Enquete do PL 2551/2026

Resultado

Resultado parcial desde 21/05/2026

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 31 91%
Concordo na maior parte 3 9%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

É necessário diminuir e adequar ainda mais considerando a inclusão, pois o ambiente escolar precisa ser mais do que nunca que propicie: tranquilidade adequada a aprendizagem, mais espaçoso, harmonioso, menos barulhento, mais saudável para os que nela convivem.

GISELE DE ANDRADE PEREIRA 01/07/2026
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Como Professora em creche (crianças 1,8 meses a 3, 11 meses; 12 alunos por docente e 36 no total no mesmo espaço físico) com várias inclusões vari adas, sem auxiliar/cuidadora, com atividades extra sala, recreativas ad vezes fogem do ofício docente, que a proposta ainda possui quantidade alta considerando tais especificidades pois o que mais as prefeituras e secretarias fazem é burlar leis desfavore cendo o ambiente educacional, integridade física e psicológica de alunos e professores.

GISELE DE ANDRADE PEREIRA 01/07/2026
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  • Ponto positivo: Sou professor da educação básica e no meu estado o máximo de estudantes por turma são 45. Considerando que não há escolas suficientes, já que não é uma prioridade dos governos locais, e considerando que a criança/jovem não pode ficar sem estudar, a solução mais viável é colocar os 45 estudantes em uma sala. Mas não concordo totalmente que a causa do adoecimento do professor resida apenas nisso, e envolve muitas outras questões que só quem é professor entenderá. Mas a superlotação impede o ensino

    DIEGO PALMEIRA DA SILVA 07/07/2026
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  • Ponto positivo: Necessário urgentemente aprovar tal projeto. Atualmente na escola aqui no município as salas estão lotadas. Alunos sofrem, professoras sofrem e município é inerte no que tange a contratação de novos professores e construção de mais salas de aula. Isso já virou uma folia.

    RODRIGO CARLOS SCHNEIDER 03/07/2026
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  • Ponto positivo: No DF a situação está em situação de emergência nas salas de aulas, pois estão lotadas, sequer respeitam a situação de número de alunos com as crianças especiais. São salas de aulas superlotadas e os professores que se viram. Diminuir a quantidade de estudantes numa sala de aula é ter compromisso com Educação de qualidade e respeito aos professores e as crianças.

    HENRIQUE LUCAS DE SOUZA 02/07/2026
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  • Ponto negativo: Como Professora em creche (crianças 1,8 meses a 3, 11 meses; 12 alunos por docente e 36 no total no mesmo espaço físico) com várias inclusões vari adas, sem auxiliar/cuidadora, com atividades extra sala, recreativas ad vezes fogem do ofício docente, que a proposta ainda possui quantidade alta considerando tais especificidades pois o que mais as prefeituras e secretarias fazem é burlar leis desfavore cendo o ambiente educacional, integridade física e psicológica de alunos e professores.

    GISELE DE ANDRADE PEREIRA 01/07/2026
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  • Ponto positivo: É necessário diminuir e adequar ainda mais considerando a inclusão, pois o ambiente escolar precisa ser mais do que nunca que propicie: tranquilidade adequada a aprendizagem, mais espaçoso, harmonioso, menos barulhento, mais saudável para os que nela convivem.

    GISELE DE ANDRADE PEREIRA 01/07/2026
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

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  6. PL 2386/2023

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