Enquete do PL 896/2023

Resultado

Resultado parcial desde 31/03/2026

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 515 48%
Concordo na maior parte 9 1%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 14 1%
Discordo totalmente 530 50%

O que foi dito

Pontos mais populares

A punição de atos misóginos que efetivamente incitem a violência contra a mulher mostra-se necessária para a proteção das mesmas, sobretudo em um contexto social ainda marcado por traços culturais machistas. No contexto da internet, percebe-se um aumento dessa conduta o que é preocupante, contudo, reforço, que apenas a punição não irá remediar um problema sociocultural, sendo necessário programas de conscientização e prevenção.

GABRIEL FERREIRA COELHO 01/04/2026
45

Discordo da centralidade da punição penal, pois a criminalização, por si só, não resolve um problema de raiz cultural como a misoginia. A atuação estatal deveria priorizar a prevenção. Além disso, a redação aberta do tipo penal, sem verbos nucleares claros, compromete a taxatividade, gerando insegurança jurídica, risco de impunidade e de enquadramento excessivo de condutas que não configuram misoginia

GABRIEL FERREIRA COELHO 01/04/2026
87

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 37 encontrados.

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  • Ponto positivo: Não vejo nada, pois ja temos leis suficientes em favor da mulher, basta apenas seu total cumprimento como qualquer outra lei, assim como na lei de dados..

    RONALDO ELIAS TOLEDO 03/07/2026
    0
  • Ponto negativo: Somos ou não somos iguais perante a lei? Esta PL visa criar uma supremacia feminina, onde o homem tem que baixar a cabeça e ficar calado. Tudo o que for falado vira crime, até dar um "bom dia" pra alguma mulher. Isso é bizarro!!!

    LUIZ AUGUSTO VIANA LOPES 03/07/2026
    0
  • Ponto negativo: O PL criminaliza as palavras, censura prévia, pois basta a pessoa dizer que se ofendeu. E, as mulheres passam a ser ''mais'' iguais do que os homens perante a Lei. A ''liberdade de expressão'' vai se chegando ao fim.

    EVERTON CARDOSO PEREIRA 02/07/2026
    4
  • Ponto negativo: O maior problema deste PL contra a misoginia é não definir limites sobre "o que é..." E "O que não é..." a misiginia, isto pode remover liberdade de expressão genuínas como: reconhecer que uma mulher está na TPM, isto pode criminalizar até o simples ato de falar "pessoa está na TPM" isto quebra a liberdade de expressão genuína, pois nega uma condição real de saúde.

    DUDA TAYLOR SANTOS ARAUJO 02/07/2026
    4
  • Ponto positivo: Misoginia é crime

    ALESSANDRA LUSTOSA BARROS 01/07/2026
    1
  • Ponto negativo: Deveriam chamar de.lei "homem não fale com mulher" Porque o conceito de misoginia é TÃO MAL ESCRITO que qualquer coisa separada do contexto vira misoginia. Uma lei que pune com base num contexto tão abstrato É UMA ABERRAÇÃO

    BRUNO SALTORIS CUIABANO 01/07/2026
    6
  • Ponto negativo: Este PL agravará o discurso de ódio contra as mulheres, mas também a violência física contra a mulher, pois aquele que é calado, decide agir com as mãos. Misoginia é um problema cultural do a qual o estado não pode mudar na canetada. O PL não é prevenção de ódio contra mulheres, mas sim, um motivo e razão que homens usarão para pessoas validarem a misoginia, os veículos de ataques apenas mudarão com o passar do tempo caso a matriz do problema não for resolvida. A solução é liberdade econômica.

    ANDRE SWAMI SIEBRA ESPINOSA 30/06/2026
    12
  • Ponto negativo: Esse projeto de lei vai abrir margem pra censura do discurso público! Já existem leis que punam crimes contra a honra! A liberdade de expressão NÃO pode ser cerceada!

    RONALDO FERREIRA DO NASCIMENTO 30/06/2026
    13
  • Ponto negativo: Onde tudo é preconceito nada é preconceito.

    AMELIA MARIOTTO FELIZ 30/06/2026
    12
  • Ponto positivo: Não vejo ponto positivo é um disparate resumir a vida humana em uma condenação que se dá a um só lado. É uma desconstrução da sociedade e também do âmbito da família como um todo. Seremos escravos de pautas e não de vivências humanas.

    AMELIA MARIOTTO FELIZ 30/06/2026
    1
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  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

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  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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