Enquete do PL 5990/2025

Resultado

Resultado parcial desde 26/11/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 99 55%
Concordo na maior parte 12 7%
Estou indeciso 3 2%
Discordo na maior parte 6 3%
Discordo totalmente 60 33%

O que foi dito

Pontos mais populares

Como farmacêutica apoio e reforço a importância da aprovação da PL 5990/2025 em prol da saúde pública. As redes sociais tornaram-se palco de egos, vendas descabidas e marketings apelativos sem o minimo de cuidado e zelo à saúde do público leigo que não possui discernimento sobre medicamentos, suplementos e correlatos da saúde. Influenciadores recebem remuneração para propagar desinformação sem base técnica-cientifica colocando em risco à saúde pública e confundindo as pessoas.

ANNA CAROLINE DE ALMEIDA BUA 10/12/2025
23

Mais um projeto absurdo de censura. Para exemplificar a gravidade dessa proposta: se você for pedreiro, não poderá postar vídeos sobre construção de casas sem um diploma de engenharia. Se for desenvolvedor, estará proibido de gravar vídeos de programação sem um diploma reconhecido pelo MEC. Se eu fosse do Tocantins, com certeza não votaria nesse Vicentinho Júnior PRA NADA!

HENRIQUE SACRAMENTO TEIXEIRA MATOS 15/12/2025
25

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 35 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: O Projeto de Lei revela imprecisão normativa, sobretudo quanto à definição de competências e critérios objetivos de aplicação, o que pode comprometer sua eficácia e segurança jurídica. Embora oportuno diante da crescente influência das plataformas digitais, o texto demandaria maior densidade regulatória. Seria recomendável sua articulação sistemática com o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014), garantindo coerência normativa e parâmetros claros de responsabilização.

    HIRLAN DELFINO LOPES DE ALCANTARA 23/02/2026
    0
  • Ponto positivo: É necessário um PL como esse, tendo em vista o crescimento de “influenciadores”, principalmente na área de nutrição e saúde, que tratam de temas com populismo, achismo e sem base científica. Um exemplo é o movimento da “dieta da selva”, que vem sendo propagado por influenciadores que não são nem possuem formação na área de nutrição. Eles recomendam não usar protetor solar, consumir apenas carne vermelha e gordura, entre outras barbaridades. Isso precisa ser regulamentado. Não se trata de censura

    HIRLAN DELFINO LOPES DE ALCANTARA 23/02/2026
    0
  • Ponto negativo: O texto é muito vago, provavelmente feito por inteligência artificial. Está mais para censura do que para regulamentação. Quem fiscalizar com base nessa lei vai poder multar quase qualquer divulgador. Então criem uma lei que senadores, deputados federais e estaduais e vereadores tenham que ter curso superior em administração e ciências políticas.

    EDUARDO DE LORENZI 14/02/2026
    0
  • Ponto negativo: Talvez irá prejudicar alguns, porém o acesso cada vez maior a redes sociais por "analfabetos digitais" pede por essa proibição.

    NEIRIVAL NERI SANTOS 07/02/2026
    0
  • Ponto positivo: Já se faz urgente a muito tempo uma regulação desse tipo, gente opinando sobre nutrição, comportamento, anabolizantes (só porque usa acha que é especialista). Os amantes de nticias falsas defende que é sensura, eu defendo que é organização. Parabéns ao deputado Vincentinho Júnior pelo projeto. A China com o avanço que tem, impões sensuras severas, resultado desenvolvimento intelectual maravilhoso. Aqui no brasil dancinhas em rede social.

    NEIRIVAL NERI SANTOS 07/02/2026
    0
  • Ponto negativo: Como nem todo assunto requer diploma ou formação, sou de opinião que a Lei deveria se referir apenas a profissões que requerem diplomas como medicina, engenharia etc... Um assunto que vejo muito maluco dando palpite é o de anabolizantes e se a pessoa não tem conhecimento técnico pode estar levando outras pessoas a sérios problemas de saude e inclusive à morte.

    SERGIO DE SOUSA BRAGA 22/01/2026
    1
  • Ponto positivo: Acho que tem que se impedir que influencers deem palpites e dicas sobre medicina ou outras profissões que requeiram diploma superior, sem que seja formado. Nesses casos a pessoa deveria ser autuada e presa por pratica ilegal da profissão.

    SERGIO DE SOUSA BRAGA 22/01/2026
    0
  • Ponto negativo: A LEI MAIS ABSURDA QUE EU JÁ VI

    ALLAN CANDIDO 19/01/2026
    1
  • Ponto negativo: CENSURA E HIPOCRISIA! VAI SER APLICADO A QUALQUER PESSOA QUE FALE NA INTERNET QUE TENHA MUITOS SEGUIDORES, LEI SUBJETIVA E BURRA!

    ALLAN CANDIDO 19/01/2026
    2
  • Ponto negativo: Impedirá que influenciadores menores que ganhem seu sustento com suas publicações de continuar com o seu trabalho na internet. Seria mais interessante um projeto de lei que seja rigoroso com quem cria/espalha "fake news" com o intuito de provocar desordem ou até mesmo de criar uma narrativa como se fosse verdadeira para ganhar engajamento e visibilidade nas redes sociais.

    CHRISTHIAN WALLA RODRIGUES DOS SANTOS 18/01/2026
    2
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  3. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.