Enquete do PL 5962/2025

Resultado

Resultado parcial desde 25/11/2025

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Pontos mais populares

Mães que não podem trabalhar fora pq tem filhos com epilepsia de difícil controle. Pacientes que não conseguem emprego Pacientes que muitas vezes nem estudar conseguem por causa das crises constantes e por causa do preconceito e estigma

MARECI DA SILVA E SILVA 10/02/2026
7

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  • Ponto positivo: Tenho epilepsia de difícil controle, que envolve o emocional, que acabo tendo crises convulsivas, e nunca é vista como doença e sim como se fosse algo espiritual ou problemas com drogas, para emprego EU TENHO QUE MENTIR não digo que sou epiletico pois não sou contratado e faço de tudo para não passar mal pois sou demitido,empresas não entendem que teríamos que ter uma atenção maior, fora o preconceito. O GOVERNO precisa por redes com especialização em epilepsia, demora muito uma consulta no SUS

    GILMAR DA SILVA SOUZA 08/07/2026
    0
  • Ponto positivo: O PL 5962/2025 é fundamental para combater a invisibilidade histórica que sofremos. Muitas vezes, quem possui uma deficiência invisível enfrenta o preconceito em dobro: a falta de adaptação e o julgamento de quem não ''enxerga'' a nossa condição, as nossas limitações. Precisamos de leis que garantam que o direito não dependa da aparência. Que o Relator Márcio Honaiser olhe para o que a sociedade escolhe ignorar: nossa existência e nossa dignidade.

    GISLENE MENEGUIM DE OLIVEIRA 20/02/2026
    2
  • Ponto positivo: Eu tenho Epilepsia Mioclonica Juvenil (EMJ) e posso falar que não é fácil, minhas crises se dão ao acordar se não dormir bem e muitas vezes fui para no hospital... para achar meu primeiro emprego foi uma luta, os horários sempre de manha fizeram eu negar varias oportunidades de trabalho e até hoje isso ocorre, além disso muitas empresas não entendem e não querem dar flexibilidade de horário e se disser que tem, provavelmente será desclassificado. Esse projeto deve ser aprovado para nos ajudar.

    LUCAS APARECIDO DE OLIVEIRA MARCUZO 20/02/2026
    2
  • Ponto positivo: Pessoas com epilepsia vivem c dificuldades na vida. Questão escolar, estigma, gatilhos sobre pressão, muito além das crises. Gastos enormes com tratamento, exames, psicólogos e medicação, medicação essa que geram outros distúrbios. Para uma qualidade de vida e maior assistência, é preciso adicionar como deficiência para que os direitos sejam respeitados. Meu filho tdah e epilepsia é chamado como preguiçoso, pois tem muita dificuldade escolar e não tem uma prof auxiliar. Assim, sofre + ainda

    HELENA DUARTE GUEDES 13/02/2026
    1
  • Ponto positivo: Toda pessoa que sofre com a epilepsia deve ser tratada com distinção e respeito pela sociedade. Seja adulto no seu trabalho, seja a mãe que precisa estar com seu filho para dar- lhe os cuidados que são necessários.

    LUIZ ERIVALDO DO NASCIMENTO 12/02/2026
    2
  • Ponto positivo: Indivíduos com epilepsia muitas vezes sofrem com discriminação e perdem seus empregos devido às crises. Mães de crianças com epilepsia não conseguem trabalhar para cuidar de seus filhos. Já passou da hora da sociedade enxergar essa grande parcela da população que sofre com a condição e com a invisivibilidade.

    PRISCILLA FIGUEIRO DO NASCIMENTO SOARES 12/02/2026
    3
  • Ponto positivo: Mães que não podem trabalhar fora pq tem filhos com epilepsia de difícil controle. Pacientes que não conseguem emprego Pacientes que muitas vezes nem estudar conseguem por causa das crises constantes e por causa do preconceito e estigma

    MARECI DA SILVA E SILVA 10/02/2026
    7
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei