Enquete do PL 2928/2026

Resultado

Resultado parcial desde 09/06/2026

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 9 33%
Concordo na maior parte 1 4%
Estou indeciso 2 7%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 15 56%

O que foi dito

Pontos mais populares

Valorizar diplomas em detrimento do conhecimento é um absurdo astronômico. Nenhum país no planeta exige faculdade para ser desenvolvedor de software, e os principais países já deixaram claro que isso nunca será obrigatório dada a natureza da profissão.

GABRIEL SEVILHA DE AGUIAR 26/06/2026
6

Regulamentação com exigência de diploma é completamente incompatível com nossa área. Um diploma pode até provar certas competências, mas a ausência de diploma não prova o oposto. Nessa área, não existe nenhum assunto que só possa ser aprendido em uma graduação tradicional. Se alguém tem conhecimento e é de fato profissional, qual a importância de onde esse conhecimento foi obtido?

GABRIEL SEVILHA DE AGUIAR 26/06/2026
6

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Exibindo resultados 1 a 10 de 10 encontrados.

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  • Ponto negativo: O que vejo de ponto negativo no texto deste projeto de lei é o quão breve e generalista é a parte do texto que trata das "atividades privativas" do analista de sistemas. Pois, caso não seja claro o que é e o que não é atividade privativa ou se existe alguma atividade privativa daquele profissional, qualquer pessoa poderia exercer essa atividade, mesmo sem formação ou registro no conselho, sem que esteja cometendo exercício ilegal da profissão. Tornando a própria existência do conselho inútil.

    MARIO MORAES DE SOUZA FILHO 05/09/2026
    1
  • Ponto positivo: Logo, assim como médicos, enfermeiros, engenheiros e advogados, sejam eles bons ou maus profissionais, só podem exercer a profissão após terem atingido os requisitos determinados por um conselho. Desta forma criando uma reserva de mercado, que possibilite que apenas profissionais que tenham o mínimo de formação necessária, exerça a profissão, afastando assim a possibilidade de que pessoas não qualificadas exerçam funções críticas, por erro ou negligência de um processo seletivo desleixado.

    MARIO MORAES DE SOUZA FILHO 05/09/2026
    1
  • Ponto positivo: Acho muito importante também, a regulamentação, para que o profissional desenvolvedor de sistemas seja mais valorizado no mercado de trabalho privado. Muitas vezes, o profissional formado em curso superior, que possui certificações de qualificação e portifólio robusto, disputa as mesmas vagas no mercado de trabalho com indivíduos que não possuem nenhuma qualificação para exercer a profissão. O que abre espaço para nepotismo, processos seletivos enviesados, e no geral, pessoas inaptas exercendo.

    MARIO MORAES DE SOUZA FILHO 05/09/2026
    1
  • Ponto positivo: Logo, regulamentar as profissões de desenvolvimento de sistemas, é um passo natural, que está de acordo com o aumento do grau de responsabilidade do profissional que vem lidando com riscos cada vez maiores a segurança do usuário (sejam vazamento de dados; confiabilidade dos sistemas até questões de saúde mental) e com sistemas cada vez mais críticos na sociedade, sejam sistemas na saúde, na educação, no comércio ou na indústria. Em muitos contextos, caso o sistema pare, a sociedade para junto.

    MARIO MORAES DE SOUZA FILHO 05/09/2026
    1
  • Ponto positivo: Sou da área de desenvolvimento e sou completamente a favor deste projeto. A relevância do profissional de desenvolvimento de sistemas está cada dia maior na nossa sociedade que por sua vez está mais digital e mais tecnológica a cada dia. Desde hospitais, bancos, fábricas, operações industriais e até tarefas do dia a dia e serviços públicos hoje são fundamentalmente dependentes de sistemas da informação funcionais e por sua vez do profissional desenvolvedor de sistemas.

    MARIO MORAES DE SOUZA FILHO 05/09/2026
    1
  • Ponto positivo: Excelente proposta, tenho vários amigos que desenvolvem software, trabalham analisando códigos em diversas linguagens de programação, trabalham criando apps e alguns concursados que deveria ser somente agentes administrativos, ou digitadores, mas, fazem funções de analistas, desenvolvem sites, apps e software, às vezes fazem engenharia reversa para alterar apps e/ou softwares para um bom funcionamento. Parabéns pela ideia, espero que dê certo!

    WALMIM CABRAL DA CUNHA 29/06/2026
    1
  • Ponto negativo: Regulamentação com exigência de diploma é completamente incompatível com nossa área. Um diploma pode até provar certas competências, mas a ausência de diploma não prova o oposto. Nessa área, não existe nenhum assunto que só possa ser aprendido em uma graduação tradicional. Se alguém tem conhecimento e é de fato profissional, qual a importância de onde esse conhecimento foi obtido?

    GABRIEL SEVILHA DE AGUIAR 26/06/2026
    6
  • Ponto positivo: Em tese, regulamentações profissionais deveriam existir para proteger a sociedade em áreas que envolvem riscos à vida ou ao patrimônio. Porém, a esmagadora maioria dos softwares não apresenta risco algum à sociedade; um ótimo exemplo disso são os jogos. Desenvolvo jogos e softwares relacionados a jogos desde criança, e é impossível isso gerar qualquer transtorno à sociedade.

    GABRIEL SEVILHA DE AGUIAR 26/06/2026
    2
  • Ponto negativo: Quem defende essa proposta são leigos que não sabem nada sobre desenvolvimento de software. Os poucos países que regulamentaram essa área revogaram integralmente essa regulamentação, e muitos países já baniram completamente essa ideia. É muito triste que, em pleno 2026, ainda existam pessoas que defendam esse tipo de absurdo.

    GABRIEL SEVILHA DE AGUIAR 26/06/2026
    4
  • Ponto positivo: Valorizar diplomas em detrimento do conhecimento é um absurdo astronômico. Nenhum país no planeta exige faculdade para ser desenvolvedor de software, e os principais países já deixaram claro que isso nunca será obrigatório dada a natureza da profissão.

    GABRIEL SEVILHA DE AGUIAR 26/06/2026
    6
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    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

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  4. PL 3015/2025

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    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.