Enquete do PL 6396/2025

Resultado

Resultado parcial desde 15/12/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 49 58%
Concordo na maior parte 1 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 3%
Discordo totalmente 33 38%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não é mais aceitável discurso de ódio contra mulheres, e a ridicularização de tudo o que é feminino, quem não apoia é perverso e criminoso, assim como quem apoia racismo, homofobia e qualquer ódio gratuito, precisamos nos sentir seguras urgentemente!

VITORIA AIRES MEER 09/03/2026
12

Quem julga o que é misoginia? Depende de quem fala? O atual presidente tem várias falas misóginas, mas nesse caso pode. Então é mais um projeto para censura de alguns. Esse realmente é uma ato antidemocrático

PAULO CESAR DOS SANTOS PEREIRA JUNIOR 10/01/2026
10

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 5 de 5 encontrados.

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  • Ponto positivo: Já há estudos que indicam que os jovens são mais misóginos do que os idosos. Um discurso que valida os sentimentos de rejeição e inferioridade, principalmente, de meninos e adolescentes em formação emocional, tende a piorar a realidade de um país que já possui altos índices de violência contra a mulher.

    FRANCINE RIBEIRO DA COSTA 21/03/2026
    1
  • Ponto positivo: Tudo só funciona se houver ordem, respeito e disciplina. Não dá para continuarmos a ver discursos de ódio contra mulheres e meninas, sendo tratados como algo normal. Mulheres são o portal divino por onde a vida se faz nesse mundo, mas somos muito mais do que só mães: somos inteligentes, competentes, capazes. Merecemos amor, respeito, dignidade, possibilidades para desenvolvermos todas as nossas potencialidades intelectuais para tornarmos esse mundo mais justo e equilibrado para todos.

    JULIANA GASIGLIA MARTINI 10/03/2026
    2
  • Ponto positivo: Uma criança que cresce num ambiente em que se usa palavrão todos os dias, acha normal e usa palavrão todos os dias . Uma criança que cresce vendo violência e incitação de violência contra mulheres (como a trend do “caso ela diga não “) crescerá achando normal praticar essas ações contra mulheres. A internet tem muita coisa errada por falta de regulação. É preciso ter mais limites na rede

    VICTOR EDUARDO FERNANDES DE PAIVA 10/03/2026
    4
  • Ponto positivo: Não é mais aceitável discurso de ódio contra mulheres, e a ridicularização de tudo o que é feminino, quem não apoia é perverso e criminoso, assim como quem apoia racismo, homofobia e qualquer ódio gratuito, precisamos nos sentir seguras urgentemente!

    VITORIA AIRES MEER 09/03/2026
    12
  • Ponto negativo: Quem julga o que é misoginia? Depende de quem fala? O atual presidente tem várias falas misóginas, mas nesse caso pode. Então é mais um projeto para censura de alguns. Esse realmente é uma ato antidemocrático

    PAULO CESAR DOS SANTOS PEREIRA JUNIOR 10/01/2026
    10
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  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei