Enquete do PL 1799/2026

Resultado

Resultado parcial desde 14/04/2026

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 11.452 100%
Concordo na maior parte 39 0%
Estou indeciso 6 0%
Discordo na maior parte 6 0%
Discordo totalmente 43 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Vamos pra cima ??

RONALDO DA SILVA SANTOS 14/04/2026
308

A pessoa compra o carro e não pode fazer nenhuma mudança, fora que a gente compra o bem e paga por ter ele todo ano e na e barato o imposto.

MAURICIO SEVERINO JUNIOR 14/04/2026
336

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 53 encontrados.

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  • Ponto negativo: Pode gerar confusão jurídica. Fiscalização difícil: Agentes de trânsito teriam que verificar se as modificações atendem aos requisitos. Possível conflito com normas do CONTRAN. Risco de acidentes: Elevação da suspensão altera o centro de gravidade do veículo. Impacto na frenagem e estabilidade: Modificações estruturais podem comprometer sistemas de segurança como ABS. Padr. insuficiente: Se os critérios técnicos ñ forem claros e rigorosos. Apenas quem tem recursos financeiros poderá adaptar.

    LINCOLN SANTOS DE CASTRO 10/05/2026
    3
  • Ponto positivo: Aqui no Rio Grande do Sul é serra, barro, buraco, enchente e poeira. Quem mora no interior ou cidade precisa de veículo alto, pneu grande e outras modificações para andar em tantas adversidades. Em vez de pegarem no pé de modificação e veículo erguido, tinham era que arrumar as estradas e deixar o povo adaptar o próprio veículo pra realidade que vive. Cansamos de ser tratados como criminosos. Quem trabalha no ar-condicionado e anda só no asfalto liso não sabe a nossa realidade! Homem da Serra

    WILLIAM DO NASCIMENTO DA SILVA 07/05/2026
    9
  • Ponto positivo: Olha no meu ponto de vista agente paga tanto imposto por nada pq eles fiscalizao oq nao deve fiscalizar as ves estanos errao mesmo mais tambem estamos certo ai quando estamos certo eles quere ferar com agente que paga tudo certo

    RODRIGO SILVA DE VEIGA 07/05/2026
    5
  • Ponto positivo: A pessoa compra o carro ,já paga um imposto absurdo, aí paga o IPVA e tudo q tem pra pagar pra não perder o carro, que já está pago, aí falam que não pode mudar o carro mas se pagar pode, se um carro vem de fora já com modificações não faz sentido ser apreendido ele saiu da fábrica com modificação e a pessoa comprou e pagou com seu dinheiro.

    ANNE LOUISE INACIO DE CARVALHO 07/05/2026
    5
  • Ponto positivo: VISTO QUE CADA CONDUTOR, PESSOA COMPRA O VEÍCULO PARA SEU USO PESSOAL, ELE PODE FAZER O QUE QUISER COM O VEÍCULO… MAS, TBM DESDE QUE COLOQUE A VIDA DO OUTRO EM RISCO. COM ISSO SOU A FAVOR DE O VEÍCULO SER MODIFICADO PARA RODAR NA ZONA RURAL. OU EM MEIO DE TORNEIO, COMPETIÇÃO, EVENTOS DIVERSOS. NÃO SOU DE ACORDO COLOCAR EM RODOVIA POIS, O VEÍCULO DE MAIOR PORTE HOJE NÃO RESPEITA O DE MENOR PORTE E ISSO CAUSA UM DESCONTROLE NO TRANSITAR, LEVANDO MAIOR NÚMERO DE VITIMAS.

    MAICON RODRIGUES PORTO 06/05/2026
    3
  • Ponto positivo: Em situações emergenciais, como as que aconteceram em Rio Bonito do Iguaçu - PR, foi essência o uso de veículos fora de estrada. Um projeto de lei assim traria mais benéfica sociedade, geração de empregos no ramo, entre outros

    GUSTAVO HERLEMANN PAGANINI 06/05/2026
    2
  • Ponto negativo: Se fosse uma alteração que prejudicasse a população ou prejudicasse a movimentação no trânsito era uma coisa, agora algo que so mexe na estética faça me favor, daqui uns tempos eles estao rebocando carro ate se o dono peidar la dentro.

    ANNA LUIZA BENVENUTTI MOREIRA 06/05/2026
    0
  • Ponto positivo: Eu acredito qua o carro é da pessoa ela pode fazer a modificação que quiser, no caso de Veículo off-road é versátil para anda em estrada e terrenos acidentados, e não posso de deixar de pontuar aqui Quando aconteceu o desastre natura No Rio grande do Sul Esses veículo salvaram muitas pessoas naquele momento difícil e não tem nada que desabona uma modificação de altura e peneu na ultilizacao do carro muito pelo contrário e momentos difícil pode ser um salva vidas.

    PEDRO HENRIQUE PEREIRA DOS SANTOS 06/05/2026
    1
  • Ponto positivo: Ponto positivo pra quem não lembra das grandes enchentes no sul do país onde nenhum carro pequeno é o governo estava nem aí pra tudo, eram essas camionetas altas com pneus maiores que estavam resgatando pessoas e levando alimento para todos os lados, aí ninguém questionava ou ia contra essas modificações

    DJONATAN GONCALVES 06/05/2026
    1
  • Ponto positivo: Tudo e qualquer peça colocada ou modificada precisa de mão de obra isso gera renda e riqueza e capacitação de vários representantes de família mais uma peça mais uma mão de obra fabricando ou projetando mais uma família com renda para vida digna num momento difícil

    MAYCOON VICTOR MENDES CUNHA 06/05/2026
    0
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.