Enquete do PL 166/2026

Resultado

Resultado parcial desde 03/02/2026

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 146 100%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

A Lei deveria retroagir a todas as pessoas que comprovarem o motivo dos prejuízos sofridos ocorreram na infância qdo eram menores de idade, sendo causado por adultos alheios a vontade do menor, independente se a discussao da ilegitimidade já se encerrou na justiça.

LAURA TUROLLA PELLEGRINI CUSIN 03/02/2026
25

Seja a primeira pessoa a comentar negativamente depois de votar na enquete usando o botão no final da página.

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 11 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Eu fui emancipada para ser colocada como sócia e até hoje tenho processos e dívidas que não causei. Esse projeto é importante porque reconhece o abuso financeiro como violação de direitos, cria mecanismos de controle, protege o patrimônio de menores e responsabiliza quem realmente deve responder: os adultos. Além disso, fecha brechas que hoje permitem fraudes, uso de “laranjas” e até práticas mais graves dentro de estruturas empresariais. Proteger crianças também é proteger o futuro.

    NATACHA HENRIQUE PIRES FERNANDES 20/03/2026
    0
  • Ponto positivo: Projeto muito necessário, pois, normalmente, não se trata de participação voltada a planejamentos sucessórios.

    ELAINE CRISTINA DE QUEIROZ 12/03/2026
    1
  • Ponto positivo: Eu sou vitima das escolhas do meu pai (já falecido) que me emancipou com 15 anos para virar sócio dele. Nunca tive um retorno financeiro, nem uma construção de patrimonio, nenhuma divisão de resultados. Deixava a gestão jurídica com ele e a esposa dele na época. Após o seu falecimento em 2021, simplesmente descobri mais de 150 processos em meu nome e milhões em dívidas que nunca criei e ou aprovei. Tomará que está lei passe e que nenhuma criança mais passe por isso.

    ERICO LARA PIEROTTO FILHO 03/03/2026
    5
  • Ponto positivo: Deve ser aprovada urgente! Eu também fui vítima e até hoje luto pagando dívidas que foram feitas em meu nome. Recebo bloqueios do meu salário e nunca pude ter nenhum bem. Milhares de brasileiros passam por isso. Seja por fraude ou pelos responsáveis como pais e familiares que dentro de contextos familiares de uso do poder e da boa fé e falta de consciência das consequências do menor, até o obrigam a assinar documentos. É difícil provar nos tribunais que não tinha culpa e só contraiu dívidas.

    ANABELLE MOTA BEZERRA 08/02/2026
    5
  • Ponto positivo: Essa lei não é apenas necessária; ela é um grito por justiça. É inadmissível que crianças e adolescentes tenham sua identidade usada como moeda de troca, sendo penalizados pelos erros de quem deveria ser seu porto seguro. O abuso financeiro é uma ferida silenciosa que atinge o patrimônio, mas destrói o psicológico. Crianças e adolescentes tem o direito de começar a vida com dignidade, e não com dívidas que nunca foram deles.

    BRUNA LATANCIO FATTOBENE 05/02/2026
    8
  • Ponto positivo: Passei por isso mas eu não era menor de idade, mas era dependente financeiramente tinha 20 anos e fui induzida a assinar como avalista de um empréstimo que nunca vi a cor do dinheiro, eu ela laranja da empresa com apenas 1% sem receber nenhum pro labore, hoje com 35 anos isso me assombra e me assombrou toda vida e agora preciso pagar uma dívida milionária porque ninguém encontra o meu genitor para responder pelo processo e pagar.

    PRISCILLA NASCIMENTO FERNANDES 05/02/2026
    9
  • Ponto positivo: Concordo muito! Tenho uma amiga que é profundamente impactada até hoje por conta dos pais dela terem sujado o nome dela quando ela tinha apenas 1 ano! É muito injusto que ela tenha que viver com uma dívida que nem era pra ser dela. Isso precisa ser mudado urgente.

    RAFAELA VIEIRA SILVA 05/02/2026
    9
  • Ponto positivo: Eu sou vítima. Tive minha identidade usada para compor o quadro societário de duas empresas aos 12 anos de idade. Na época, a junta comercial não se certificou se houve o consentimento de minha mãe, e ainda assim, fui incluído. O resultado de tudo isso foi que aos 18 anos descobri diversas dívidas em meu nome, como trabalhistas e tributárias. Hoje, aos 27 anos, sou privado de ter bens, cartão de crédito, movimentar contas bancárias, com incidências de penhoras todos os dias.

    JOAO VITOR PEREIRA DE SOUZA 05/02/2026
    9
  • Ponto positivo: A Lei é de extrema importância para garantir que, hoje jovens e adultos, crianças que tiveram seus nomes usados indevidamente em dívidas possam construir um futuro mais autônomo e independente.

    VALENTINA CASSEL SPERHACKE 05/02/2026
    11
  • Ponto positivo: Eu sou uma vítima. Aconteceu comigo antes de eu ter 1 ano de idade. Hoje tenho 28 e uma vida marcada por uma série de dificuldades e privações. Ter uma Lei que irá proteger crianças para não sofrerem o que eu sofri é fundamental, muito mais que necessário!

    ISABELLA ECKHARD LEHNEN 05/02/2026
    11
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.