Enquete do PL 6049/2025

Resultado

Resultado parcial desde 01/12/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 247 78%
Concordo na maior parte 11 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 61 19%

O que foi dito

Pontos mais populares

Trabalho com segurança cibernética e ficamos à merce de operações fraudulentas de criminosos, não podemos desmantelar com receio das organizações responsáveis virem atrás por acabar com o esquema deles.

PEDRO HENRIQUE GOMES SEVERO 03/12/2025
47

Não desmerecendo a profissão, no entanto, não vejo elemento de justa causa para conceder o porte de arma. Existem profissões na iniciativa privada que atuam na aplicação da LEI, que corre muito mais RISCO de VIDA que os profissionais de segurança digital.

ANDRE COUTINHO CERQUEIRA 03/12/2025
10

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 19 encontrados.

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  • Ponto positivo: Aqueles que são contra está PL infelizmente estão do lado dos criminosos. Cansei de ser ameaçado e ter que ficar com medo quando saio na rua. E esta a coisa mais difícil do mundo e contratar alguém nessa área, os profissionais estão cada dia mais com receio de sair pra trabalhar e não voltar. Estamos em constante perseguição e só cegos não veem isso. Muitos não vieram aqui votar ainda pois o nome deles fica exposto e deixam todos com mais medo.

    CLEYTON SALOME DOS SANTOS 25/03/2026
    1
  • Ponto positivo: Ajudar no combate as organizações criminosas, que se utilizam do meio digital para praticar extorsões e golpes financeiros, com quantias vultuosas, é uma atividade arriscada, que afasta a mão de obra qualificada e enfraquece políticas efetivas que promovam um ambiente virtual seguro e saudável para todos. Esses profissionais também atuam na fiscalização e denúncia de grupos de exploração sexual de menores de idade, portanto, é necessário garantir que esses profissionais possam se defender.

    IVAN DOS SANTOS CORREIA 20/03/2026
    2
  • Ponto positivo: Como funcionário de banco público, vejo isso como uma forma de proteção, acompanhamos vários casos de tentativas de sequestro relâmpago e outras tentativas de coagir a tal tarefas por termos acesso a informações.

    HERNANDE MONTEIRO BEZERRA 18/02/2026
    5
  • Ponto positivo: Reconheço que existem outras profissões na iniciativa privada que atuam na aplicação da lei e que, de fato, enfrentam riscos elevados. No entanto, o risco enfrentado por uma categoria não invalida ou deslegitima o risco enfrentado por outra. Segurança não deve ser tratada como um jogo de comparação, mas como uma análise objetiva de exposição e vulnerabilidade. O profissional de segurança digital como eu é um alvo potencial de intimidação, extorsão e violência.

    FERNANDO BUTZKI FILHO 23/01/2026
    5
  • Ponto positivo: Atuo em segurança cibernética lidando diretamente com organizações criminosas. Ao desmantelar fraudes, o risco extrapola o ambiente digital para o físico. Temos acesso a dados sensíveis de alto valor e nos tornamos alvos potenciais. A polícia não é onipresente. O porte, é proteção proporcional ao risco. O crime organizado hoje é híbrido, digital e físico. Ignorar essa realidade é expor profissionais técnicos a riscos sem meios de defesa. Não é privilégio, é adaptação da legislação a realidade.

    FERNANDO BUTZKI FILHO 23/01/2026
    5
  • Ponto positivo: A segurança pública não é onipresente. Por vezes saio de uma atualização de sistema altas horas e sigo até meu carro por ruas ermas, vulnerável. Sem contar todas as outras justificativas contidas no projeto que são TOTALMENTE REAIS. O projeto faz todo sentido.

    PAULO VITOR DOS SANTOS CARDOSO DE MIRANDA 23/12/2025
    8
  • Ponto positivo: O Estado não é onipresente e não pode proteger esse profissional que em uma situação de assalto ou tentativa de homicídio não teria tempo hábil de buscar ajuda. Estudos comprovam que tentativas de homicídio são mal sucedidas quando a vítima está armada.

    RODRIGO ATTIQUE SANTANA 17/12/2025
    7
  • Ponto negativo: A população estar a mercer de uma destruição democrática. Essa conta não bate, se pagamos imposto pra ter segurança pública, o mais certo seria investimento e valorização dos trabalhadores. Arma hoje e desculpa pra atirar em um seguranca do shopping em seu horário de trabalho, e o pior quem mata fica impune. Engraçado que a lei pra tonar assassinos em prisão perpétua, não vejo nenhum projeto.

    LUCILEIA DE MELO FERNANDES 10/12/2025
    0
  • Ponto positivo: Trabalho com segurança cibernética, sou fichado em uma empresa e atendemos quase que todos órgãos públicos, direto somos assediados e ameaçados por não passar dados sigilosos de licitações, clientes e operações. Acho válido essa proposta, pois sou fichado e cumpro horário, podem muito bem marcar nosso rosto ou carro e sofrer algum tipo de dano físico.

    RAFAEL VIEIRA GUIMARAES 07/12/2025
    8
  • Ponto positivo: Sim é importante defender quem nos defende e não dá pra se defender de criminosos fortemente armados jogando pétalas de rosas neles…. precisamos nos armar também se enfrenta fogo com fogo caso contrário estaremos em desvantagem.

    LUANA CARMEN DE CASTILHOS 07/12/2025
    6
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.