Enquete do PL 1007/2026

Resultado

Resultado parcial desde 06/03/2026

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 45 2%
Concordo na maior parte 5 0%
Estou indeciso 3 0%
Discordo na maior parte 18 0%
Discordo totalmente 4.179 98%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não há nada de positivo nesse projeto.

RAFAEL ZAMORANO BEZERRA 10/03/2026
496

Completamente sem sentido propor a extinção do IPHAN. Antes disso, propor o fortalecimento do órgão, para que possamos ter mais e melhores políticas de preservação do patrimônio material e imaterial geral do Brasil. Um país sem memória não pode fortalecer sua cultura nem sua identidade.

PATRICIA PEIXOTO LEAO DE SOUZA 10/03/2026
707

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 99 encontrados.

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  • Ponto negativo: Só vejo retrocessos não se dever extinguir esse orgão e sim fortalecer e realizar concursos públicos precisamos de cérebros e técnicos em defesa do nosso patrimônio histórico, cultural um país tem obrigação de proteger seu passado também a Europa e Ásia faz isso!!

    ARTUR ALVIM CURY 07/04/2026
    2
  • Ponto negativo: Voto contra o PL 1007/2026 pois a extinção de um órgão técnico como o IPHAN fragiliza a proteção da identidade das minorias religiosas e culturais do Brasil. A história de um povo é seu maior patrimônio e não pode ficar sujeita a decisões puramente políticas ou econômicos. Sem uma estrutura especializada, corremos o risco de ver locais de culto históricos e marcos da imigração serem apagados ou negligenciados, o que é um desrespeito à memória de todos os cidadãos que construíram esta nação.

    DANIEL BORGES HEK 07/04/2026
    3
  • Ponto negativo: Nada de positivo, um erro grave que quer acabar com a cultura e história do nosso Brasil.

    EUGENIO CANDIDO RODRIGUES 05/04/2026
    5
  • Ponto positivo: Não há resultados esperados e muito menos intenções positivas neste projeto; a expectativa do redator é reduzir a burocracia para licenciamento ambiental, mas desmontar o órgão é o primeiro passo para o enfraquecimento da estrutura que ainda hoje no País barra planos absurdos de construções que ignoram não só a questão cultural, como ambiental e ancestral de determinada localidade.

    RODRIGO DO BEM PEREZ 03/04/2026
    4
  • Ponto negativo: Não é possível querer destruir o órgão que tem a função há décadas de proteger e preservar nosso patrimônio histórico e cultural! E faz isso muito bem! Por isso, acho inacreditável que um parlamentar queira extinguir esse órgão, ao invés de, fortalecê-lo!

    ROSEMARY VITORIA DE MELO PEREIRA 02/04/2026
    5
  • Ponto negativo: Além de inconstitucional, depredadar o órgão que gere e fiscalização a cultura brasileira e o patrimônio brasileiro é uma das formas mais covardes de apagar nossa própria história. Uma nação sem história é uma nação sem futuro algum. É vergonhoso que tenha sido levantado essa possibilidade e isso acarretaria inclusive na destruição e perda de incentivos para cultura e patrimônio brasileiro.

    FRANCISCO LUCAS ANDRADE DA CUNHA 31/03/2026
    14
  • Ponto negativo: Não há pontos positivos em se destruir o patrimônio e a cultura deste país, não sei como se pode cogitar que esta lei traria algo de positivo para a população.

    LETICIA HELENA GAVER SILVA 30/03/2026
    20
  • Ponto negativo: No projeto é dito que o IPHAN possuí problemas, que como por exemplo, a seleção de prédios históricos que demoram anos para ser escolhidos, porém este problema não deveria ser colocado para Ministério da Cultura. É claro que o problema é dentro do órgão, nem por isso deve-se deixar de existir. Por que acontece esta burocracia? É essa pergunta que se deve fazer. Não usem essa PL para destruir a cultura que este país construiu com muito suor e sangue de brasileiros.

    JORGE ALVES TORRES 29/03/2026
    19
  • Ponto negativo: O projeto de lei atenta contra a soberania nacional. A proposta de extinção do IPHAN expões o interesse de alguns grupos em desmoralizar os marcos que valorizam a cultura brasileira. Apenas a discussão em relativizar o serviço feito, que contrariamente precisa ser valorizado, torna este PL uma perda de tempo e dinheiro ao Congresso.

    WILLIAM SEEWALD 23/03/2026
    22
  • Ponto negativo: Não há nada de positivo ; total desserviço O Iphan é uma instituição importante e essencial para garantir minimamente a preservação do patrimônio brasileiro, material e imaterial Seria importante uma discussão para o reaparelhamento da instituição, salários dignos , remontagem de uma equipe em quantidades suficientes para repensar o patrimônio e zelar para o que realmente necessitamos Triste ver esse tipo de PL ser colocada !!! Pais sem historia , não é um país !!!

    MARIA APARECIDA SOUKEF NASSER 21/03/2026
    21
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  5. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  6. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei