Inúmeras UCs no Brasil são decretos que não promoveram a devida desapropriação. Propriedades privadas são afetadas por gravames e não são regularizadas. Essa é uma realidade antiga e complexa. Mais efetivo regularizar a coexistência de propriedades privadas pela modificação a Monumento Natural na área mais urbanizada e cara do PNI. Como isso, priorizar o gasto do Fundo Nacional do Meio Ambiente para a desapropriação de grandes propriedades rurais com áreas preservadas extensas.
Enquete do PL 1083/2026
Enquete encerrada em 09/06/2026
Resultado
Resultado final desde 10/03/2026
| Opção | Participações | Percentual |
|---|---|---|
| Concordo totalmente | 253 | 45% |
| Concordo na maior parte | 2 | 0% |
| Estou indeciso | 0 | 0% |
| Discordo na maior parte | 1 | 0% |
| Discordo totalmente | 318 | 55% |
O que foi dito
Pontos mais populares
Mais uma iniciativa absurda que busca desmembrar parte do primeiro parque nacional do Brasil buscando favorecer os interesses imobiliários de alguns poucos proprietários particulares (maioria de segundas residências) em detrimento da sociedade brasileira. Os parques nacionais são areas muito especiais e um patrimônio de todos nós. DEFENDA-OS VOTANDO CONTRA ESSE PROJETO!
Todos os pontos levantados pelos usuários
Exibindo resultados 1 a 10 de 26 encontrados.
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Ponto positivo: A recategorizacao de 1.065 hectares na porção sul do Parque Nacional de Itatiaia para Monumento Natural busca conciliar a preservação ambiental com a valorização histórica e social das comunidades locais, mantendo a área sob categoria de proteção integral, mas permitindo uma gestão mais compatível com a realidade fundiária e cultural da região do Vale do Rio Campo Belo. Um Monumento Natural prevê por lei a preservação dos ecossistemas, da geodiversidade e da biodiversidade do local.
MARIA TERESA ACOSTA DE MEHR 28/05/20260 -
Ponto positivo: Uma comunidade histórica, em um bairro, área que nunca fez parte do parque, que reflorestou sua área inteira, protege, cuida, ama, ser perseguida desse jeito pelo órgão ambiental é um absurdo e uma injustiça. Na ampliação de 1982 foi recomendada ser um Parque Natural mas um erro do decreto criou esse conflito por mais de 40 anos. O ICMBio ao invés de corrigir esse erro criminaliza essas famílias, onde vários idosos já morreram de desgosto. Monumento Natural é uma solução técnica.
ANA CRISTINA DE SOUZA CARVALHO PINTO 27/05/20262 -
Ponto positivo: Não é possível que o ICMBio ataque uma comunidade protetora, inventa que MONA vai ter especulação imobiliária e construções, se vai ser gerido por ele, além dos Pontões já ter sido recategorizado para MONA pela Marina. MONA é de conservação integral, quem não seguir a risca as regras desapropriadas cai fora. Não é redução de parque, não são famílias ricas, são pessoas que reflorestaram e cuidaram desse local há 111 anos. Quer dizer que reflorestar para o ICMBio é crime?
LUIZ AUGUSTO RIBEIRO PINTO 27/05/20261 -
Ponto positivo: a recategorização garante a conservação do meio ambiente e permite que familias que la sempre moraram de forma legal continuem a habitar. desapropriar estas pessoas uma vez que nenhum mal ao meio estão causando e injusto. pelo contrário sempre protegeram, replantaram e preservaram o ambiente que historicamenta ja fora devastado no inicio do sec XX. A verdadeira motivação esta em conceder estes imoveis à exploração turistica e economica a parquetur(privada). ICMBIO nem sempre é santo.
DOUGLAS JOSE GARCIA MIRANDA 27/05/20262 -
Ponto positivo: Concordo totalmente, os proprietários são agentes de proteção do parque, estão mais do que ninguém interessados na preservação da reserva natural. Essa comunidade é muito importante e irá continuando a proteger o Parque.
CLARICE CAMARGO MENDES 26/05/20263 -
Ponto positivo: Dizem que o projeto ataca áreas protegidas, então quando foi recategorizado Pontões, ou seja, um parque inteiro com 800 propriedades, isso aconteceu? Falam em diminuição do parque, mas é um bairro onde as famílias recuperaram uma floresta secundária: a mensagem para os brasileiros é nunca reflorestem nada. Falam que são de famílias ricas, então é só doar para famílias pobres e pode recategorizar? É esse ataque contra famílias que protegem que fragiliza o SNUC! VOTO SIM PELA JUSTIÇA!
SAMIRA LAYAMA ALVES ROQUE 26/05/20266 -
Ponto positivo: A proposta recategoriza uma pequena área urbana onde vive uma comunidade histórica que reflorestou um núcleo agrícola que fracassou. Essa área nunca fez parte do parque e está vinculada à Prefeitura. As famílias aqui chegaram a partir de 1915. Essas famílias no lugar de serem respeitadas, foram perseguidas e difamadas. Todas amam e protegem o local. Não há nenhum argumento contra essa proposta. Ir contra uma comunidade como essa é ir contra o meio ambiente!
DANIEL SANTIAGO DINIZ 26/05/202610 -
Ponto positivo: Essa é uma comunidade centenária, que reflorestou a área e cuida e protege a natureza ao seu redor. Essa comunidade me ensinou a amar a floresta e segue ensinando muita gente. Esse projeto permite que essa população e o ICMBIo unam suas forças. Estabelece regras para a convivência preservacionista e economiza recursos públicos para serem usados na compra de áreas menos urbanizadas. É muito mais efetivo desapropriar uma fazenda desmatada que uma casa de 100 metros quadrados de terreno.
FABIOLA BERTOLINI DE MOURA 26/05/202612 -
Ponto positivo: A biodiversidade que é o objeto principal a ser protegido pelas UC não será perdida. Aliás, na pequena área onde existem as casas dos moradores, ela foi recuperada com muito esforço. Realizei diversas pesquisas científicas nessa área ao longo de mais de 10 anos (monografia, especialização, mestrado e doutorado) e sei bem do que estou falando. O que está em jogo é a reparação histórica a favor da comunidade e do reconhecimento de seu território, que foi equivocadamente incluso dentro do PNI.
IZAR ARAUJO AXIMOFF 25/05/202615 -
Ponto positivo: Os atuais agentes usam de má fé para expor a real intenção por trás de não quererem a recategorização da área que há décadas vem sido preservadas pelos atuais proprietários. Não há uso da terra por parte dos proprietários que em nada impactam a natureza local. Pelo contrário, reforçam a preservação pelo simples fato de existirem e habitarem o lugar. O ICMBio DE ITATIAIA em pacto com a PARQUETUR só visam usar as casas para obterem mais renda e assim aumentarem o caixa privado da empresa.
VICTOR SILVESTRE SILVA 25/05/202612