Enquete do REQ 131/2025 CASP

Resultado

Resultado final desde 24/11/2025

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.050 100%
Concordo na maior parte 2 0%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 3 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Os servidores públicos merecem reconhecimento e valorização. A simetria com o judiciário é questão de justiça.

DANIELLA FIUZA PALMELA 25/11/2025
63

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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

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  • Ponto positivo: Só acho uma tristeza que o PGR tenha que ser instado por Vossas Excelências parlamentares a recebê-los para tratar de uma melhoria para os servidores da CASA QUE ELE COMANDA! Na minha humilde opinião, isso revela o descaso que se tem com a categoria, pois se houvesse verdadeiro interesse, partiria dele a iniciativa dessa reunião. Triste. Mas muito obrigado aos senhores que ainda se lembram da gente. Se não fosse por vocês, já viram como a gente estaria desamparados

    AUGUSTO LEON DE GODOY TAVARES 28/11/2025
    0
  • Ponto positivo: A solicitação de reunião com o Procurador-Geral da República, apresentada pela Deputada Federal Erika Kokay (PT/DF), é extremamente pertinente e oportuna. A iniciativa demonstra sensibilidade às demandas dos servidores do Ministério Público da União e reforça o compromisso da parlamentar com a defesa dos direitos, da valorização profissional e do fortalecimento das instituições públicas.

    ADRIANA FALEIRO DA SILVA 27/11/2025
    0
  • Ponto positivo: Positivo

    KATIA ROBERTA SILVERIO DE SOUZA 26/11/2025
    1
  • Ponto positivo: Os servidores públicos merecem reconhecimento

    KATIA ROBERTA SILVERIO DE SOUZA 26/11/2025
    3
  • Ponto positivo: Os servidores do MPU também merecem ser valorizados, como as outras categorias, principalmente em relação ao PJU. Infelizmente os gastos com membros estão corroendo o orçamento do órgão, não pensando que orçamento também deve ser destinado aos demais servidores. Membros não deixam de ser servidores como nós, queremos também ser valorizados como eles. Temos esse direito, não é um favor, é um direito nosso, como de todo servidor público!!

    ALINE GONCALVES DE MENDONCA 25/11/2025
    9
  • Ponto positivo: Os Parlamentares deveriam prestar mais atenção às propostas do orçamento da PGR/MPF, enviada pelo PGR; pois, sempre sobra dinheiro, principalmente no final de ano, e esta sobra é destinada aos MEMBROS, via penduricalho.

    JOSE ROBERTO LIRA DOS SANTOS 25/11/2025
    9
  • Ponto positivo: A Instituição, com certeza tem dinheiro suficiente para atender as pautas dos servidores, pois a PGR, recentemente, autorizou pagamento de mais uma PENDURICALHO aos Procuradores da República: "Abono por Excesso de Trabalho". O interessante é que na PGR, o lema é este: Tudo para os Membros (Procuradores da República), e a SOBRA ou NADA para os servidores. O pagamento deste novo PENDURICALHO será retroativo a 2015.

    JOSE ROBERTO LIRA DOS SANTOS 25/11/2025
    9
  • Ponto positivo: Os servidores do MPU também precisam ser bem remunerados e bem qualificados, o AQ nos moldes do TCU e PJU estimula a qualificação dos servidores do MPU, sem AQ não há simetria com o PJU.

    RODRIGO BARRETO DA SILVA 25/11/2025
    21
  • Ponto positivo: É preciso valorizar o Servidor. Não é possível que servidores do MPU recebam menos com cargos idênticos aos Servidores do Judiciário. SEMPRE houve simetria, por que agora não?

    RAUL FOCKINK 25/11/2025
    25
  • Ponto positivo: O MPU é formado por servidores que também merecem atualização dos valores remuneratórios. A reposição das perdas inflacionárias não é direito de apenas uma parcela da instituição, mas de todos que dela fazem parte.

    RAIMUNDA ELENA MARTINS DE SOUSA 25/11/2025
    21

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei