Prós da Proposta A PL reconhece o Brasil como líder mundial em assassinatos de pessoas trans, com dados da ANTRA citados na justificativa, promovendo políticas específicas para erradicar o transfeminicídio por ódio à identidade de gênero. Ela prevê capacitação de agentes públicos, protocolos de investigação, aplicação da Lei Maria da Penha a mulheres trans, campanhas educativas, apoio a ONGs e sistema de notificações, fortalecendo o acesso à justiça e mudança cultural.
Enquete do PL 665/2026
Resultado
Resultado parcial desde 24/02/2026
| Opção | Participações | Percentual |
|---|---|---|
| Concordo totalmente | 4 | 80% |
| Concordo na maior parte | 0 | 0% |
| Estou indeciso | 0 | 0% |
| Discordo na maior parte | 1 | 20% |
| Discordo totalmente | 0 | 0% |
O que foi dito
Pontos mais populares
Críticos veem a PL como ideológica, focando em "transfeminicídio" (termo não criminalizado no Código Penal) em vez de homicídios gerais, podendo criar políticas segmentadas que ignoram violência contra todas as mulheres ou homens. ? Há preocupação com custos elevados para novos planos, indicadores e estruturas, em meio a limitações orçamentárias, sem especificar fontes de financiamento.
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Ponto negativo: O texto promove "interseccionalidade" e direitos humanos de forma que alguns interpretam como priorizando agendas políticas sobre eficiência criminal, podendo gerar burocracia adicional sem impacto comprovado.
RAPHAEL CARDOSO DO NASCIMENTO 18/03/20260 -
Ponto negativo: Críticos veem a PL como ideológica, focando em "transfeminicídio" (termo não criminalizado no Código Penal) em vez de homicídios gerais, podendo criar políticas segmentadas que ignoram violência contra todas as mulheres ou homens. ? Há preocupação com custos elevados para novos planos, indicadores e estruturas, em meio a limitações orçamentárias, sem especificar fontes de financiamento.
RAPHAEL CARDOSO DO NASCIMENTO 18/03/20260 -
Ponto positivo: Prós da Proposta A PL reconhece o Brasil como líder mundial em assassinatos de pessoas trans, com dados da ANTRA citados na justificativa, promovendo políticas específicas para erradicar o transfeminicídio por ódio à identidade de gênero. Ela prevê capacitação de agentes públicos, protocolos de investigação, aplicação da Lei Maria da Penha a mulheres trans, campanhas educativas, apoio a ONGs e sistema de notificações, fortalecendo o acesso à justiça e mudança cultural.
RAPHAEL CARDOSO DO NASCIMENTO 18/03/20260