Enquete do PL 1124/2026

Resultado

Resultado parcial desde 11/03/2026

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 119 96%
Concordo na maior parte 3 2%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 1 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Nossas vidas e de nossas famílias foram devastadas com todas as dificuldades com todas essas deformações físicas e danos psicológicos por causa da síndrome de Talidomida, maioria não consegue fazer nada sozinho precisando que outra pessoa cuide da gente e com isso os custos financeiros sao exorbitantes para ter ou adaptar tudo ao nosso redor e assim tentar ter uma qualidade de vida e a pensão fica defazada devido a inflação, pelo amor de Deus nos ajude.

WERCLEY CARNEIRO DE OLIVEIRA 07/04/2026
14

As pessoas que nasceram com essa má formação é muito prejudicada na sua vida , principalmente na vida social ,não consegue participar ou fazer parte desse meio. Tem altos gastos financeiros com remédio e dependente de outras pessoas. Precisam de muito apoio .

TATIANA VIEIRA DOS REIS 02/06/2026
1

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  • Ponto negativo: As pessoas que nasceram com essa má formação é muito prejudicada na sua vida , principalmente na vida social ,não consegue participar ou fazer parte desse meio. Tem altos gastos financeiros com remédio e dependente de outras pessoas. Precisam de muito apoio .

    TATIANA VIEIRA DOS REIS 02/06/2026
    1
  • Ponto positivo: A aprovação deste projeto é claramente o reconhecimento de que as pessoas vítimas da talidomida necessitam de respeito, dignidade, melhor qualidade de vida e acima de tudo, o direito a saúde com condições financeiras para arcar com suas necessidades específicas. Nosso tempo de adaptação com o que a talidomida nos causou não cessam e, na idade de 65 anos vejo que estão sendo mais desafiadoras. Queremos ter segurança para viver com perspectiva de um futuro mais justo

    MARIA DO PERPETUO SOCORRO CASTRO GIL 29/05/2026
    2
  • Ponto positivo: Nascer com as sequelas da medicação talidomida para mim tem sido desafiador quanto permanecer de cabeça erguida diante dos olhares discriminatórios, dificuldades pessoais para realizar minhas necessidades íntimas. É duro não ter privacidade; é frustrante ser dependente. Por isso, a aprovação desse PL não me fará feliz pelo valor numerário, mas pelo menos, haverá um entendimento de que sou cidadã e mereço dignidade e segurança para adquirir o que preciso para adaptar meus entraves.

    AGLACIR LARAY PINTO 26/05/2026
    3
  • Ponto positivo: Esse projeto vai nos ajudar muito, nós vítimas de Talidomida temos muitos gastos com remédios, transporte, médicos. Visto que estamos envelhecendo os gastos vão ficando mais caros.

    SABRINA APARECIDA COSTA 26/05/2026
    3
  • Ponto positivo: A Talidomida prejudicou muitas pessoas, inclusive eu. Além dos problemas físicos, há também o emocional e social. Muitos carregam rejeições, indiferenças, bullying e muito mais, além das deficiências físicas. Apesar de não ser o meu caso, muitos colegas possuem lesões severas e necessitam de auxílio de outros profissionais para que possam viver com um pouco de dignidade. Ainda há muito caminho para o PL percorrer e quanto mais rápido ele for tramitando, mais rápido será a resposta/aprovação.

    CESAR DO CARMO 26/05/2026
    2
  • Ponto positivo: Esse projeto representa dignidade, reconhecimento e justiça para as vítimas da talidomida. Após tantos anos de luta, é mais do que justo atualizar os valores da pensão para garantir melhores condições de vida a quem convive diariamente com tantas limitações. Que o PL 1124/2026 continue avançando e seja aprovado o quanto antes.

    SEBASTIAO HENRIQUE PEREIRA DA SILVA 14/05/2026
    5
  • Ponto positivo: Excelente ideia da Deputada Estamos realmente necessitados de recursos nesta fase de envelhecimento, que para nós, é muito mais dificil , com consequencias para todo nosso corpo por conta de nossa deficiencia

    MARIA CHRISTINA VILLACA ROSA 12/05/2026
    5
  • Ponto positivo: Nós que sofremos com as consequências da talidomida, já sofremos traumas o bastante no ventre de nossas mães. A culpa que nossas mães carregaram. O fator psicológico, os traumas que sofremos pela falta de inclusao ,principalmente agora na terceira idade.Os gastos com a saúde, alimentação, pessoas para nos auxiliar nas tarefas diárias, será relevante essa atualização na pensão indenizatória síndrome da talidomida. Dayse Mary Pires Coutinho ferreira.

    DAYSE MARY PIRES COUTINHO FERREIRA 16/04/2026
    8
  • Ponto positivo: Nossas vidas e de nossas famílias foram devastadas com todas as dificuldades com todas essas deformações físicas e danos psicológicos por causa da síndrome de Talidomida, maioria não consegue fazer nada sozinho precisando que outra pessoa cuide da gente e com isso os custos financeiros sao exorbitantes para ter ou adaptar tudo ao nosso redor e assim tentar ter uma qualidade de vida e a pensão fica defazada devido a inflação, pelo amor de Deus nos ajude.

    WERCLEY CARNEIRO DE OLIVEIRA 07/04/2026
    14
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  1. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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  5. REQ 305/2026 CSPCCO

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