Enquete do PL 6070/2025

Resultado

Resultado final desde 08/12/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 26 19%
Concordo na maior parte 1 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 2%
Discordo totalmente 105 78%

O que foi dito

Pontos mais populares

Estamos perdidos! O Brasil fecha o ano de 2025 com 1,1 trilhões. Por três anos consecutivos fechando com um rombo desse tamanho e o Congresso e a Câmara pensando em aumenta salário de quem já tem o teto de R$ 46 mil, fora auxílios que não entram nessa conta. Isso vem de uma casa que diz ser do povo. Além da votação ser sem registro nominal e tramitar muito rápido, vergonha!

JOSE NIELYTON GOMES DE LIMA 04/02/2026
6

Pq não vota a reforma administrativa? Se podem folgar 1/3 dias trabalhados, pq receber até 100% do salário? Um tapa na cara da sociedade. Quem é melhor, Lula ou Bolsonaro eu não sei, mas essa câmara e esse congresso são os piores q eu já vi, não tenho dúvida alguma

MARCELO DA SILVA BARBOSA 03/02/2026
20

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 25 encontrados.

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  • Ponto negativo: Isso é inconstitucional, até quando o povo vai pagar essa conta?

    CARLA FABIANE MARQUES DA SILVA FERNANDES 05/02/2026
    6
  • Ponto positivo: Sabe o que esse projeto representa? A injustiça social, a desigualdade social, a falta de distribuição de renda, a verdadeira manobra contra o povo brasileiro. Por mais que a gente tente lutar, parece que sempre somos atropelados no meio do caminho e enterrados por quem nos persegue todos os dias: o Congresso Nacional.

    DEBORA SAMIRA GONGORA NEGRAO 05/02/2026
    5
  • Ponto negativo: Deveriam ser exonerados desde a Pec da blindagem, só servem pra tirat dinheiro do Povo. Votar pra ajustar um salario digno pro trabalhador que rala de domingo a domingo nao fazem. Indignada

    KAREN RAMOS DA ROCHA 05/02/2026
    6
  • Ponto negativo: O projeto é um tapa na face do brasileiro: dobra salários da elite do Senado via bônus de 100% e permite a "venda de folgas" sem pagar Imposto de Renda. Enquanto o povo arca com alta carga tributária, o Senado cria uma casta imune aos sacrifícios nacionais. Exigimos o veto aos bônus acima da inflação, taxação total de benefícios e auditoria externa. O povo deve decidir pelo celular, não os políticos!

    JOSE YAGO GONZALEZ LELIS 04/02/2026
    5
  • Ponto negativo: O projeto fortalece a gestão de pessoal no Senado, mas eleva despesas públicas em um momento de contenção fiscal, podendo pressionar o teto de gastos e também não podemos mais aceitar que as exceções virem regras, principalmente, renumerações acima do teto constitucional.

    WESLEY MARTINS JARDIM 04/02/2026
    4
  • Ponto negativo: O fim da escala 6x1, se votado esse ano, só entra em vigor em 2027 para 5x2 e 40h semanais, e diminuindo gradativamente até 36h semanais em 2031. Dia 03/02/2026 aprovaram o aumento de salário de acessores fantasmas e auxiliares de nada com nada, e escala 3x1 para estes "Trabalhadores", sem nem votação. Este congresso apenas foca aumentar e manter seus privilégios.

    JOAO PEDRO CARNEIRO DA SILVA 04/02/2026
    3
  • Ponto negativo: Não há forma decente de defender um projeto de lei turvo e hipócrita que visa valorizar profissionais já sobrevalorizados, enquanto o Brasil enfrenta problemas reais que parecem passar despercebidos aos olhos do plenário. As fortes críticas dos parlamentares sobre gastos com incentivos públicos parece ter viés de própria conveniência.

    MATHEUS EMILIAO ARAUJO 04/02/2026
    4
  • Ponto negativo: Fura o teto e dar um escala praticamente 4x3 dentro dessa oligarquia podem, sequer discutir a escala 6x1 q afeta milhões de trabalhadores querem. Absurdo

    APHONSIUS GABRIEL SOARES RIBEIRO 04/02/2026
    4
  • Ponto positivo: Estamos perdidos! O Brasil fecha o ano de 2025 com 1,1 trilhões. Por três anos consecutivos fechando com um rombo desse tamanho e o Congresso e a Câmara pensando em aumenta salário de quem já tem o teto de R$ 46 mil, fora auxílios que não entram nessa conta. Isso vem de uma casa que diz ser do povo. Além da votação ser sem registro nominal e tramitar muito rápido, vergonha!

    JOSE NIELYTON GOMES DE LIMA 04/02/2026
    6
  • Ponto negativo: O povo perecendo com impostos, salário mínimo indigno, tudo muito caro, aumento de salário mínimo de no máximo 100,00 e a Câmara e Senado votando um absurdo desse?

    MAGNO DOS SANTOS CHAVES 04/02/2026
    4

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  5. PL 635/2021

    O Projeto de Lei 635/21 determina que o 13º salário, ou gratificação natalina, será isento do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) e da contribuição previdenciária. O texto está em análise na Câmara dos Deputados O 13º salário é um direito trabalhista garantido pela Constituição (art. 7º, inciso VIII). “O mandamento constitucional tem por objetivo proporcionar a percepção da chamada gratificação natalina de forma integral, sem tributação ou descontos”, afirma o autor da proposta, deputado Pedro Lucas Fernandes (PTB-MA). Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei