maior parte 3 0%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 19 2%
Discordo totalmente 871 95%

O que foi dito

Pontos mais populares

Possuir arma de fogo nunca foi um bom projeto a não ser que vc trabalhe com ela e tenha pleno conhecimento de manuseio. Cidadãos comuns não devem possuir armas, nao vivemos no Velho Oeste americano. A lei fala em "Disparo de arma de fogo de uso restrito(tipo militares)ou Proibidas o seu uso por lei...se um cidadão de bem possui tais armas ..é discutivel isso.

JORGE LUIS ALVES NOGUEIRA 27/03/2025
1

Apenas vejo pontos negativos, pois já temos uma legislação de controle de armas de fogo extremamente dura, criminalizando condutas de mero risco abstrato ao ter uma arma de fogo. Além disso temos grande insegurança jurídica para aqueles que possuem armas de fogo legalizadas, sendo que o aumento da pena irá atingir justamente os casos de prisão indevida ou desproporcional de idosos com armas velhas ou pessoas honestas (não criminosos) que simplesmente tem uma arma de herança ou que não consegue

ALEXANDRE RAIMUNDO BARROS LIMA 18/02/2025
93

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 21 encontrados.

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  • Ponto positivo: Além das famílias agressivas e violentas que formam grande parte da população brasileira, tem pessoas dessa população que são caçadores e colecionadores de armas de fogo. É necessário um análise psicológica e sociológica dessas pessoas. Por que elas têm interesse nessas armas? Quais situações fizeram elas começarem a ter esse interesse? Como foi a infância dessas pessoas? Elas vieram de famílias hostis e pouco amorosas? Essas perguntas são necessárias para essas armas não estarem em mãos erradas

    ALEFFE GOMES MENDES 18/06/2025
    0
  • Ponto positivo: Todas as pessoas que fizeram opiniões negativas sobre o projeto de lei, têm uma ideia errada sobre armas de fogo. Eles querem facilitar o acesso dessas armas, reclamando que o governo não aumenta a pena de ladrões com porte de armas sem registro. Eles dizem que o governo impede eles de proteger a família, sabendo que grande parte das famílias do Brasil são famílias violentas e irresponsáveis. Colocar essas armas nas mãos dessas pessoas é um perigo para a segurança da população.

    ALEFFE GOMES MENDES 18/06/2025
    0
  • Ponto negativo: O projeto pode gerar insegurança jurídica para os CACs, dificultando a prática do tiro esportivo e da caça controlada. Se a lei não for bem elaborada, há o risco de criminalizar situações legítimas, como um disparo acidental em um clube de tiro. Além disso, maior burocracia pode prejudicar aqueles que seguem as regras, enquanto criminosos continuam a operar fora da legalidade.

    MARCUS PAULO MATTOS DIAS 28/03/2025
    4
  • Ponto positivo: Possuir arma de fogo nunca foi um bom projeto a não ser que vc trabalhe com ela e tenha pleno conhecimento de manuseio. Cidadãos comuns não devem possuir armas, nao vivemos no Velho Oeste americano. A lei fala em "Disparo de arma de fogo de uso restrito(tipo militares)ou Proibidas o seu uso por lei...se um cidadão de bem possui tais armas ..é discutivel isso.

    JORGE LUIS ALVES NOGUEIRA 27/03/2025
    1
  • Ponto negativo: Deveriam aumentara pena para quem tem arma de fogo sem registro. Por exemplo bandidos!

    SEBASTIAO DUARTE REGALADO 27/03/2025
    4
  • Ponto negativo: O atirador esportivo é um cidadão comum que gosta de praticar esporte usando arma de fogo. Sempre foi dificílimo, tanto por burocracia quanto por valores monetários, obter toda documentação necessária para exercer esse direito. Aí vem a policia e comete erros de enquadramento, ou seja, prende mal, como ja citado pelo ministro da justiça. Então o resultado é um atirador esportivo respondendo por processo criminal sem ter cometido crime. Enquanto isso as facções criminosas prosperam livres

    CESAR ASVOLINSQUE DIOGO DE FARIA 25/03/2025
    7
  • Ponto negativo: O projeto só vai punir pessoas de bem ! Que querem ter o direito de defender sua família !

    EWERTON PEIXOTO DA CRUZ ROSA 22/03/2025
    13
  • Ponto negativo: O Projeto de Lei 4149/2004 apresenta graves riscos à segurança jurídica dos cidadãos de bem, especialmente os Atiradores, Caçadores e Colecionadores (CACs), pois ignora a distinção fundamental entre criminosos e proprietários legais de armas de fogo. Outro ponto preocupante é que os conceitos de armas restritas e proibidas não possuem definição legal, podendo ser alterados por simples decreto.

    VALTER PACCINI 20/03/2025
    24
  • Ponto negativo: Apenas vejo pontos negativos, pois já temos uma legislação de controle de armas extremamente rígida, criminalizando condutas de mero risco abstrato ao ter uma arma de fogo. Além disso, temos grande insegurança jurídica para aqueles que possuem armas de fogo legalizadas, sendo que o aumento da pena irá atingir justamente os casos de pessoas que possuem com arma de herança ou que ñ consegue registrar.

    MARCELO KRUGER 20/03/2025
    23
  • Ponto negativo: O problema todo do Brasil não está na legislação, mas sim em seu cumprimento. Se lei por si só funcionasse, ninguém cometeria homicídios, dado o art. 121 do Código Penal. Em especial bandido não se importa com lei, apenas com ser pego, então de nada adianta endurecer a legislação se continuamos com pouco efetivo policial, mal remunerado e, por vezes, corrupto. Da forma que proposta, a lei apenas atingirá detentores de armas legais e registradas, que ficarão à mercê da canetada do Executivo.

    FABIO AUGUSTO COSTA ABRAHAO 20/03/2025
    19
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  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

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  3. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  5. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.