Enquete do RIC 814/2026

Resultado

Resultado parcial desde 09/04/2026

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.904 99%
Concordo na maior parte 10 1%
Estou indeciso 5 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 6 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Os Militares do Quadro Qesa são merecedores!!! A muitos anos buscam esse reconhecimento!!!

ROGERIO TURRA SOARES BRASIL 09/04/2026
143

E a FAB não prestigiar seus profissionais,dando as mulheres a oportunidade de ir a outras graduações,mesmo elas fazendo o concurso só para cabos.entao acho que negativamente fomos prejudicados por anos de trabalho.

GUARACY ALENCAR RODRIGUES 10/04/2026
64

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 48 encontrados.

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  • Ponto positivo: Preventivamente, devemos observar que na legislação que trate da promoção QESA, não sejam inseridas cláusulas que venham obstaculizar a promoção. Obrigando o candidato à promoção à renúncias a direitos, garantidos em Lei e na Constituição Federal. O legislador, e todos os interessados devem estar atentos a essa possibilidade. Cabe ao Estado observar as leis, a Constituição, neste caso, entre outros o ART. 37 e todos os seus dispositivos.

    SERGIO BARBOSA 09/05/2026
    3
  • Ponto positivo: Faz-se necessária a promoção dos QESA a SO, pois é notória, a iniquidade no caso. A saber: promoção do quadro feminino (Cb) a SO; dos taifeiros; e promoção dos mais modernos (QESA) a 2o Sargento, permanecendo os mais antigos como 3o Sgt. Está escancarada, pra quem quer, e quem não quer ver a injustiça. Importante salientar que a promoção dos QESA é necessária para realização da justiça, mas que não se tente obstáculizá-la, impondo renuncia a direitos e condições que atentem contra às promoções.

    SERGIO BARBOSA 09/05/2026
    3
  • Ponto positivo: isonomia, simplesmente, hora de reparar o erro cometido pelas autoridades em décadas passadas

    JONAS VIEIRA 08/05/2026
    2
  • Ponto positivo: Com este Requerimento ficou claro à solicitação, depois da analise do Poder legislativo, para corrigir a injustiça dos Sargentos Veteranos QESA. Que o Cmd. Supremo das Forças Armadas possa ter a sensibilidade de analisar para uma justa ação de correção do QESA.

    ROGERIO GUIMARAES REIS 30/04/2026
    11
  • Ponto positivo: Tem a chance de equiparar uma injustiça feita no passado , e promover os servidores a patente que e de Direito !!!

    JAIRO MOREIRA DA SILVA JUNIOR 29/04/2026
    11
  • Ponto positivo: Injustiças na caserna devem ser vistas e corrigidas, se cabos, taifeiros e mulheres cabos foram promovidos a suboficial todos deveriam ser promovidos também sem restrição. Paz!

    JAIRO MOREIRA DA SILVA 28/04/2026
    12
  • Ponto positivo: Há décadas a classe de Cabos e Qesas vem junto às autoridades que sejam agraciados através do reconhecimento de que não pode tratar iguais com atos parciais, sito às cabos femininas e posteriormente os taifeiros com progressão na carreira, encerrando o ciclo a Suboficial.

    ADAILTON DE SOUZA MACHADO 28/04/2026
    11
  • Ponto positivo: Equipara a quadros semelhantes que obtiveram promoções, mesmo sendo hierarquicamente, inferior aos cabos masculinos, que obtinham igual ou superior conhecimento e escolaridade.

    OSMAR RAMOS DIAS 28/04/2026
    10
  • Ponto positivo: Muita injustiça que a Fab fez com o quadro Quesa . Promoveram o Quadro feminino de cabos, a3sgt e assim foram até chegar A Sub oficial.Promoveu os 3S Quesa da ativa 2 Sgt. Tbem os taifeiros a Sub oficial aonde o curso foi junto com os cabos . Erraram muito. Estamos documentados. Todos sabem dessa injustiça. Foi só um desabafo junto com revolta.

    LUIS CLAUDIO FERREIRA VIANNA 28/04/2026
    10
  • Ponto positivo: Boa noite, essa demora em resolver isso de uma vez.

    JEFFERSON LUIZ RIBEIRO DA SILVA 28/04/2026
    9
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.