Enquete da PEC 3/2026

Resultado

Resultado parcial desde 24/02/2026

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 368 93%
Concordo na maior parte 14 4%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 2 1%
Discordo totalmente 7 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

acabar com absurdo de em cada ano pagarmos 4 por cento para o ESTADO em cima do valor do carro, isso e como bitributação pois pagamos impostos na hora da compra , todo ano um pedaço do carro vai para o estado

ALBERTO LUIZ ZAMITH 24/02/2026
50

Não EXISTE PONTO NEGATIVO!! Único ponto negativo é ter que todo ano pagar imposto sobre o valor do meu veículo só por possuir um veículo! Tributo este que não volta para a população, só serve para encher os cofres públicos.

KAYQUE LUNA DO NASCIMENTO 03/03/2026
38

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 30 encontrados.

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  • Ponto positivo: O ponto positivo é que agora o brasileiro, que tinha medo de comprar um automóvel mais novo devido o IPVA agora pode trocar seu veículo, nada mais justo,pois o cidadão brasileiro já paga muito imposto

    ISRAEL DOS SANTOS 06/04/2026
    1
  • Ponto positivo: Imposto justo, 1% de todos veiculos do Brasil, garante uma arrecadacao gigante, sem agredir a populacao

    JULIANO AUGUSTO LARA 05/04/2026
    1
  • Ponto positivo: O ponto positivo desse assunto é fazer justiça em um País demasiadamente injusto por natureza.

    MARCOS ANTONIO BATISTA CINTRA 29/03/2026
    1
  • Ponto positivo: O rico pode pagar o IPVA, mas o pobre que comprou um carrinho não consegue. Isso sobrecarregar o transporte público e dificulta a mobilidade.

    JOAO LUCAS GOMES DE SOUSA 27/03/2026
    1
  • Ponto positivo: Não a ponto negativo Ah só benefícios ao povo brasileiro Pois o IPVA ah 4% é um absurdo Esse modelo de cobrança tem que ser alterado com urgência Hj a pedágios pra tudo quanto é lado Não tem mais o porq desta cobrança

    LUIS GUSTAVO DOS SANTOS 24/03/2026
    1
  • Ponto positivo: Ponto positivo é que alterando o modelo de cobrança de IPVA irá beneficiar a nós brasileiros de baixa renda dando oportunidade de ter um veículo de valor maior, pois no dia d hj não temos porque não temos condições de pagar um IPVA tão abusivo que é Eu msm tenho condições de ter uma caminhonete pois não compro porque sei que não terei como pagar um IPVA tão caro Agora mudando isso comprarei sem medo

    LUIS GUSTAVO DOS SANTOS 24/03/2026
    1
  • Ponto positivo: Inúmeros pontos positivos: Incentiva as pessoas a adquirirem carros mais novos, modernos e menos poluentes. Renovação de frota nas ruas, evitando acidentes por exemplo. Bom pro meio ambiente, renovação de frota, traz carros mais modernos e consequentemente menos poluentes. Movimenta o comércio de carros, bom pra economia e setor. Deixa a compra mais acessível, pois já se paga imposto absurdo na compra do carro, e não se vê nenhum retorno.

    LEONARDO CAMILO DO VALLE 21/03/2026
    0
  • Ponto positivo: A PEC por si só já é positiva, não existe pontos negativos, não faz sentido pagar um tributo pelo o valor do veículo, já que o IPVA foi criado para substituir a antiga TRU (Taxa Rodoviária Única). Hoje esse imposto absurdo, só é utilizado para aumentar o valor de arrecadação, e aí da por si só, não traz retorno algum. Fora que o trabalhador já paga 100% de imposto na compra do veículo!!!

    ROGERIO PEREIRA DA SILVA MENDES 16/03/2026
    2
  • Ponto positivo: JUSTIÇA TRIBUTÁRIA JÁ, isso ja deveria ter sido debatido, parabéns ao Dep. Kim Katagiri, um alívio para o bolso do trabalhador brasileiro.

    EDER BARBOSA SILVA 12/03/2026
    9
  • Ponto positivo: O ponto positivo é óbvio, o teto de 1% é uma maravilha, e ser por peso é JUSTO. Bom, que eu quero trazer de reflexão é o seguinte: a PEC traz consigo a fonte da verba que vai cobrir essa redução de impostos, e ela seria oriunda dos gastos públicos, ou seja, haveria redução de super salários e emendas, toda aquela "robalheira" que fazem na nossa cara. O problema é que isso diminui muito as chances de aprovação, e só tem uma entidade que pode fazer aprovar: o povo. A pressão popular é capaz.

    DAVI EMANUEL DRESCH 10/03/2026
    6
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  6. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.