Enquete do PL 2201/2026

Resultado

Resultado parcial desde 06/05/2026

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 7 54%
Concordo na maior parte 2 15%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 4 31%

O que foi dito

Pontos mais populares

Zero Knowledge Proof é significativamente melhor pro usuário do que as atuais coletas de biometria digital realizadas por empresas como a Yoti. A resposta da API de um sistema desses não inclui dados do usuário.

PEDRO LANTYER SACRAMENTO 08/05/2026
3

A verificação não deveria sequer existir. É melhor do que entregar pra empresas aleatórias, mas não é uma coisa aceitável.

PEDRO LANTYER SACRAMENTO 08/05/2026
3

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Um instrumento não invasivo de segurança etária é fundamental. No entanto, sendo cada token de uso único e intransferível — e, por consequência, exclusivamente pessoal —, não vejo outro caminho para coibir seu compartilhamento que não seja a exposição de algum identificador do usuário (o menos invasivo que eu possa pensar de antemão é o IP, por exemplo, ou as iniciais de seu nome completo) tanto aos sítios em que verificar sua idade quanto ao serviço governamental.

    LORENZO FRYDRICH RODRIGUES 14/05/2026
    0
  • Ponto negativo: Segundo a medicina masturbação é algo saudável e normal, caso os pais de um adolescente queira o privar de suas nescessidades fisiológicas basta que eles conversem com ele a repeito e estabeleçam um vínculo de confiança multuo. Não acho nescessário e nem justo que o governo ponha a minha privacidade e segurança digital em risco só por conta de alguns pais que não tem competência para cuidar da educação sexual do filho e nem para fiscalizar oque ele olha na internet.

    ABIAS DE CARVALHO MOREIRA 14/05/2026
    1
  • Ponto positivo: A idéia é madura e válida. Eu sou totalmente contra qualquer tipo de vazamentos de informações privadas a sites de terceiros e principalmente informações do gov já que uma pontinha de informação já é o bastante para rastrear e pegar todos os seus dados, e como sites pornográficos são lotados de virus e vivem sendo hackeados, isso não me parece uma boa idéia. Mas com certeza gerar esse token é muito melhor do que dar sua biometria e todos os seus documentos com suas informações pessoais.

    ABIAS DE CARVALHO MOREIRA 12/05/2026
    1
  • Ponto negativo: Uma verificação binária precisaria do contato com os servidores do governo, o que criaria um rastreador, o servidor pega o token e envia ao servidor do governo. O projeto destaca que o rastreio é restrito a dados técnicos e anonimos, mas ao se tratar de bancos de dados, onde até mesmo blockchains podem ser usadas para rastrear, é práticamente impossivel manter dados em servidor, sem a possibilidade de monitorar ou rastrear, o que fere o proprio argumento.. A ideia é madura, mas deve evoluir.

    GELIARDI DOS SANTOS OLIVEIRA 12/05/2026
    1
  • Ponto positivo: O ponto positivo é que, já que deve haver uma regulação, um token binario é a melhor opção, e melhor ainda se ficar ao cargo do governo, que detém os dados sensíveis desde seu nascimento. Isso é milhares de vezes mais seguro do que prover fotos, ou qualquer outro dado sensível a empresas privadas, mesmo isso já acontecendo indiretamente! A ideia é boa, funciona perfeitamente, na verdade é a ideia mais inteligente proposta até agora no meio de toda essa bagunça entre ideiologias!

    GELIARDI DOS SANTOS OLIVEIRA 12/05/2026
    1
  • Ponto negativo: A verificação não deveria sequer existir. É melhor do que entregar pra empresas aleatórias, mas não é uma coisa aceitável.

    PEDRO LANTYER SACRAMENTO 08/05/2026
    3
  • Ponto positivo: Zero Knowledge Proof é significativamente melhor pro usuário do que as atuais coletas de biometria digital realizadas por empresas como a Yoti. A resposta da API de um sistema desses não inclui dados do usuário.

    PEDRO LANTYER SACRAMENTO 08/05/2026
    3
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  2. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.