Enquete do PL 5868/2025

Resultado

Resultado final desde 15/12/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 18 60%
Concordo na maior parte 4 13%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 10%
Discordo totalmente 5 17%

O que foi dito

Pontos mais populares

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Projeto de lei configura retrocesso em relação ao Pl 2687 ( VETO 4/25). As dificuldades do DM1 justificam a inclusão como pessoa com deficiência, a partir do diagnóstico, assim como o Estado reconheceu em relação a outras doenças graves. A aprovação do PL 5868 constitui passo importante na tutela do DM1, mas se mostra essencial a correção do erro do executivo com a derrubada do VETO 4/2025.

RICARDO PHILIPE DOS SANTOS 15/12/2025
7

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

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  • Ponto negativo: A diabete tipo I é uma deficiência grave. A pessoa precisa aplicar insulina e medir glicemia várias vezes ao dia. A glicemia sobe e desce e é de difícil controle. Meu filho tem desde os 8 anos. Não pode fazer qualquer concurso, nem qualquer emprego e não é classificado como PCD também. Poucas pessoas conseguem fazer um controle. No DM1, o pâncreas não produz insulina. Não queremos um projeto enganoso.

    VANESSA RODRIGUES CRISPIM 27/05/2026
    0
  • Ponto negativo: Esse PL não garante absurdamente NADA que já não temos direito. Uma vergonha esse tipo de proposta estar em tramitação! Pela derrubada do veto 04/2025 !

    GEISA CARLA BERNARDO DA SILVA 26/05/2026
    0
  • Ponto negativo: Não incluiram os diabéticos tipo 2 que possuem uma série de complicações e que realmente causam dificuldades no dia-a-dia e chega a ser incapacitante.

    MARINALVA NAUS DA SILVA 24/05/2026
    0
  • Ponto negativo: O ponto negativo é que não derrubaram o veto e ainda criaram um PL para substituir o 2687/22 PL este que também está parado mesmo com pedido de urgência, estamos sem saída para um problema de saúde que precisa de mais respeito

    ALVARO DE SOUZA REIS JUNIOR 13/03/2026
    0
  • Ponto negativo: Confesso que eu ainda tenho minhas dúvidas sobre o atual PL. Entendo que a avaliação biopsicossocial é importante, mesmo sabendo que não há uma regulamentação ainda definida. Além disso, há um sentimento de quem consegue ter um bom controle da diabetes tipo 1 não será considerado PCD. Por outro lado, uma pessoa que perdeu a visão ou teve um membro amputado em decorrência da diabetes tipo 1 poderá ser enquadrado como PCD. Ao meu ver, a deficiência se manifesta nos dois casos.

    JUAN CABALLERO RODRIGUES 05/03/2026
    1
  • Ponto negativo: Ninguém que tem familiar ou tem DM1 apoia este PL 5868. PL é um retrocesso somos todos contra ele. Derrubada ja do veto 04/2025! Todas as entidades e portadores de DM1 apoiam apenas o PL 2687! Nos ajudem, Deputados ! Pedimos apenas justiça para nossos filhos !

    JORGE MONTARROYOS ESPINDOLA 18/01/2026
    2
  • Ponto negativo: Projeto de lei configura retrocesso em relação ao Pl 2687 ( VETO 4/25). As dificuldades do DM1 justificam a inclusão como pessoa com deficiência, a partir do diagnóstico, assim como o Estado reconheceu em relação a outras doenças graves. A aprovação do PL 5868 constitui passo importante na tutela do DM1, mas se mostra essencial a correção do erro do executivo com a derrubada do VETO 4/2025.

    RICARDO PHILIPE DOS SANTOS 15/12/2025
    7

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.